sexta-feira, julho 29, 2016

"Os cães ladram, e a caravana passa.". como conseguiu passar e vencer este Blog.

 

 

ASSASSINATO DA PEDRA FURADA

Por: J. Montalvão
Tendo em vista o ferimento dos seus brios, ao povo de Jeremoabo só lhes resta a reação pela dilapidação oficializada do patrimônio que sempre orgulhou a diversas gerações que prezaram, amaram e sempre tiveram compromissos com Jeremoabo.
Dentre as matérias que publiquei denunciando as fraudes do ex-prefeito “àquele nome”, numa delas informei que nem São João Batista escapou (verba para Igreja); hoje reconheço que a coisa está pior, só que agora os patrocinadores (ou artistas), são os vereadores. O ex prefeito talvez com receio ou medo da população, deixou a PEDRA FURADA intacta, nada fez nem tão pouco nada tirou. (Para os internautas de outras localidades, a Pedra Furada é o ponto turístico mais importante de Jeremoabo, como também fonte natural d’água para abastecimento da mesma cidade).A Câmara de vereadores, numa verdadeira batalha contra o tempo, reformou a Lei Orgânica do Município de Jeremoabo-Bahia, a toque de caixa; atropelou prazos, não divulgou através dos meios de comunicação para que a população participasse ou mesmo tomasse conhecimento, não houve participação de qualquer associação ou representatividade civil, nem tampouco qualquer partido político; se a reunião não fosse na parte da tarde, poderíamos até dizer que foi tudo feito às escuras. (Na calada da noite).Dentre inúmeras faltas de respeito para com os cidadãos-eleitores contribuintes, o fato de gravidade irreparável foi a supressão do Art. 191 da atropelada e desmoralizada Lei Orgânica do Município de Jeremoabo, o qual rezava:Art. 191 - Fica criada a reserva ecológica da “Pedra Furada”, dispondo a Lei Complementar sobre seus componentes a serem especialmente protegidos e a forma da permissão para alteração e supressão, vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem a sua proteção.Este artigo deixou de existir; são águas passadas; a Pedra Furada deixa de ser Reserva Ecológica e a partir de ontem nada proíbe qualquer utilização que comprometa a sua integridade.A Pedra Furada está despida, vulnerável, sem nenhuma proteção.Tendo em vista o ferimento dos seus brios, ao povo de Jeremoabo só lhes resta a reação pela dilapidação oficializada do patrimônio que sempre orgulhou a diversas gerações que prezaram, amaram e sempre tiveram compromissos com Jeremoabo.










O fim de todos os tiranos é o mesmo..... O ditador líbio está morto. Caçado como a um animal pelos seus opositores, Muammar Khadafi encontrou a morte em sua cidade natal. Estou a pensar no fim de todos os inimigos do bem. Daqueles que se alegram em praticar o mal. Em oprimir aos seus semelhantes e patrícios. Khadafi pertencia a essa estirpe de homens vis e perniciosos. E encontrou o seu fim assim como Saddam Hussein, Hitler, Mussolini, Stalin, Nero, Mao Tsé-Tung e tantos outros como bem atesta a história. Os reinos humanos, em sua grande maioria, fundamentados na injustiça, na violência, no ódio, não subsistem por muito tempo. Não possuem a garantia da perpetuidade. Porque Deus não dorme e não permite que o homem se exalte por tanto tempo. O salmista diz: "Pois os braços dos ímpios serão quebrados, mas o Senhor sustenta os justos" e também: "Vi um ímpio prepotente crescendo como uma árvore nativa e verdejante. Mas eu passei, e ele já não existia; procurei-o, mas não foi encontrado" (Sl 37.17; 35,36, Almeida Séc. 21). É uma salutar atitude divina, a poda da impiedade. Isso acontece todos os dias, quer seja na vida das nações e governos, como no caso de Muammar Khadafi, quer seja nas vidas das pessoas comuns. O Senhor realmente é restringidor do mal, o salmista diz ainda no Salmo 37 na primeira parte do verso 28 que Ele ama a justiça. Assim, temos como norma divina a Sua ação contrária a tudo o que representa a maldade, quer nas pessoas ou em seus sistemas, ainda que pareça tardio em agir (Ec 8.11). Todos os governos, reinos ou impérios humanos, quer sejam despóticos ou não, haverão de passar. O homem é