sábado, junho 25, 2016

Servidores vão à Justiça para cobrar do Planejamento R$ 100 milhões desviados em consignado

SiqueiraemSERVIDOR PÚBLICO FEDERAL - Há 9 horas
Blog do Vicente - 24/06/2016 Há uma clara disposição de servidores públicos de irem à Justiça para cobrar o que pagaram a mais em empréstimos consignados para sustentar o esquema de propina comandado por Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento de Lula. Segundo a Polícia Federal, cada servidor aposentado e da ativa que tomou um financiamento com desconto em folha pagou R$ 1 por mês para a quadrilha, totalizando R$ 100 milhões entre 2009 e 2015. Os contratos de consignado eram gerenciados pela Consist. De cada R$ 1 cobrado dos servidores por mês, R$ 0,30 efetivamente p... mais 

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8 h ·
A prisão de um ex-ministro de Lula e Dilma mostra que nada estava imune à mão invisível da corrupção nos governos do partido A prisão de um
veja.abril.com.br|Por Rodrigo Rangel

LIZMENTE... 🌟


CBN
18 min ·
Os aplicativos foram desenvolvidos pela Justiça Eleitoral. Um dos programas vai permitir que o cidadão fotografe uma situação irregular na rua e encaminhe a denúncia diretamente para procuradores e promotores eleitorais.
 
Implicante
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Segundo delator, PC do B recebia propina bilionária do “Minha Casa, Minha Vida”
Aldo Rebelo, ainda de acordo com o depoimento, recebia a maior parte da bolada.
implicante.org
 
Durante palestra em SP, Cármen Lúcia afirmou que 'o que foi publicado não era proibido' e considerou caso como grave http://glo.bo/28WbxfQ ‪#‎G1‬
 
 
Quem nunca chegou em casa e se deu conta de que não estava com a chave no bolso? (via Gadoo)
• Leia as principais notícias do dia no r7.com ‪#‎PortalR7‬ ‪#‎R7‬
gadoo.com.br
 
Em viagem pelo país, Dilma insiste na narrativa mais furada do mundo
Com os fatos recentes e todas as revelações, ela deveria receber uma orientação melhor e deixar de falar em
implicante.org
 
Dora Kramer compartilhou um link.
Na coluna a ser publicada no Estadão deste domingo, escrevo sobre a súbita unidade que se estabeleceu entre partidos adversários na
politica.estadao.com.br
 
Peemedebista detalhou a negociata da presidente afastada para salvá-lo em troca do arquivamento do processo de impeachment
 
Jornal da Cidade Online compartilhou um link.
As consequências da queda do deputado Eduardo Cunha serão devastadoras. Inteligente na mesma proporção em que é corrupto e corajoso na mesma proporção em que é aético, o presidente afastado da Câmara...
jornaldacidadeonline.com.br
 
Jornalista anunciou a separação em seu perfil no Instagram http://tvefamosos.uol.com.br/…/rachel-sheherazade-anuncia-f… via UOL
tvefamosos.uol.com.br
 
RFI Brasil
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Tema é destaque nas revistas francesas semanais que chegaram às bancas. Confira:
Quem não gosta de um espaguete coberto de parmesão ralado? O queijo é um…
br.rfi.fr|Por RFI Brasil
 
Para entender a relação das mulheres com a indústria do erotismo e seu impacto nos relacionamentos, a Revista Donna foi às ruas, ou, mais especificamente às mesas de bar
revistadonna.clicrbs.com.br|Por Revista Donna
 
Além do esquema no crédito consignado, os repórteres do ‪#‎JN‬ descobriram que a Consist também cobrava taxas acima do valor de mercado nas mensalidades de associações de servidores federais: http://goo.gl/bevrQk
g1.globo.com
 
VEJA compartilhou um link.
12 h ·
Gleisi jura que o único erro de Paulo Bernardo foi discordar do impeachment de Dilma
veja.abril.com.br
 
Nesta sexta, em referendo, maioria da população votou pela saída do Reino Unido da União Europeia

ConJur compartilhou um link.
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A LC 140 foi editada no dia 8 de dezembro de 2011 no intuito de regulamentar os incisos III, VI e VII do caput e do parágrafo único do artigo 23 da…
www.conjur.com.br

O País do futuro (imprevisível), por Ruy Fabiano
A degradação da política brasileira, hoje no banco dos réus, mergulhou o país no vácuo do imponderável. Ninguém arrisca um palpite sobre o dia de amanhã – na verdade, nem mesmo o de hoje. (...)
Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/xN2iuf
 
 
 
Custos da pressa, por José Paulo Kupfer, O Globo
Não é nenhum segredo e, sendo justo, em nenhum momento, desde que assumiu o Palácio do Planalto, o presidente interino, Michel Temer, negou que tinha pressa. Pressa em encerrar o processo de impeachment, eliminando o qualificativo “interino” de seu governo, e pressa em aprovar as medidas de ajuste da economia, pela via da austeridade fiscal e da retomada de princípios liberais na formulação e execução da política econômica. (...)
Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/2Ofi4X
 
 

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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