sexta-feira, junho 20, 2014

Se o Brasil fosse um país sério quem inaugurou essa imoralidade como sendo asfalto deveria está na cadeia.








Só mesmo em Jeremoabo é que acontece um crime desse e ninguém toma uma providência. 
Como é que alguém tem a cara de pau de inaugurar isso como asfalto e ainda tem gente que aplaude?
Será que os vereadores não se envergonham de um maucaratismo desse?
Me desculpem o termo mas a palavra mais sensata que encontrei foi chamar isso de "esculhambação".
Pois bem bem, estava  as vésperas das eleições, então os profissionais da politicagem para roubar a boa fé dos aculturados venderam o "ouro de tolo" ou seja,  inauguraram as casas 

ainda inacabadas, sem saneamento, sem calçamento e sem

energia, estava ainda para terminar.

Colocaram um piche ou outra borra qualquer em cima da 

terra, nessa avenida que dá o acesso ao Loteamento 

Manoel Dantas sobrinho, só pra enganar os inocentes úteis e angariar votos. 
Diante de tanta trambicagem e improbidade só mesmo apelando para:
De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."
Rui Barbosa

São por essas e outras que vemos em Bob Charles
]
"Do Contra
O MP é contra a formação de quadrilhas. Mesmo no São João."


JOÃO ALVES AVISA A JACKSON BARRETO QUE VAI FAZER COMPOSIÇÃO COM OS IRMÃOS AMORIM



Barroso pede para Barbosa incluir recursos presos do mensalão na pauta da próxima semana

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PTB sinaliza que deixará a aliança com o PT

Divulgação


Campos diz que aliança com Alckmin uniu o PSB

'Saímos unidos para vencer as eleições em São Paulo e no Brasil', afirmou o ex-governador de Pernambuco


Tribunal dá maisatrasados para quem passou por perícia judicial

Quem foi direto ao judiciário sem pedir no INSS antes poderá ganhar até um ano extra de atrasados com decisão do STJ

APESAR DE JÁ APROVADO


Graciele Lacerda namora Zezé Di CamargoO bancário José Lemos mostra remédio trocado do filho que causa efeito colateralBryan Ruiz cabeceia para marcar e deixar Buffon estirado dentro do gol
Bryan Ruiz vibra após marcar o único gol da partida contra a Itália em RecifeJogadores da Costa Rica comemoram a vitória sobre a Itália e a classificaçãoO atacante Mario Balotelli não conseguiu marcar

MAIS UM ESCÂNDALO: OPOSIÇÃO AGORA QUER INVESTIGAR REFINARIA DO PARANÁ NA CPI DA PETROBRÁS






Fábio Brandt e Fábio Fabrini
O Estado de S. Paulo











CANDIDATURA DE DILMA ESTÁ NAS MÃOS DE LULA. COMO SEMPRE, O PT FARÁ HOJE O QUE SEU MESTRE MANDAR


Carlos Newton.











UMA CONVENÇÃO PROVISÓRIA?

Carlos Chagas


















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A política de Joaquim Barbosa

6 RUDÁ RICCI, 

Jânio Quadros fez carreira assim. Foi, assim, construindo cada momento de sua ascensão ao poder até tentar le grand finale. Deu no que deu.





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Chico Buarque: o que não dizem dele

5 JOÃO TAVARES,

Avesso e acima de rótulos Chico carrega nos ombros o fardo de ser rotulado como cantor de protesto, talvez o maior erro de seus admiradores e aspirantes a biógrafos e exegetas




PTB ABANDONA APOIO A DILMA POR CARGO NA CAIXA

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Mesmo preso, Jefferson avalizou traição do PTB

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Andressa "Cachoeira" nega ensaio para a 'Playboy'

WILSON DIAS Agencia Brasil: Depoimento da mulher do contraventor Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendon�a, � CPMI.






Folha obtém liminar para manter coluna de Aécio

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A arte de Latuff, as forças armadas e a tortura

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Black blocs: Algo estranho no ar, de novo

20/06/2014 – 12:34 pm | Comentários: 65 Wordpress | 27 Facebook

O discurso do ódio das elites tem tudo a ver com a intolerância raivosa dos black blocs, que é um movimento perfeito para abrigar oportunistas da esquerda radical, mercenários da direita terrorista e inocentes úteis.




Os impostos pagos pela Fifa sobre a venda de ingressos

21 de junho de 2014 | 10:39 Autor: Miguel do Rosário
Benjamin Franklin, famoso pensador político norte-americano, cunhou uma frase célebre: Neste mundo nada é certo, com exceção da morte e dos impostos. A frase também vale para a Fifa. Com a venda de ingressos esgotada para quase todos os jogos da Copa, imagino que valha a pena insistir num ponto no qual ainda persiste certa desinformação. A receita gerada pela venda dos ingressos não é i...


20/06/2014 – 4:18 pm | Comentários: 0 Wordpress | 0 Facebook
O Ibope divulgou há pouco a íntegra de pesquisa encomendada pela Firjan, para as eleições no estado do Rio. Recortei algumas tabelas e gráficos e faço uma breve análise sobre cada um.
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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