finito. Sua vida na terra é como um vapor, uma névoa, que aparece para logo em seguida desaparecer, como está escrito na Epístola de Tiago (4.14). O profeta Daniel, melhor do que ninguém, deixou bem clara essa evidência da não-perpetuidade de homens ou governos, ao declarar mediante revelação divina, o significado do sonho de Nabucodonosor, o sonho da grande estátua (Dn 2.31-35). Na interpretação do sonho (2.36-45), fica clara a intenção divina em delimitar os tempos dos governantes e governos humanos. O apóstolo Paulo, falando aos gregos no Areópago, declara o seguinte: "De um só fez toda a raça humana para que habitasse sobre toda a superfície da terra, determinando-lhes os tempos previamente estabelecidos e os territórios de sua habitação" (At 17.26). Ou seja: Deus é quem determina e quem estabelece o homem e seu governo e Ele mesmo é quem destitui, conforme Sua soberana vontade. Não devemos esquecer que foi a poderosa e soberana mão do Senhor quem constituiu ao rei medo-persa Ciro (Is 44.28-45.1-3) e assim os judeus puderam retornar do exílio para a Terra Santa após os 70 anos do tempo determinado pelo Senhor se cumprissem. Assim, o que aconteceu essa semana com Khadafi, segue seu curso natural. Ele ficou no poder por 42 anos. Foi um consumado ditador. Oprimiu as pessoas, prendeu, mandou matar. Apoiou também grupos terroristas. Viveu no luxo e se locupletou no cargo, enriquecendo às custas da produção petrolífera do país. Nada de útil ou bom deixou de legado para a posteridade. Ao contrário, marcou sua passagem por esse planeta pela escolha infeliz em viver egoísticamente e de forma ditatorial. Encontrou a morte de forma violenta, como assim foi a marca registrada de sua existência. Muitas pessoas morreram por causa dele, e agora chega sua vez. Por mais que os homens, principalmente os donos do poder, pensem que se manterão indefinidamente em seus cargos, chegará a hora deles também. Deus não se deixa escarnecer (Gl 6.7,8). Gosto muito do que o salmista escreveu no Salmo 49. Ali, ele descreve de forma a não deixar dúvidas sobre a breve estadia do homem por essa vida. E ele descreve principalmente aos ímpios, pois todos, quer justos ou ímpios morrerão. Mas, a morte do ímpio é de uma tristeza e de uma desesperança chocantes. Todos os que ainda não conhecem a Jesus Cristo como único e suficiente Salvador bem poderiam refletir com muita seriedade sobre a brevidade da vida e sobre o controle de Deus em todas as coisas. Muitos imaginam que Deus, se realmente existe, não está nem aí para o que acontece todos os dias. Mas Deus não só está atento como interfere conforme sua soberana vontade. Leiamos: "Não temas quando alguém se enriquece, quando aumenta a glória de sua casa. Pois, quando morrer, nada levará consigo; sua glória não o acompanhará. Ainda que ele, enquanto vivo, se considere feliz e os homens o louvem quando faz o bem a si mesmo, ele se juntará à geração de seus pais, e eles nunca mais verão a luz. Mas o homem, embora honrado, não permanece para sempre; pelo contrário, ele é como os animais que morrem" (Sl 49.16-20). Nenhum tirano permanecerá para contar sua história. Nenhum terá paz, porque os ímpios não tem paz (Is 57.21). Todos serão arrancados dessa terra, porque a maldição habita em sua casa. Serão perseguidos pelo mal até a sepultura. A alma deles é cheia de angústia. Não há prazer em Deus em lhes fazer o bem (Dt 28.63). De fato, a morte gosta de folhear o livro da história de vida de um tirano e ditador, porque ali ela encontra prazer sabendo que logo se abaterá sobre sua vítima de forma inescapável. E a palavra profética nos garante que até mesmo o ditador dos ditadores que se levantará sobre esse mundo (por permissão divina, não nos esqueçamos disto), que governará com mão de ferro sobre todo o mundo, a Besta, o Anticristo, juntamente com o Falso Profeta, já está com seus dias abreviados e seu destino devidamente selado pela justiça de Deus (Ap 19.20). Da mesma maneira Satanás, os demônios e todas as pessoas que não querem o senhorio de Jesus em suas vidas (Ap 20.10,15). Pense nisso.

