quinta-feira, junho 23, 2016

Por obra e graça da Lava-Jato, sai de cena, por ora, o PMDB. Entram de novo o PT e a corrupção nos governos Lula e Dilma. com a prisão, hoje, do ex-ministro do Planejamento e da Comunicação Paulo Bernardo. E com a batida policial à sede do PT em São Paulo.
Bernardo é suspeito de ter embolsado propinas e transferido parte dela para irrigar as campanhas de sua mulher, a senadora Gleisi Hofmman, ex-chefe da Casa Civil do primeiro governo Dilma.
A prisão do ex-ministro está desti...
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Foto de Blog do Noblat - O Globo..

Sistema de controle de propina da Odebrecht funcionou até o mês passado

Charge do Oliveira (oliveiradesenhosefotos.com)
Renato Onofre e Cleide Carvalho
O Globo

Fux quer ouvir Romário antes de decidir se o Supremo abre inquérito contra ele

Romário é candidato e está de olho no lance…
Carolina Brígido
O Globo

 

Ex-ministro Carlos Gabas também foi intimado na operação Custo Brasil

Gabas é aquele que dizia levar Dilma para passear de moto
Fausto Macedo, Julia Affonso, Ricardo Brandt e Mateus Coutinho
Estadão
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGConforme já explicamos, são dois procedimentos de investigação. Um deles é específico, sobre Bernardo, Gabas e outros envolvidos no esquema de corrupção do Ministério do Planejmanto. Este inquérito corre na Justiça Federal de São Paulo, o juiz Sérgio Moro não tem nada a ver, e a prisão de Bernardo mostra que há outros grande juízes federais, como o que conduz a Operação Zelotes. Quanto à mulher de Bernardo, senadora Gleisi Hoffmann, seu inquérito corre no Supremo, devagar, quase parando. Por fim, quando a Carlo Gabas, é aquele ministro que se dizia íntimo de Dilma e a teria levado para passear de moto, mas depois se descobriu que era tudo conversa fiada.  (C.N.)

Ex-ministro de Lula Paulo Bernardo, preso na Lava Jato nesta quinta, é marido da ex-ministra da Casa Civil da presidente afastada. ‪#‎GloboNews‬ http://glo.bo/28PqjVj


Outro detalhe da Operação Custo Brasil que compromete sobremaneira o PT é a condução coercitiva de que foi alvo Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência e da Secretaria da Aviação Civil no governo delinquente de Dilma Vana Rousseff.
Prisão de Paulo Bernardo e condução coercitiva do motoqueiro de Dilma recolocam o PT no olho do furacão Por Redação Ucho.Info - 23 de Junho de…
ucho.info|Por Redação Ucho.Info
 
CBN
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Segundo Rodrigo Campos, o ex-ministro Carlos Gabas interveio para que a Consist fosse contratada no esquema de fraude na contratação de empresas para a obtenção de empréstimos consignados.
cbn.globoradio.globo.com
 
CBN
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Esquema começou com empresa de informática que desviava dinheiro de empréstimo de servidores do Ministério do Planejamento. O ex-ministro Paulo Bernardo, que foi preso, usou escritório de advocacia para ter acesso R$ 7 milhões da propina.
 
Autoridades desvendaram esquema criminoso envolvendo marca vendida em larga escala ao consumidor.
 
Quando o UCHO.INFO afirmava que os recentes escândalos de corrupção no Brasil eram conexos e tinham como nascedouro a roubalheira institucionalizada em Santo An...
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Operação Custo Brasil tem ponto de conexão com a Satiagraha e leva à roubalheira de Santo André Por Redação Ucho.Info - 23 de Junho de 2016 0 4…
ucho.info|Por Redação Ucho.Info
 
O Tempo
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Os dez agentes da Polícia Federal foram recebidos com aplausos ao entrar no condomínio em Curitiba; as buscas duraram duas horas
otempo.com.br
 
Diário do Poder
A prisão do ex-ministro, na avaliação de interlocutores da presidente afastada acaba por enfraquecer a sua defesa durante os trabalhos da comissão.
diariodopoder.com.br
 
 
Ricardo Noblat publicou hoje em sua coluna do Globo que Lula poderá ser preso a qualquer momento O jornalista afirma em seu artigo que o Ministério Público…
diariodobrasil.org
 
O gordinho aloprado que protagoniza a pantomima transmitida pelo Estadão é secretário do partido. Seu nome já diz tudo: João Bravin.
oantagonista.com


CBN
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Grupo estendeu faixas contra Cunha e fez críticas a Temer em frente ao diretório do partido, que é alvo de busca e apreensão.
cbn.globoradio.globo.com
 
ConJur
3 h ·
Um projeto de lei que proíbe professores de veicular conteúdo ou promover atividades “que possam estar em conflito com as convicções religiosas ou morais dos pa...
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Diário do Poder
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Em outubro do ano passado, o governo Dilma promoveu mais um leilão de contratação de frete para a remoção dessas 625,4 toneladas de feijão.
diariodopoder.com.br
 
 

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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