terça-feira, novembro 06, 2012

Coronel João Sá: Vereador perde cargo por desfiliação sem justa causa

TSE deve julgar todos os recursos até dezembro, diz presidente da Corte

TSE deve julgar todos os recursos até dezembro, diz presidente da Corte

 

Coronel critica a novela 'Salve Jorge!' por denegrir o Exército

Marcelo Antonio Neves - Cel Art R1
Sou Coronel de Artilharia da turma de 1978 e estou na reserva desde 31 Dez 2009, desde então trabalhando no mundo corporativo.
Uma ficção exagerada?

 

 

Reflexões sobre Gonzação, os músicos e as biografias

Frederico Mendonça de Oliveira
Participei por dois anos da vida do Rei do Baião. Cheguei a ter o costume de viajar ao lado dele nos aviões em que íamos de capital em capital fazer shows com o (duvidoso) filho Gonzaguinha. Chegamos a nos estranhar numa dessas, eu e o Velho, quando da questão criada pelo padre Vito Miracapillo, que se negou a rezar missa num 7 de setembro alegando que os trabalhadores que ele assistia não viviam um estado de independência, mas de escravidão. O prefeito da cidade de Ribeirão, Pe, onde rolava essa confa, denunciou o padre ao Abi Ackel, que encaminhou o caso ao Supremo, que por sua vez decidiu por 11 a zero pela expulsão do Brasil deste que “afrontou” a ditadura, e foi aquele blablablá de subversão, desrespeito a instituições e tal.

 

 

Chega a 92 o número de policiais mortos em São Paulo

 

 

'A UNE nem ama nem odeia Dirceu, mas pede respeito por sua história'

 

Ministros do STF se dividem sobre redução de penas de Marcos Valério

Defesa afirma que o empresário colaborou com as investigações da PF sobre o escândalo do mensalão

 

Dirceu: desconstrução da 'farsa' do mensalão é prioridade do PT

 

João Bosco Rabello

As derrotas de Sarney no Amapá e Maranhão

João Bosco Rabello

Colunista de O Estado de S. Paulo

Prejuízo de bancos com calotes cresceu 39% no 1º semestre deste ano


 

Juízes cruzam os braços por valorização da carreira








:
Orientação das categorias é que os magistrados compareçam aos fóruns, mas que atendimento se limite a casos de urgência, como nos casos de réus privados de liberdade 11

Presidente do Supremo já acha viável reduzir pena de Valério

Carlos Newton


Microsoft anuncia fim do Messenger; sistema será integrado ao Skype


Criminosos estão mais bem armados do que a polícia baiana imagina, diz especialista

Criminosos estão mais bem armados do que a polícia baiana imagina, diz especialista
Polícia apreendeu um metralhadora israelense em Portão |Foto:PC




A fatalidade nas queimas de arquivo

Carlos Chagas
São milhares os casos de queima de arquivo em nossa história. Aliás, da história do mundo inteiro. Vamos ficar em três exemplos recentes. Em 1962 Gregório Fortunato estava para ser libertado em poucos dias, por ato do presidente João Goulart. Em 1954 mobilizara a Guarda Pessoal da presidência da República, que chefiava, para tentar assassinar o jornalista Carlos Lacerda, responsável por impiedosa campanha contra o presidente Getúlio Vargas. Identificado, Gregório viu-se condenado a mais de vinte anos de prisão.
“Vou contar tudo…”



Um crime aéreo

Sebastião Nery
RIO – 1947. João Goulart e Leonel Brizola acabavam de ser eleitos deputados estaduais pelo Rio Grande do Sul. Jango, 30 anos, advogado, fazendeiro, por São Borja. Brizola, 25 anos, líder universitário, estudante de Engenharia, por Porto Alegre. Nunca se haviam visto. Conheceram-se no dia da instalação da Assembleia Constituinte.

Tocou o telefone na Assembleia, chamando Brizola. Era Rubem Berta, presidente da Varig, então uma pequena empresa aérea criada pelo alemão Mayer, afastado da direção durante a guerra. A Varig vivia praticamente de sua linha para Montevidéu, em uns Electras pequenos. E queria fazer a linha de Buenos Aires, mas Peron, presidente da Argentina, não concordava. Berta pedia a interferência de Brizola.