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O fim de todos os tiranos é o mesmo..... O ditador líbio está morto. Caçado como a um animal pelos seus opositores, Muammar Khadafi encontrou a morte em sua cidade natal. Estou a pensar no fim de todos os inimigos do bem. Daqueles que se alegram em praticar o mal. Em oprimir aos seus semelhantes e patrícios. Khadafi pertencia a essa estirpe de homens vis e perniciosos. E encontrou o seu fim assim como Saddam Hussein, Hitler, Mussolini, Stalin, Nero, Mao Tsé-Tung e tantos outros como bem atesta a história. Os reinos humanos, em sua grande maioria, fundamentados na injustiça, na violência, no ódio, não subsistem por muito tempo. Não possuem a garantia da perpetuidade. Porque Deus não dorme e não permite que o homem se exalte por tanto tempo. O salmista diz: "Pois os braços dos ímpios serão quebrados, mas o Senhor sustenta os justos" e também: "Vi um ímpio prepotente crescendo como uma árvore nativa e verdejante. Mas eu passei, e ele já não existia; procurei-o, mas não foi encontrado" (Sl 37.17; 35,36, Almeida Séc. 21). É uma salutar atitude divina, a poda da impiedade. Isso acontece todos os dias, quer seja na vida das nações e governos, como no caso de Muammar Khadafi, quer seja nas vidas das pessoas comuns. O Senhor realmente é restringidor do mal, o salmista diz ainda no Salmo 37 na primeira parte do verso 28 que Ele ama a justiça. Assim, temos como norma divina a Sua ação contrária a tudo o que representa a maldade, quer nas pessoas ou em seus sistemas, ainda que pareça tardio em agir (Ec 8.11). Todos os governos, reinos ou impérios humanos, quer sejam despóticos ou não, haverão de passar. O homem é finito. Sua vida na terra é como um vapor, uma névoa, que aparece para logo em seguida desaparecer, como está escrito na Epístola de Tiago (4.14). O profeta Daniel, melhor do que ninguém, deixou bem clara essa evidência da não-perpetuidade de homens ou governos, ao declarar mediante revelação divina, o significado do sonho de Nabucodonosor, o sonho da grande estátua (Dn 2.31-35). Na interpretação do sonho (2.36-45), fica clara a intenção divina em delimitar os tempos dos governantes e governos humanos. O apóstolo Paulo, falando aos gregos no Areópago, declara o seguinte: "De um só fez toda a raça humana para que habitasse sobre toda a superfície da terra, determinando-lhes os tempos previamente estabelecidos e os territórios de sua habitação" (At 17.26). Ou seja: Deus é quem determina e quem estabelece o homem e seu governo e Ele mesmo é quem destitui, conforme Sua soberana vontade. Não devemos esquecer que foi a poderosa e soberana mão do Senhor quem constituiu ao rei medo-persa Ciro (Is 44.28-45.1-3) e assim os judeus puderam retornar do exílio para a Terra Santa após os 70 anos do tempo determinado pelo Senhor se cumprissem. Assim, o que aconteceu essa semana com Khadafi, segue seu curso natural. Ele ficou no poder por 42 anos. Foi um consumado ditador. Oprimiu as pessoas, prendeu, mandou matar. Apoiou também grupos terroristas. Viveu no luxo e se locupletou no cargo, enriquecendo às custas da produção petrolífera do país. Nada de útil ou bom deixou de legado para a posteridade. Ao contrário, marcou sua passagem por esse planeta pela escolha infeliz em viver egoísticamente e de forma ditatorial. Encontrou a morte de forma violenta, como assim foi a marca registrada de sua existência. Muitas pessoas morreram por causa dele, e agora chega sua vez. Por mais que os homens, principalmente os donos do poder, pensem que se manterão indefinidamente em seus cargos, chegará a hora deles também. Deus não se deixa escarnecer (Gl 6.7,8). Gosto muito do que o salmista escreveu no Salmo 49. Ali, ele descreve de forma a não deixar dúvidas sobre a breve estadia do homem por essa vida. E ele descreve principalmente aos ímpios, pois todos, quer justos ou ímpios morrerão. Mas, a morte do ímpio é de uma tristeza e de uma desesperança chocantes. Todos os que ainda não conhecem a Jesus Cristo como único e suficiente Salvador bem poderiam refletir com muita seriedade sobre a brevidade da vida e sobre o controle de Deus em todas as coisas. Muitos imaginam que Deus, se realmente existe, não está nem aí para o que acontece todos os dias. Mas Deus não só está atento como interfere conforme sua soberana vontade. Leiamos: "Não temas quando alguém se enriquece, quando aumenta a glória de sua casa. Pois, quando morrer, nada levará consigo; sua glória não o acompanhará. Ainda que ele, enquanto vivo, se considere feliz e os homens o louvem quando faz o bem a si mesmo, ele se juntará à geração de seus pais, e eles nunca mais verão a luz. Mas o homem, embora honrado, não permanece para sempre; pelo contrário, ele é como os animais que morrem" (Sl 49.16-20). Nenhum tirano permanecerá para contar sua história. Nenhum terá paz, porque os ímpios não tem paz (Is 57.21). Todos serão arrancados dessa terra, porque a maldição habita em sua casa. Serão perseguidos pelo mal até a sepultura. A alma deles é cheia de angústia. Não há prazer em Deus em lhes fazer o bem (Dt 28.63). De fato, a morte gosta de folhear o livro da história de vida de um tirano e ditador, porque ali ela encontra prazer sabendo que logo se abaterá sobre sua vítima de forma inescapável. E a palavra profética nos garante que até mesmo o ditador dos ditadores que se levantará sobre esse mundo (por permissão divina, não nos esqueçamos disto), que governará com mão de ferro sobre todo o mundo, a Besta, o Anticristo, juntamente com o Falso Profeta, já está com seus dias abreviados e seu destino devidamente selado pela justiça de Deus (Ap 19.20). Da mesma maneira Satanás, os demônios e todas as pessoas que não querem o senhorio de Jesus em suas vidas (Ap 20.10,15). Pense nisso. Postado por Observatório Teológico

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Mas eu passei, e ele já não existia; procurei-o, mas não foi encontrado" (Sl 37.17; 35,36, Almeida Séc. 21). É uma salutar atitude divina, a poda da impiedade. Isso acontece todos os dias, quer seja na vida das nações e governos, como no caso de Muammar Khadafi, quer seja nas vidas das pessoas comuns. O Senhor realmente é restringidor do mal, o salmista diz ainda no Salmo 37 na primeira parte do verso 28 que Ele ama a justiça. Assim, temos como norma divina a Sua ação contrária a tudo o que representa a maldade, quer nas pessoas ou em seus sistemas, ainda que pareça tardio em agir (Ec 8.11). Todos os governos, reinos ou impérios humanos, quer sejam despóticos ou não, haverão de passar. O homem é finito. Sua vida na terra é como um vapor, uma névoa, que aparece para logo em seguida desaparecer, como está escrito na Epístola de Tiago (4.14). O profeta Daniel, melhor do que ninguém, deixou bem clara essa evidência da não-perpetuidade de homens ou governos, ao declarar mediante revelação divina, o significado do sonho de Nabucodonosor, o sonho da grande estátua (Dn 2.31-35). Na interpretação do sonho (2.36-45), fica clara a intenção divina em delimitar os tempos dos governantes e governos humanos. O apóstolo Paulo, falando aos gregos no Areópago, declara o seguinte: "De um só fez toda a raça humana para que habitasse sobre toda a superfície da terra, determinando-lhes os tempos previamente estabelecidos e os territórios de sua habitação" (At 17.26). Ou seja: Deus é quem determina e quem estabelece o homem e seu governo e Ele mesmo é quem destitui, conforme Sua soberana vontade. Não devemos esquecer que foi a poderosa e soberana mão do Senhor quem constituiu ao rei medo-persa Ciro (Is 44.28-45.1-3) e assim os judeus puderam retornar do exílio para a Terra Santa após os 70 anos do tempo determinado pelo Senhor se cumprissem. Assim, o que aconteceu essa semana com Khadafi, segue seu curso natural. Ele ficou no poder por 42 anos. Foi um consumado ditador. Oprimiu as pessoas, prendeu, mandou matar. Apoiou também grupos terroristas. Viveu no luxo e se locupletou no cargo, enriquecendo às custas da produção petrolífera do país. Nada de útil ou bom deixou de legado para a posteridade. Ao contrário, marcou sua passagem por esse planeta pela escolha infeliz em viver egoísticamente e de forma ditatorial. Encontrou a morte de forma violenta, como assim foi a marca registrada de sua existência. Muitas