quarta-feira, novembro 14, 2012

   STF usou jurisprudência da Inconfidência Mineira para condenar petistas

 

  Nota do PT sobre a Ação Penal 470

 

  E o Supremo Tribunal Federal adotou a teoria da Katchanga, em substituição a norma fundamental exposta na Teoria Pura de Hans Kelsen.

 

  Clique aqui para obter o arquivo(Vídeo da denúncia por irregularidades nos reparos das escolas de Jeremoabo)

 

 

MINHA SOLIDARIEDADE A JOSÉ DIRCEU 

 

Os altos salários distanciam da realidade os magistrados brasileiros

Humberto Guedes
Com todo o respeito devido à magistratura em geral, cumpre reconhecer que altos salários – e a magistratura no Brasil é mui bem remunerada – distanciam o juiz da vida real, tal qual já o faz a simples regularidade de ganhos (salário, vencimentos ou proventos) em relação ás pessoas físicas comuns, levando a uma percepção distorcida da realidade econômica, marcada, sim, pela instabilidade – hoje ganha-se, amanhã… – e por remunerações, em média, mui menos expressivas que as por eles auferidas.


 

Assine o manifesto de apoio ao ministro Ricardo Lewandowski

 

De virgens e prostitutas

Jacques Gruman
“Película dérmica presente na entrada da vagina. Impermeável, normalmente possui uma abertura anelar, por onde são eliminadas secreções e a menstruação. Em certos casos, a abertura é muito estreita ou pode não existir, requerendo intervenção cirúrgica para Carlos Zéfiro evitar a retenção de líquidos”. Eis aí, com rigor acadêmico, a descrição do hímen. Tão excitante quanto as ilustrações de um livro que matou a curiosidade sexual de muitos adolescentes da minha geração: Nossa vida sexual, de Fritz Kahn. Eram uns desenhos grosseiros, moralistas, tão eróticos quanto as entranhas dos ratos de laboratório.
Catarina Migliorini custou 1,5 milhão

 

O julgamento do mensalão como artefato político 

 

Nos EUA, liberam a maconha. Enquanto isso, no Brasil, os traficantes ditam as regras,

José Mário Ferraz
A capital mundial da política proibicionista, Washington, decidiu, por votação de seus eleitores, acabar com a balela da guerra às drogas, descriminalizando o uso recreativo da cannabis. O mesmo ocorrendo no Colorado.

 

Filho de procurador usava apartamento no Caminho das Árvores para traficar haxixe

Filho de procurador usava apartamento no Caminho das Árvores para traficar haxixe
Felipe Veiga Gama guardava haxixe avaliado em R$ 30 mil |Foto: Divulgação PC

  Quando a pena por corrupção é a aposentadoria precoce

 Até que alguém me demonstre o contrário, não há informação de que qualquer um dos magistrados acusados de vendas de sentenças ou liminares tenha sido condenado à prisão.




Aleluia não descarta possibilidade de integrar o secretariado de ACM Neto

por Aparecido Silva
Aleluia não descarta possibilidade de integrar o secretariado de ACM Neto
Foto: Max Haack / Ag Haack / Bahia Notícias






Senhores do STF: onde estavam na ditadura?

Emir Sader,
Podem ficar com os passaportes, senhores juízes do STF, o que não podem tirar é a dignidade de quem lutou contra a ditadura enquanto os senhores gozavam das suas vidas nos seus trabalhos profissionais, no recôndito das suas famílias


Domínio do fato ou domínio da mídia?




Senado aprova inclusão das disciplinas ‘Cidadania Moral e Ética’ e ‘Ética Social e Política’ na educação básica


O projeto já havia sido aprovado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte

Nassif: Por que o ministro Ayres Britto se calou?

À custa de assassinatos de reputação pela mídia

Saul Leblon: O silêncio que ofende a consciência nacional

Sobre Claus Roxim, STF, Janio de Freitas, mídia e McLuhan

Ayres Britto diz que afirmação de ministro da Justiça sobre prisão é 'triste'

Ayres Britto diz que afirmação de ministro da Justiça sobre prisão é 'triste'
Cardozo disse que "preferia morrer" a ficar preso no Brasil








Máxima vênia Sr. Ministro

0 Edson Luís Kossmann,
Na ação penal 470 em julgamento no STF, está se verificando algumas questões novas (ou muito velhas) em torno da aplicação da justiça

Prisão de Zé Dirceu e Genoíno: Revogar a sentença injusta


Os podres poderes do STF


Por Luiz Seixas

Bergamo: Defesa de José Dirceu pedirá parecer a jurista alemão

 

Irmão de José Genoino é citado em investigação de fraude em 4 Estados

Barbosa quer condenados no mensalão na cadeia em 2013

Futuro presidente do STF quer acelerar publicação de decisão das penas e descarta prisão especial

 

Solidariedade imprescindível

Carlos Chagas
Falta uma palavra. Se possível, um manifesto. Ao menos uma declaração de solidariedade a José Dirceu, mais até do que a José Genoíno e a Delúbio Soares.


.

Reflexões sobre a questão do desarmamento dos homens de bem

Wilson Baptista Junior


O estranho caso dos anúncios que o Planalto pagou em cinco jornais de São Paulo que não existem.

Carlos Newton


Recordações sobre a criação do PT, em pleno regime militar

Antonio Santos Aquino







violência

SC tem noite com ataque a prédios da polícia e ônibus incendiados


Senado aprova desconto no IR para o INSS da
dona de casa

Senadores autorizam abater contribuição de dependente do Imposto de Renda. Proposta seguirá para a Câmara


Rihanna posa para a revista "GQ" americana A autônoma Valéria Santos com o filho Murilo na Emef Emilio Ribas, em Sapopemba Ônibus de turismo que foi incendiado em avenida no bairro Bela Vista, em Guarulhos
O fogo danificou o banheiro e os bancos da parte de trás do coletivo em Guarulhos O segurança Aguinaldo José Nazário mostra local onde havia mofo em CDHU Gilson Kleina cabisbaixo durante treino


segundo barbosa
Condenados do mensalão
vão ficar em celas comuns













Sem direito a cela especial, diz relator

:
Ministro Joaquim Barbosa diz que benefício concedido a réus com ensino superior só cabe em casos de prisão provisória; José Dirceu, Marcos Valério e Kátia Rabello, punidos com mais de oito anos de prisão pelo STF, terão de cumprir o início em regime fechado; relator da AP 470 não comentou o caso de Dirceu, que é advogado e teria direito a uma sala de Estado Maior, sem grades











BatBarbosa, o herói do Perfeito Idiota Brasileiro

:
"Aos antigos heróis do PIB — Ali Kamel,  Reinaldo Azevedo, Jabor, Dora Kramer, Augusto Nunes, Merval Pereira, Ricardo Setti e semelhantes – somou-se agora, em seu uniforme de Batman e seu palavreado pernóstico, Joaquim Barbosa", escreve o jornalista Paulo Nogueira, ex-diretor de Época e Exame, em seu Diário do Centro do Mundo; leia

Ministério Público investiga caixinha de partidos


Foi a partir de um caso de demissão no gabinete de Zequinha Marinho que começou a investigação sobre a cobrança de caixinha
Procurador abre inquérito civil para apurar prática denunciada pelo Congresso em Foco: alguns partidos obrigam seus funcionários a entregar 5% do que ganham para a legenda. O caso também foi permitido ao procurador-geral da República para verificar participação de deputados no esquema
Continue Lendo...

Marcus Pestana: o atual governo é perdulário e ineficiente

Marcelo Mirisola: Feira Literária da UPP?

Câmara aprova detalhamento de impostos na nota fiscal


Nos jornais:Genoino poderá assumir mandato e cumprir pena em regime aberto

Câmara aprova criação de empresa de logística em transporte

Nos jornais: “Constituição” da internet vai a votação sem consenso


Reeleição de Obama sinaliza reeleição de Dilma

Nos jornais: STF tem 2,6 mil decisões esperando publicação do acórdão


15 condenados por mensalão poderão ter novo julgamento

Eles foram absolvidos por quatro ministros do STF no processo do mensalão e poderão solicitar a revisão de seus casos pelo plenário do Supremo. Fim definitivo do processo ainda pode demorar

Argentina tenta aumentar barreiras a carros brasileiros

Em conversas com representantes do Brasil, o governo argentino já tinha manifestado o interesse em revisar o acordo, mas os detalhes sugeridos no documento entregue ao governo brasileiro nos últimos dias não agradaram
-

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas