domingo, outubro 28, 2012

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    ACM Neto ganha e derrota PT

    por Samuel Celestino
    A eleição do democrata ACM Neto para comandar a Prefeitura de  Salvador já demonstrava indícios nas pesquisas e nas consultas internas, dos dois principais partidos em confronto, o DEM e o PT. No decorrer da campanha imaginava-se que houvesse uma disputa mais acirrada. Não foi o que aconteceu. Nelson Pelegrino fez o que pode, trouxe nos últimos dias a Salvador Dilma e Lula, com os quais, obviamente, divide a derrota na medida em que batizou o seu grupo de “time”, envolvendo ele, o governador Jaques Wagner, a presidente e o ex-presidente. Nos últimos dias ficou mais visível a vitória de Neto, que conseguiu bater mais de uma dúzia de partidos que formaram ao lado do candidato petista. Partiu em grande desvantagem, que somente equilibrou no segundo turno, embora no primeiro turno também tenha ficado à frente, com um percentual pequeno. Mas é fato que seu tempo para propaganda eleitoral em radio e tevê foi três vezes menor, o que demonstra o sentimento do eleitor soteropolitano, assim como aconteceu em Feira de Santana, segundo colégio eleitoral do estado, com José Ronaldo, também do DEM, que ficou muito à frente do petista Zé Neto, líder petista do governo na Assembleia. A eleição em Salvador indica mudança política no horizonte. Mas também é fato que o eleitorado da Capital é, por tradição, oposicionista. Neto chega à Prefeitura com 33 anos, ou quase, e será um dos mais jovens gestores da cidade, daí se esperar dele mudanças e uma administração que possa revolucionar Salvador. Já Nelson Pelegrino não conseguiu consolidar o seu sonho de governar cidade perdendo a sua quarta tentativa. Trata-se de um político correto, mas se viu obrigado a lutar contra acontecimentos que seguramente influíram, e muito, na sua derrota que, como disse acima, é também de Lula, Dilma e Wagner. Aliás, o PT ganhou na maior cidade do País, São Paulo, com Fernando Haddad, uma vitoria pessoal de Lula contra José Serra. São Paulo, assim, demonstra a necessidade de uma revitalização no PSDB. Não se pode dizer que o PT foi derrotado. Longe disso. Basta a vitória paulistana, mas é certo que caiu em diversas  prefeituras entre capitais  e do interior paulista, com destaque para Campinas e Diadema, cidade que é berço do Partido dos Trabalhadores, com consequentemente, o significado de ser um símbolo para a legenda. Para concluir, o presidente da Assembleia, Marcelo Nilo, deve fechar, nos próximos dias, o seu “instituto de pesquisas”, o DataNilo, que anunciou ontem a vitória de Pelegrino e ainda apostou, hoje, R$50 mil com o deputado Paulo Azzi, com cheques entregues (“casados”) ao BN. Foi a anedota do dia. Mas, para o seu consolo, o Ibope também errou. Não na pesquisa de ontem, mas no boca de urna onde encontrou um percentual menor para ACM Neto.   

    ACM Neto é eleito prefeito de Salvador

    por Evilásio Júnior
    ACM Neto é eleito prefeito de Salvador
    Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
    Na segunda tentativa, o deputado federal ACM Neto (DEM) conseguiu conquistar a prefeitura de Salvador com apenas 33 anos de idade. Advogado por formação e parlamentar no terceiro mandato consecutivo, o candidato obteve cerca de 54% dos votos contra aproximadamente 46% de Nelson Pelegrino (PT). De acordo com os dados do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), com 95,61% (4.309 unidades), o democrata já conquistou 698.379 votos (53,81%) contra 591.756 (46,19%) do petista. Nulos são 6,65% e brancos 2,47%. A partir de 1º de janeiro, em lugar de Neto na Câmara assume o ex-deputado estadual Luiz de Deus.

     

    ACM Neto será o próximo prefeito de Salvador, assinala boca de urna do Ibope

    por Evilásio Júnior / Ricardo Luzbel
    ACM Neto será o próximo prefeito de Salvador, assinala boca de urna do Ibope

     

    clima no comitê de ACM Neto já é de vitória

    por Rodrigo Aguiar / José Marques / Carol Prado
    Com 25% das urnas apuradas, clima no comitê de ACM Neto já é de vitória
    Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

     

    Mensalão: o STF fez um julgamento ético e com isenção?