pessoas morreram por causa dele, e agora chega sua vez. Por mais que os homens, principalmente os donos do poder, pensem que se manterão indefinidamente em seus cargos, chegará a hora deles também. Deus não se deixa escarnecer (Gl 6.7,8). Gosto muito do que o salmista escreveu no Salmo 49. Ali, ele descreve de forma a não deixar dúvidas sobre a breve estadia do homem por essa vida. E ele descreve principalmente aos ímpios, pois todos, quer justos ou ímpios morrerão. Mas, a morte do ímpio é de uma tristeza e de uma desesperança chocantes. Todos os que ainda não conhecem a Jesus Cristo como único e suficiente Salvador bem poderiam refletir com muita seriedade sobre a brevidade da vida e sobre o controle de Deus em todas as coisas. Muitos imaginam que Deus, se realmente existe, não está nem aí para o que acontece todos os dias. Mas Deus não só está atento como interfere conforme sua soberana vontade. Leiamos: "Não temas quando alguém se enriquece, quando aumenta a glória de sua casa. Pois, quando morrer, nada levará consigo; sua glória não o acompanhará. Ainda que ele, enquanto vivo, se considere feliz e os homens o louvem quando faz o bem a si mesmo, ele se juntará à geração de seus pais, e eles nunca mais verão a luz. Mas o homem, embora honrado, não permanece para sempre; pelo contrário, ele é como os animais que morrem" (Sl 49.16-20). Nenhum tirano permanecerá para contar sua história. Nenhum terá paz, porque os ímpios não tem paz (Is 57.21). Todos serão arrancados dessa terra, porque a maldição habita em sua casa. Serão perseguidos pelo mal até a sepultura. A alma deles é cheia de angústia. Não há prazer em Deus em lhes fazer o bem (Dt 28.63). De fato, a morte gosta de folhear o livro da história de vida de um tirano e ditador, porque ali ela encontra prazer sabendo que logo se abaterá sobre sua vítima de forma inescapável. E a palavra profética nos garante que até mesmo o ditador dos ditadores que se levantará sobre esse mundo (por permissão divina, não nos esqueçamos disto), que governará com mão de ferro sobre todo o mundo, a Besta, o Anticristo, juntamente com o Falso Profeta, já está com seus dias abreviados e seu destino devidamente selado pela justiça de Deus (Ap 19.20). Da mesma maneira Satanás, os demônios e todas as pessoas que não querem o senhorio de Jesus em suas vidas (Ap 20.10,15). Pense nisso. 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O fim de todos os tiranos é o mesmo..... O ditador líbio está morto. Caçado como a um animal pelos seus opositores, Muammar Khadafi encontrou a morte em sua cidade natal. Estou a pensar no fim de todos os inimigos do bem. Daqueles que se alegram em praticar o mal. Em oprimir aos seus semelhantes e patrícios. Khadafi pertencia a essa estirpe de homens vis e perniciosos. E encontrou o seu fim assim como Saddam Hussein, Hitler, Mussolini, Stalin, Nero, Mao Tsé-Tung e tantos outros como bem atesta a história. Os reinos humanos, em sua grande maioria, fundamentados na injustiça, na violência, no ódio, não subsistem por muito tempo. Não possuem a garantia da perpetuidade. Porque Deus não dorme e não permite que o homem se exalte por tanto tempo. O salmista diz: "Pois os braços dos ímpios serão quebrados, mas o Senhor sustenta os justos" e também: "Vi um ímpio prepotente crescendo como uma árvore nativa e verdejante. Mas eu passei, e ele já não existia; procurei-o, mas não foi encontrado" (Sl 37.17; 35,36, Almeida Séc. 21). É uma salutar atitude divina, a poda da impiedade. Isso acontece todos os dias, quer seja na vida das nações e governos, como no caso de Muammar Khadafi, quer seja nas vidas das pessoas comuns. O Senhor realmente é restringidor do mal, o salmista diz ainda no Salmo 37 na primeira parte do verso 28 que Ele ama a justiça. Assim, temos como norma divina a Sua ação contrária a tudo o que representa a maldade, quer nas pessoas ou em seus sistemas, ainda que pareça tardio em agir (Ec 8.11). Todos os governos, reinos ou impérios humanos, quer sejam despóticos ou não, haverão de passar. O homem é finito. Sua vida na terra é como um vapor, uma névoa, que aparece para logo em seguida desaparecer, como