quinta-feira, outubro 04, 2012

Jeremoabo: :maior comício na historia politica de nossa cidade o povo diz sim a DERI





NÃO PODIA SER DIFERENTE, O QUE O POVO QUER É O QUE VAI ACONTECER. EIS AÍ AS FOTOS DE ONTEM


o povo de Jeremoabo foi as ruas da cidade pra dizer sim ao candidato a prefeito DERI "por onde se passava o povo comfirmava é DERI prefeito,e toda a cidade vibrava, foi o " LEVANTE", CONTRA OS FICHAS SUJAS, contra a corrupção que impera há mais de vinte anos na Prefeitura, contra a falta de educação e saúde.

Mesmo no tempo dos Trios Elétricos Jeremoabo nunca reunião uma multidão igual a de ontem.
]Os maiores comícios no Município de Jeremoabo foi quando João Ferreira foi eleito, e posteriormente Spencer, porém o de ontem superou a todos.


A Lei da Ficha Limpa, os laranjas e os cognatas 

 



 

Não faz muito tempo que o STF (Superior Tribunal Federal) decidiu pela constitucionalidade da Lei Complementar nº 135, de 4 de junho de 2010, apesar de alguns votos contrários com opiniões recheadas de preconceitos por ser ela de origem popular, espelhando interesses escusos.
E muitas fichas limpas, que acreditavam que aquela votação não “daria em nada”, foram apeadas e agora vivem a procura de candidatos à ficha suja. Muitos deles já decidiram em apoiar parentes de primeiro e segundo graus e, na ausência ou impossibilidade destes; os amigos. De preferência aqueles que possam financiar parte da campanha. Todo esse empenho tem uma explicação simples: não querem largar a hereditariedade das tetas da viúva.

E as atitudes desses caciques das cidadezinhas têm apoio dos eleitores que gostariam que eles fossem os candidatos, mas já que eles não podem; tem a obrigação de apontar alguém. Não importa quem seja: alguém tem que ser apontado. Essa atitude dos eleitores, não importa a que preferência política pertença, nos diz que os fichas limpas foram derrotados somente nos tribunais.

Derrotados pela Lei, mas com apoio financeiro e valentes soldados país afora, os caciques continuam com a barganha, e o comércio eleitoral sem nenhum pudor. E a prática, os vícios continuarão, exigindo mais cuidado dos laranjas na hora de roer e dividir as tetas da viúva.

A Lei não resolve o problema porque o problema não estar fora, mas dentro do eleitor. E o eleitor precisa de uma educação política eficaz que o tire do convencimento de que a política é assim mesmo. Que a corrupção faz parte da cultura de nosso povo.
Fonte: O Eleitoral 



NÃO DEIXE O FICHA SUJA SOZINHO. VAMOS FISCALIZÁ-LO

CAMPANHA NACIONAL PELA MORALIZAÇÃO DA POLÍTICA E DE REPÚDIO AOS POLÍTICOS DE PÉSSIMA REPUTAÇÃO



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CAMPANHA NACIONAL CONTRA A CORRUPÇÃO ELEITORAL

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ELE ESTÁ SOLTO POR AÍ TENTANDO ENGANAR O POVO.


Não venda seu voto. Não caia na conversa desse povo.




ELEIÇÕES 2012 - Muito cuidado com o seu voto







Era só o que faltava. Dirceu é inocente (na visão de Lewandowski, é claro)...

Carlos Newton
Se fosse uma corrida no Jóquei Clube, pagaria pule de dez. Antes mesmo do julgamento, todos já sabiam que o revisor do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandoski, iria votar pela absolvição do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu do crime de corrupção ativa.
“Pai nosso, me perdoe, pois pequei…”


 

Livre pensar é só pensar (Millôr Fernandes)


A queda de Collor, há 20 anos, foi a última demonstração de força da imprensa brasileira, para o bem e para o mal.

Paulo Nogueira (Diário do Centro do Mundo)
Collor, um político provinciano e oco, tagarela e bonitão, se tornou uma figura nacional graças à mídia, que viu nele uma alternativa salvadora a – sempre ele – Lula na presidência.
O Brasil e a mídia, vinte anos depois da queda de Collor Parece que foi ontem…








O veredicto da História

Mauro Santayana



Depois do mensalão, vem aí a censura...

Adriano Magalhães
O deputado federal José Guimarães (PT-CE), irmão do réu do mensalão José Genoino, lançou uma ameaça por vídeo:
“Passadas as eleições, nós do PT vamos tomar uma medida quer queiram, quer não queiram. É a regulamentação da questão da comunicação no país. Vamos ter que enfrentar esse debate porque foi além do limite. Temos que mobilizar a militância, fazer um apelo aos “democratas” deste país porque a mídia não pode ser partido político”. “Temos que reagir à altura a essa ação da elite brasileira, de setores da mídia brasileira que querem interditar o projeto vitorioso do PT.”
Este é José Guimarães…



Lewandowski já absolveu Genoino. Agora, só falta absolver Dirceu...

Carlos Newton
Não foi surpresa o ministro Ricardo Lewandowski, revisor da Ação Penal 470 no Supremo Tribunal Federal, ter votado pela absolvição do ex-presidente do PT José Genoino da acusação de compra de apoio político entre 2003 e 2004.
Missão impossível, parte II


A lição do ministro

por Samuel Celestino
 

Promotor renuncia cargo após deixar cigarro de maconha cair do bolso em tribunal

Promotor renuncia cargo após deixar cigarro de maconha cair do bolso em tribunal

Fifa quer proibir venda de acarajé na Bahia

Divulgação: acarajé
Recomendação é que esse tipo de comércio ambulante seja afastado do estádio Arena Fonte Nova, que irá sediar os jogos da Copa, por se tratar de concorrência para o McDonald's, que patrocina a entidade




Não podemos esquecer, nesta hora tão decisiva, os políticos que se utilizam do dinheiro público para se promover, e que nunca conseguiu fechar as contas da administração pública junto aos tribunais de contas e que sempre enganou o povo. O mau político não merece seu voto.
Pense nisso!

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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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