terça-feira, novembro 27, 2012

Jeremoabo - caos premeditado...

Caos em Jeremoabo: Prefeito abandona a cidade

Luiz Brito DRT/BA 3.913
Foto: Reprodução
A  população do município de Jeremaobo (80 km de Paulo Afonso) está vivendo um verdadeiro filme de terror no apagar das luzes do governo Pedrinho de João Ferreira. O prefeito simplesmente abandonou suas funções como gestor público e a cidade está literalmente sem comando. O prefeito não tem motivos para se vingar da população já que é aliado da prefeita eleita Anabel de Tista. Dentre as aberrações disseminadas em sua gestão está o não pagamento as prestadoras de serviços e até funcionários municipais que dependem do seu salário todo fim de mês para arcar com as despesas pessoais.
Não se sabe ao certo se isso que ocorre é por falta de experiência na gestão publica ou se ele ainda não se deu conta que após sua saída da administração municipal pode acarretar em possíveis investigações do tribunal de contas para saber se houve desvio de conduta do mesmo enquanto gestor municipal. A mancha que Pedrinho deixa no seio da sociedade jeremoabense poderá lhe trazer dividendos negativos, como por exemplo até a recusa de ser cumprimentado pela maioria das pessoas, como disse um popular. Procurado neste final semana na cidade para falar sobre o assunto, o prefeito Pedrinho não foi encontrado. Segundo os funcionários da prefeitura, "ele não tá mais nem ai".
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  Jeremoabo - Caos premeditado




A reclamação é grande, mas uma coisa é certa, se transformou em êxtase!
Pois é, o obvio aconteceu!
Mais idiota é quem pensa que o  “ tista de deda”  é tolo De uma  só tacada o mesmo retirou de órbita Pedrinho, Spencer e Lula de Dalvinho.
Vou me ater  a tecer comentários a respeito do Pedrinho de João Ferreira que  foi ao suicídio, consciente de tudo que estava fazendo, para assumir  a Prefeitura de Jeremoabo não olhou para os meios, porém o que importou foi os fins.

Deu uma de “O Fausto de Goethe,  que vendeu a alma ao diabo”   em troca  por todos os prazeres desejados.

O leitor deste Blog é testemunha que logo no início dessa película de curta metragem , cantamos o final desse filme catastrófico .
Falando um português claro o Pedrinho de João Ferreira  aniquilou a vida do “tista de deda”, basta dizer que devido as denúncias do Pedrinho e outros, só através da Denúncia  -0001/2011 – PRA – o Procurador Regional da República requereu dentre outras penalidades a Prisão Preventiva.
Antes mesmo do Pedrinho assumir o (des)governo  Municipal,  o “tista de deda”  demonstrou ao povo de Jeremoabo a falta de amor próprio do mesmo, determinando que traísse quem tanto o ajudou, no caso Geddel  Vieira Lima, concretizando  sua  desfiliação do PMDB e ingressando noutro partido.
O “ tista de deda” cônscio da capacidade limitada do Pedrinho e seus antecedentes, não vacilou em colocá-lo no comando do (des)governo Municipal para se liquidar politicamente,  oxalá se não se enrolar na Justiça, e o pior contrariar a “gregos e troianos” , pois a insatisfação devido aos desmandos é generalizada.
Amparado na fraqueza e  irresponsabilidade do Pedrinho, a jogada do “tista de deda” deu certo,  continua como  “ salvador da Pátria”, é como diz: “morre o boi em beneficio do urubu »   

Por mais frio que o “tista de deda” seja,  nunca iria perdoar o Pedrinho nem tão pouco deixar esse caso de graça, então a primeira oportunidade irrecusável para o despersonalizado que surgir,   o mesmo pegou com as duas mãos como “ tocador de pife” , ficou  obcecado, não enxergou os efeitos colaterais.
Devido a alucinação pelo poder e talvez pelo dinheiro  fácil,  o Pedrinho comprou uma passagem para lua, e olhe lá se não der uma de Judas após trair Jesus Cristo, talvez isso nao aconteça porque ele é covarde.
Hoje no melancólico final de (des)governo   “ a mão que afaga é a mesma que apedreja.
Durante o período pré eleitoral em que o Pedrinho era subserviente e se submetia aos caprichos escusos da oligarquia falida, ninguém reclamava da falta de pagamento nem tão pouco dos desmandos.
  Após eleições, já em final de festa,  todas as anomalias antes aplaudidas hoje são cobradas e condenadas,  o Pedrinho passou de mocinho para vilão.
 

Conclusão: O Pedrinho continua servido como boi de Piranha, desviando atenção de todos, pincipalmente pela  inércia, a inoperância, a omissão e a covardia da Câmara de Vereadores. Sabe por quê? Por que os Vereadores foram eleitos e são pagos com o dinheiro do povo para fiscalizar todas essas anomalias, e não fazer vistas de mercador (views of merchant), no intuito de desviar a atenção do eleitor concernente aos inúmros processos de pedido de Inquérito eleitoral contra o Registro e diplomação da Prefeita recém eleita, a senhora Anabel.

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A aprovação da proposta que retira do Ministério Público o poder de fazer investigações é mais do que um retrocesso. É, praticamente, um golpe. Causa indignação a concordância do Poder Legislativo com a proposta, justamente, no momento em que a transparência se coloca como prioridade na pauta nacional.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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