Google lançará cartão de crédito próprio, diz site

Google lançará cartão de crédito próprio, diz site
Foto: Divulgação


Bahia é estado com maior número de homicídios em 2011, aponta estudo


Alagoas é estado com maior número de homicídios no país, aponta estudo

Maus hábitos brasileiros facilitam ação dos ladrões, segundo pesquisa

Maus hábitos brasileiros facilitam ação dos ladrões, segundo pesquisa
Foto: Reprodução


'Logo no começo, a cidade vai perceber a diferença', diz ACM Neto

'Logo no começo, a cidade vai perceber a diferença', diz ACM Neto
Foto: Max Haack/ Ag. Haack / Bahia Notícias

Internautas poderão acompanhar 15ª IACC nas redes sociais
Quem quiser seguir as atualizações sobre a 15ª Conferência Internacional Anticorrupção (IACC), que acontece de 7 a 11 de novembro, em Brasília (DF), terá à disposição os canais de mídias sociais oficiais do evento e da Amarribo Brasil e CGU, organizadores da conferência. Além da cobertura das plenárias e palestras, as redes permitirão o debate on-line sobre a corrupção.
 
   O conteúdo oficial será produzido por jovens escolhidos por meio do programa “Jovens Jornalistas”, que selecionou profissionais recém-formados ou blogueiros interessados em trabalhar na equipe de cobertura da conferência. “O combate à corrupção está ganhando corpo, saindo do papel. Ações estão sendo organizadas em todas as partes do planeta visando esta luta. Mesmo quem não puder acompanhar in loco a IACC terá a oportunidade de seguir os canais e fazer parte dessa onda”, afirma Nicole Verillo, coordenadora de Desenvolvimento Institucional da Amarribo Brasil.
   A 15ª IACC é promovida pela Transparência Internacional (TI), organização não-governamental dedicada ao combate à corrupção em todo mundo, e organizada pela Amarribo Brasil (representante da TI no Brasil) e pela Controladoria-Geral da União (CGU), com o apoio do Instituto Ethos, e reunirá chefes de Estado, sociedade civil e os setores público e privado para discutir boas práticas, compartilhar experiências e traçar estratégias comuns para o desenvolvimento de medidas de prevenção e combate à corrupção.
Mídias sociais – 15ª IACC:
Mídias sociais – Amarribo Brasil:
Mídias sociais – CGU:
Informações para a imprensa
CDI Comunicação Corporativa

Assessoria de Comunicação Social
Controladoria-Geral da União (CGU)
imprensacgu@cgu.gov.br – (61) 2020-6740


PT continua acreditando que existe a nova classe média com renda per capita de R$ 291 mensais.

Carlos Newton
Em matéria de factóides (simulações de fatos), o governo do PT está se mostrando imbatível. Depois de criar a nova classe média, inventada pelo economista Marcelo Nery, que ganhou pelos serviços prestados a importante presidência do IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, agora o novo factóide do governo são os “planos” para essa nova classe média.





Prefeito de Jaguaquara responderá por fraude em licitação e sonegação de tributos ao INSS

Prefeito de Jaguaquara responderá por fraude em licitação e sonegação de tributos ao INSS
Foto: Reprodução / Itiruçu Repórter
 
 

Uma saída para as Professoras de Jeremoabo, DENUBCIAR AO MINISTÉRIO PÚBLICO A FALTA DE PAGAMENTO  por parte do (des)governo municipal.
LEMBREM-SE:Aquele que não luta pelos seus direitos, não merece tê-los - Rui Barbosa

Coité: Professores estão sem receber salário de outubro

Os salários dos professores da Rede Municipal de Ensino de Conceição do Coité referentes ao mês de outubro ainda não foram pagos pela atual administração. A denúncia foi feita pela professora e diretora do sindicato que representa a categoria no município, Elaine Anunciação. Segundo a docente, um Inquérito Civil já foi instaurado pelo Ministério Público da Bahia, que deverá intervir no problema e até solicitar o afastamento dos atuais gestores, caso sejam detectadas ações ilegais ou omissões nos procedimentos administrativos. Conforme Artigo 17 da Lei nº 11.494/2007, os recursos destinados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) são repassados automaticamente para as contas únicas e específicas dos municípios. Os repasses são feitos a cada dez dias, o que derruba qualquer argumentação do Executivo municipal de que não haveria dinheiro nos cofres. Procurado, o atual prefeito Renato Souza (PP), derrotado no pleito do último dia 7 de outubro, não foi localizado.
 

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas