sábado, junho 18, 2016

HÁ UMA TEMPESTADE PERFEITA SE FORMANDO NO HORIZONTE. EXATAMENTE COMO UM SÉCULO ATRÁS.

celsolungarettiemNáufrago da Utopia - Há 5 horas
*Por Demétrio Magnoli**BREXIT, O FIM DO MUNDO.* *A *imagem de uma multidão de refugiados caminhando pela estrada, sob o slogan *Ponto de ruptura* –eis a mais recente peça publicitária de Nigel Farage, líder do ultranacionalista Ukip, em campanha contra a permanência britânica na União Europeia. Tudo ainda pode mudar, graças a uma onda de participação de eleitores jovens e ao genuíno engajamento do Partido Trabalhista na reta final da campanha. Contudo, faltando dias para o referendo, a média das sondagens indica vantagem para a proposta de ruptura. O *Brexit* (*Britain exit*, saíd... mais » 
 
 

HÁ UMA TEMPESTADE PERFEITA SE FORMANDO NO HORIZONTE – 2

Clóvis Rossi: ovo da serpente.
Articulistas do porte de Demétrio Magnoli e Clóvis Rossi dificilmente recebem alguma informação prévia sobre o que o outro acaba de escrever. Então, a publicação simultânea de dois artigos tão assemelhados quanto o de Magnoli (Brexit, o fim do mundo) e o de Rossi (Incubando o ovo da serpente) indica apenas que, para os analistas mais sensíveis, é realmente assustadora a possibilidade de, paralelamente, o Reino Unido sair da União Européia e Donald Trump se tornar o próximo presidente dos EUA. 
A perspectiva também me causou calafrios, daí ter escrito uma complementação do texto do Magnoli que, pelo ângulo dos precedentes históricos,  reforça o alerta de que algo muito ruim pode estar se desenhando para o futuro imediato.
Eis os trechos finais do artigo de Rossi, que começa atribuindo aos ultradireitistas a responsabilidade pelo brutal assassinato da deputada Jo Cox, tenham ou não estado diretamente envolvidos no atentado (a paternidade moral é indiscutível, restando apenas apurar se houve algo além disto):
 
 

Supremo adia ações que reinstituem a impunidade após decisão em 2ª instância

Marco Aurélio vai defender a impunidade
Márcio Falcão 
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGO relator Marco Aurélio Mello vai lutar como um leão para restaurar a impunidade. Espera-se que o Supremo cumpra seu dever, julgue logo essas ações calhordas e consagre a  jurisprudência de que a pena deve ser cumprida após condenação em segunda instância. A Justiça precisa andar para frente e impedir a impunidade, caso contrário é melhor mudarmos para um país mais civilizado, como a Venezuela, o Paraguai ou a Bolívia. (C.N.) 

A falência do Estado do Rio e o decreto de “calamidade pública” do governador

Dornelles inventou um decreto que não tem a menor validade
Jorge Béja

Confirmado: Lula fez tráfico de influência em favor da OAS no exterior

Crédito: Adriano Machado/REUTERS
Lula sabe que já está liquidado, é só uma questão de tempo
Débora Bergamasco e Sérgio Pardellas
IstoÉ

Janot está perseguindo adversários de Dilma que receberam doações legais

Janot agora tenta “criminalizar” as doações legais
André de Souza
O Globo
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGO quadro vai ficando cada vez mais nítido.  Ao invés de direcionar seus esforços prioritariamente para a corrupção desenfreada, as propinas nas obras públicas e o caixa dois das campanhas eleitorais, o procurador-geral Rodrigo Janot sobrecarrega o Ministério Público e o Supremo com “indícios de possível recebimento de propina” de uma doação oficial, no valor de R$ 100 mil e que significa caixa um, em ato inteiramente legal e legítimo, que não pode ser inquinado de criminoso em nenhum tribunal de país civilizado, pois o que é feito dentro da lei não poder ser criminalizado. Afinal, o que pretende Janot? Na verdade, o procurador só demonstra esse injustificável rigor em relação aos adversários da presidente Dilma Rousseff e membros do novo governo. (C.N.)

Temer quer afastamento de todos os ministros envolvidos com a Lava Jato

Temer cansou e enfim resolveu depurar seu Ministério
André de Souza
O Globo

Comovente.
Uma linda história de amizade e solidariedade
veja.abril.com.br
 
Feijão a cinco reais o quilo no atacadão ⊙_⊙ ‪#‎Compartilhe‬ ‪#‎curta‬ ‪#‎sergipe‬
 

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A delação de Sérgio Machado caiu como uma bomba atômica em Brasília. Já provocou pronunciamento do presidente interino, queda de ministro e uma…
blog.jovempan.uol.com.br
Sergipe Sensacional
ão sugerida
PF deflagra operação para investigar a Odebrecht e pessoas ligadas a Lula
Justiça expediu quatro mandados de busca e dois de condução coercitiva. Ex-presidente é alvo direto das diligências feitas em SP e no RJ.
g1.globo.com
 
Ela é testemunha de defesa de Marcelo Odebrecht. Leia na coluna de Ricardo Boechat
 
O Globo
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Em entrevista, senador disse que convocações da seleção seriam motivadas por interesses financeiors. http://glo.bo/21sFPZi
 
Ac24Horas compartilhou um link.
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O presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes enviou pedido de investigação ao comando da Polícia Federal e à Procuradoria Geral da República sobre indícios…
www.ac24horas.com
 
CBN
A prática é atribuída ao ex-ministro Edinho Silva. Ele nega as acusações e reitera que as doações de campanha de Dilma foram devidamente registradas na justiça eleitoral.
 
5 h ·
Área técnica da corte concluiu que, além dos 14 ex-dirigentes da Petrobrás já implicados, outros executivos tiveram participação no negócio. Via Fausto Macedo ‪#‎estadao‬
 
Época
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Quem conhece o riscado diz que Machado roubou bem mais da Transpetro. Na coluna Expresso
Ele entregará R$ 75 milhões de reais e, se tiver falado a verdade, amealhou, no mínimo, R$ 92 milhões
epoca.globo.com
 
Jeremoabohoje compartilhou um link.
Ainda não existem hipóteses científicas que sustentem a concepção de algum tipo de alma que sobreviva à morte
exame.abril.com.br|Por Sílvia Lisboa
 
 
VEJA
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Ex-presidente do Partido Progressista, Corrêa narra uma profusão de episódios de corrupção envolvendo a petista que, analisados em conjunto, implodem de vez a imagem da presidente imaculada e incorruptível
veja.abril.com.br|Por Robson Bonin, de Brasília

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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