domingo, junho 19, 2016

Aposentado consegue antes benefício integral com regra 85/95

Os segurados que continuaram trabalhando e contribuindo com
INSS após aposentadoria podem
conseguir benefício sem desconto

Eliseu Padilha foi o primeiro ex-ministro de Dilma a defender o impeachment da petista

MPF pede o bloqueio de bens de Padilha e a devolução de R$ 300 mil

Ministro da Casa Civil é acusado, em ação de improbidade administrativa, de ter mantido uma dona de casa lotada em seu gabinete na Câmara por quatro anos sem trabalhar. Peemedebista diz que não houve ilegalidade
Ministro é o terceiro a cair em razão da delação de Sérgio Machado

PGR denuncia Henrique Eduardo Alves por conta na Suíça

De acordo com reportagem da TV Globo, denúncia por lavagem de dinheiro e evasão de divisas é baseada em dados enviados da Europa para autoridades brasileiras. Na conta bloqueada do ex-ministro do Turismo foram localizados 800 mil francos suíços, cerca de R$ 2,8 milhões
Sem eufemismos: “Cunha é um ditador”, diz Glauber

Cunha entra com queixa-crime contra deputado que o chamou de “gângster”

Cunha alega ter sido vítima de crime de injúria ao ter sido chamado de “gângster” por colega e ter ouvido que “o que dá sustentação à sua cadeira cheira enxofre”. Autor da frase, Glauber Braga diz que não retira uma vírgula e que fatos confirmam suas palavras
Mulher que se identifica como empresária insulta estudantes

Aos gritos de “Bolsonaro presidente”, grupo invade a UnB e ataca estudantes

Universitários foram chamados de “vagabundos”, “maconheiros”, “parasitas” e “gays safados”, e bomba de fabricação caseira foi detonada. Universidade de Brasília e polícia investigam o caso. Veja o vídeo


Jéssica Galante chama a atenção pelo visual arrojado Ladrões levam 1 celular a cada 3 minutos na capital Voluntários separam roupas para doação a moradores de rua
Luzia e Francisco Caparroz trabalham em barraca de vinho quente Dudu comemora gol do Palmeiras contra Santa Cruz Brasil derrota a Bélgica no Grand Prix de vôlei

Carmen Lúcia

Estamos de olho, Lewandowski

Ricardo Lewandowski


O antagonista - 19/06/2016 - 00:35:21

Com o afastamento de Dilma Rousseff, Ricardo Lewandowski desistiu de se aposentar em setembro e já mandou fazer um gabinete novo. Ele também se prepara para herdar os processos que estão com Carmen Lúcia - a próxima presidente do Supremo. Leia mais

Operação Lava Jato

Imprevisível, Lava Jato não tem data para terminar, diz procurador

Deltan Dallagnol em Oxford (Reino Unido)


Portal uol - 19/06/2016 - 00:22:07
A operação Lava Jato é "imprevisível" e, por isso, não é possível estabelecer um prazo para o fim das investigações. O recado foi dado pelo procurador da República Deltan Dallagnol em um evento na Universidade de Oxford.


"É difícil prever o fim, mas poderia dizer que, com certeza, não existe um marco próximo para acabar", disse após palestra no evento Brazil Forum 2016. A declaração vai na contramão de recente discurso do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, que defendeu que a operação tenha hora de parar. Leia mais


delação premiada do ex-deputado Pedro Corrêa

As histórias que comprometem Dilma Rousseff na delação de Pedro Corrêa

Ex-deputado narra um encontro de Dilma com Paulo Roberto Costa e a cúpula do PP, os pedidos de dinheiro e apoio político da petista na campanha de 2010 e esquemas de propina no período em que era a 'mãe do PAC'

Por Robson Bonin - revista veja - 18/06/2016 - 00:06:45

Afastada do cargo desde que o Senado determinou a abertura do processo de impeachment, a presidente Dilma Rousseff é uma das grandes estrelas da delação premiada do ex-deputado Pedro Corrêa. Ex-presidente do Partido Progressista, Corrêa narra uma profusão de episódios de corrupção envolvendo a petista que, analisados em conjunto e se confirmadas, implodem de vez a imagem da presidente imaculada e incorruptível. Leia mais
 

reversão da jurisprudência

Uma ameaça ronda a Lava Jato, e ela surge do próprio STF

Lava Jato ameaçada

Por hélio schwartsman - portal uol - 18/06/2016 - 22:07:13
Uma ameaça ronda a Lava Jato. Ela não vem dos suspeitos de sempre, que são os políticos de Brasília, mas do próprio STF. A corte iria rediscutir na semana que vem, agora com efeito vinculante, se a decisão que tomou em fevereiro de permitir que réus sejam presos a partir de uma condenação em segunda instância continuará a valer.


O zunzunzum é o de que alguns ministros que votaram pela alteração poderiam mudar de ideia, o que faria com que voltasse a valer a regra de que a prisão só começa após o trânsito em julgado, isto é, até que não haja mais a possibilidade de recurso. Leia mais


Perigo de mistura entre álcool e analgésicos é real, apesar da falta de pesquisas

por Júlia Vigné
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Foto: Reprodução / Getty Images

Inês Brasil é presa por desacato em aeroporto de Florianópolis após mostrar seios

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Foto: Reprodução / Netflix

Decreto de calamidade foi parte de estratégia, diz jornal; União repassará R$ 2,9 bi

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Foto: Edílson Rodrigues / Agência Senado

Ministro diz que aplicativo do EI é monitorado e população não precisa se alarmar

por Tânia Monteiro | Estadão Conteúdo
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Etchegoyen, ao centro, de óculos | Foto: Marcos Corrêa/Presidência da Repúblic

'Pílula do câncer' falha no sétimo teste do Ministério da Ciência e Tecnologia

por Lígia Formenti | Estadão Conteúdo
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Foto: Divulgação

TCU acha mais responsáveis por prejuízo de US$ 792 milhões em Pasadena

por Fábio Fabrini | Estadão Conteúdo
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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

São João: clínica veterinária de Camaçari promove ‘arraiá’ para animais de estimação

São João: clínica veterinária de Camaçari promove ‘arraiá’ para animais de estimação
Foto: Divulgação
Com direito a forró e comidas típicas do São João, uma clínica veterinária situada em Monte Gordo, Camaçari, realiza neste domingo (19) um “arraiá” para os animais de estimação e seus donos. Confira mais informações sobre este "arrasta-pé" canino e outras notícias na coluna Cultura.

Jurista elucida nova legislação eleitoral para pré-candidatos do DEM

por Francis Juliano / Marcos Maia
Jurista elucida nova legislação eleitoral para pré-candidatos do DEM
Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias

Diário do Poder compartilhou um link.

Apesar do desinteresse de um terço do eleitorado, 62,5% dos entrevistados dizem querer votar em “algum candidato” este ano.
diariodopoder.com.br

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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