terça-feira, julho 19, 2016

ConJur compartilhou um link.
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Pela terceira vez, o aplicativo WhatsApp foi alvo de uma decisão judicial para suspensão do serviço. Dessa vez, a ordem partiu da juíza de fiscalização da…
 

Os serviços de “inteligência” da França são de uma burrice colossal

A polícia francesa está sendo ridicularizada
Jorge Béja

Cuba não paga pelo Porto de Mariel mas quer reajustar o “Mais Médicos”

Charge do Alpino, reprodução do Yahoo
André de Souza
O Globo

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O fato é que o Brasil ajuda a sustentar Cuba com o dinheiro do Mais Médicos, que poderia ser um programa executado por médicos brasileiros, com os recursos bilionários circulando na economia brasileira.Desde 2013, o governo repassou mais de R$ 4.53 bilhões para Cuba, segundo levantamento do Sindicato dos Médicos de Santa Catarina. Os médicos cubanos recebem o equivalente a US$ 1.245, repassados pela Organização Pan-Americana da Saúde, entidade que “legaliza” esse pagamento, recebendo pelo serviço 5% dos valores, a título de “despesas administrativas”. Descontados os quase R$ 226,5 milhões da Opas, o Brasil pagou indiretamente para a ditadura dos irmãos Castro mais de R$ 4,53 bilhões em 20 meses – entre julho de 2013 e março de 2016 – dos quais R$ 3 bilhões ficaram em Havana como lucro líquido. Ao mesmo tempo, Cuba precisa pagar ao Brasil (BNDES) pela construção do Porto de Mariel, mas não tem dinheiro. E agora, Temer? (C.N.)

Confirmado: empreiteira pagou R$ 2,5 milhões para Erenice atuar no TCU

GOLPE - A ex-ministra Erenice Guerra se associou secretamente a José Ricardo, conselheiro do tribunal da Receita Federal, para atuar em defesa de uma empresa junto ao Fisco
Charge da Veja, sem assinatura, reprodução do Google
Fabio Serapião
Estadão
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O que se poderia esperar de uma empresa cuja denominação começa com WC, que indica localização de banheiro com privada? Justamente por isso, no caso de Erenice Guerra, a escolha do nome de sua “consultoria” até faz sentido… A amiguinha de Dilma está toda enrolada na Operação Zelotes, porque se associou secretamente a José Ricardo da Silva, conselheiro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), do Ministério da Fazenda, para atuar em defesa de uma empresa junto ao Fisco.  (C.N.)

Delirante, Dilma agora denuncia que Temer quer introduzir o parlamentarismo

“Golpe na Turquia é diferente do golpe no Brasil”, disse Dilma
Deu no Correio Braziliense
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Se fosse verdade, seria ótimo, mas infelizmente não há a menor movimentação em prol do parlamentarismo. Até seria interessante a mudança do regime, porque evitaria crises artificialmente prolongadas, como o afastamento de Dilma Rousseff. Se o regime fosse parlamentarista, ela teria sido defenestrada desde o início do segundo mandato e já estaria abrindo outra loja de R$ 1,99. (C.N.)

Polícia Federal está prendendo na Bahia 25 fraudadores da Caixa Econômica    

Estão envolvidas no esquema, pelo menos, 19 empresas
Fausto Macedo e Julia Affonso
Estadão
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
A Polícia Federal caminha para se tornar a mais importante e respeitada instituição brasileira. É impressionante a atuação dos federais, que a partir do governo Dilma sofreram expressivos cortes no orçamento, mas não esmoreceram. Pelo contrário, estão dando ao país um extraordinário exemplo de competência e seriedade que deixa as demais instituições nacionais no chinelo, como se dizia antigamente. (C.N.)

Odebrecht recupera dados com provas da propina e a delação avança

Executivos da Odebrecht estão colaborando com a força-tarefa
Jailton de Carvalho e Renato Onofre
O Globo 

Lewandowski se nega a anular as gravações de Lula, mas deixa brechas

Arte gráfica de O Globo, reprodução do Arquivo Google
Márcio Falcão
Folha
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O advogado de Lula, José Roberto Batochio, encaminhou a petição em pleno recesso por saber que iria ser despachada pelo ministro Ricardo Lewandowski, que é amigo pessoal do ex-presidente e de dona Marisa Letícia. Mas acontece que há ocasiões em que a amizade não consegue sobrepujar a letra fria da lei e Lewandowski teve de passar a questão para o relator Teori Zavascki. No entanto, não se declarou suspeito para julgar as questões envolvendo o amigo, procedendo como se não tivesse relações de amizade com a família Lula da Silva. Ao que parece, está fora de moda magistrado se declarar suspeito, o que significa um retrocesso na manifestação da Justiça. (C.N.)











 
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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