está escrito na Epístola de Tiago (4.14). O profeta Daniel, melhor do que ninguém, deixou bem clara essa evidência da não-perpetuidade de homens ou governos, ao declarar mediante revelação divina, o significado do sonho de Nabucodonosor, o sonho da grande estátua (Dn 2.31-35). Na interpretação do sonho (2.36-45), fica clara a intenção divina em delimitar os tempos dos governantes e governos humanos. O apóstolo Paulo, falando aos gregos no Areópago, declara o seguinte: "De um só fez toda a raça humana para que habitasse sobre toda a superfície da terra, determinando-lhes os tempos previamente estabelecidos e os territórios de sua habitação" (At 17.26). Ou seja: Deus é quem determina e quem estabelece o homem e seu governo e Ele mesmo é quem destitui, conforme Sua soberana vontade. Não devemos esquecer que foi a poderosa e soberana mão do Senhor quem constituiu ao rei medo-persa Ciro (Is 44.28-45.1-3) e assim os judeus puderam retornar do exílio para a Terra Santa após os 70 anos do tempo determinado pelo Senhor se cumprissem. Assim, o que aconteceu essa semana com Khadafi, segue seu curso natural. Ele ficou no poder por 42 anos. Foi um consumado ditador. Oprimiu as pessoas, prendeu, mandou matar. Apoiou também grupos terroristas. Viveu no luxo e se locupletou no cargo, enriquecendo às custas da produção petrolífera do país. Nada de útil ou bom deixou de legado para a posteridade. Ao contrário, marcou sua passagem por esse planeta pela escolha infeliz em viver egoísticamente e de forma ditatorial. Encontrou a morte de forma violenta, como assim foi a marca registrada de sua existência. Muitas pessoas morreram por causa dele, e agora chega sua vez. Por mais que os homens, principalmente os donos do poder, pensem que se manterão indefinidamente em seus cargos, chegará a hora deles também. Deus não se deixa escarnecer (Gl 6.7,8). Gosto muito do que o salmista escreveu no Salmo 49. Ali, ele descreve de forma a não deixar dúvidas sobre a breve estadia do homem por essa vida. E ele descreve principalmente aos ímpios, pois todos, quer justos ou ímpios morrerão. Mas, a morte do ímpio é de uma tristeza e de uma desesperança chocantes. Todos os que ainda não conhecem a Jesus Cristo como único e suficiente Salvador bem poderiam refletir com muita seriedade sobre a brevidade da vida e sobre o controle de Deus em todas as coisas. Muitos imaginam que Deus, se realmente existe, não está nem aí para o que acontece todos os dias. Mas Deus não só está atento como interfere conforme sua soberana vontade. Leiamos: "Não temas quando alguém se enriquece, quando aumenta a glória de sua casa. Pois, quando morrer, nada levará consigo; sua glória não o acompanhará. Ainda que ele, enquanto vivo, se considere feliz e os homens o louvem quando faz o bem a si mesmo, ele se juntará à geração de seus pais, e eles nunca mais verão a luz. Mas o homem, embora honrado, não permanece para sempre; pelo contrário, ele é como os animais que morrem" (Sl 49.16-20). Nenhum tirano permanecerá para contar sua história. Nenhum terá paz, porque os ímpios não tem paz (Is 57.21). Todos serão arrancados dessa terra, porque a maldição habita em sua casa. Serão perseguidos pelo mal até a sepultura. A alma deles é cheia de angústia. Não há prazer em Deus em lhes fazer o bem (Dt 28.63). De fato, a morte gosta de folhear o livro da história de vida de um tirano e ditador, porque ali ela encontra prazer sabendo que logo se abaterá sobre sua vítima de forma inescapável. E a palavra profética nos garante que até mesmo o ditador dos ditadores que se levantará sobre esse mundo (por permissão divina, não nos esqueçamos disto), que governará com mão de ferro sobre todo o mundo, a Besta, o Anticristo, juntamente com o Falso Profeta, já está com seus dias abreviados e seu destino devidamente selado pela justiça de Deus (Ap 19.20). Da mesma maneira Satanás, os demônios e todas as pessoas que não querem o senhorio de Jesus em suas vidas (Ap 20.10,15). Pense nisso. 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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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