    Mensalão: o STF fez um julgamento ético e com isenção?Leonardo Boff analisa o julgamento e o papel do PT

Cristianismo é diferente dos absolutos monoteísmos judeu e muçulmano

Leonardo Boff
Deus é mistério em Si mesmo e para Si mesmo. Para os cristãos, trata-se de um mistério de comunhão, e não de solidão. É a Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. A ortodoxia afirma: há três Pessoas e um só Deus. É possível isso? Não seria um absurdo 3=1? Aqui tocamos naquilo que os cristãos subentendem quando dizem “Deus”. É diferente dos absolutos monoteísmos judeu e muçulmano. Sem abandonarmos o monoteísmo, faz-se mister um esclarecimento dessa Trindade.

Das urnas de hoje, surge a primeira prévia para 2014

Pedro do Coutto
Das urnas do segundo turno das eleições municipais em grandes cidades, vão surgir as primeiras prévias para as eleições de 2014, envolvendo a presidência da República e os governos estaduais. Definido o quadro da cidade de São Paulo, evidenciam-se três realidades. A manutenção da força do PT de Dilma Rousseff e Lula, a ascensão do PSB de Eduardo Campos, vitorioso em Belo Horizonte com Mário Lacerda, com apoio total de Aécio Neves que se firma em Minas, e o declínio do PSDB de José Serra. Fernando Henrique Cardoso é também atingido pela derrota de seu correligionário, mas pelo fato de já haver lançado Aécio para enfrentar Dilma, mantém-se na superfície.


Quais são e onde estão as raízes da violência urbana?

Pedro do Coutto
Numa noite, doze acidentes graves com ônibus no Rio, reportagem de Vera Araujo, O Globo de sexta-feira. Manchete principal do jornal. Crescimento incrível de assassinatos na cidade de São Paulo este ano em relação a 2011. Manchete principal também da Folha de São Paulo, matéria de Afonso Benites e Rogério Pagnan. A violência cresce e onde se localizam suas raízes? É a pergunta, já que pesquisas do IBOPE e Datafolha apontam índices de aprovação do governo Dilma Rousseff e da imagem pessoal da presidente.


Fortaleza e Macapá têm a disputa mais apertada, nas capitais

Carlos Newton



Lewandowski é hostilizado ao votar em São Paulo

Mesmo com a determinação de expulsar três jornalistas da zona em que Ricardo Lewandowski vota, no Colégio Mario de Andrade, no Brooklin, em São Paulo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi chamado de “traidor” e “corrupto” por eleitores e os repórteres próximos registraram alguns dos episódios, além de entrevistarem o próprio Lewandowski. “As reações agora são normais. Estou aqui com vocês [jornalistas] e muito exposto", disse, para logo em seguida sair do local com seus assessores. Uma eleitora chegou a se aproximar do ministro e dizer “que nojo”, enquanto um mesário pediu para mandar um abraço para José Dirceu. Com informações da Agência Estado e O Globo.

Começa um novo capítulo

Carlos Chagas
Euforia de uns, ranger de dentes de outros, mas a verdade é que conhecidos os resultados das eleições de hoje, para prefeito nas cidades onde se exigiu segundo turno, começa amanhã capítulo político fundamental para o futuro do país. Saem de campo as preocupações municipais, entram as estaduais e a nacional.

De agora em diante farão planos em tempo integral os aspirantes aos governos estaduais, ao Congresso e às Assembléias Estaduais e, em especial, ao palácio do Planalto.



 

Marcelo Nilo e Paulo Azi casam cheques de R$ 50 mil e se comprometem em doar valor a instituição de caridade

por Evilásio Júnior
Marcelo Nilo e Paulo Azi casam cheques de R$ 50 mil e se comprometem em doar valor a instituição de caridade
Fotos: Mariele Góes / Bahia Notícias

O sistema eleitoral brasileiro precisa de reformulações.

Carla Kreefft
A reforma política é urgente e, se continuar pendente, pode acarretar sérios prejuízos à democracia brasileira.




Especialistas veem brechas na aplicação da Lei da Ficha Limpa

Legislativo

Vereadores pagam campanha na web com verba da Câmara

 

 

 l Veja quais documentos levar para pedir benefícios do INSS




'A vontade popular é soberana', comemora presidente do PV na Bahia

por Rodrigo Aguiar / David Mendes
O presidente estadual PV, Ivanilson Gomes, afirmou na noite deste domingo (28) que a "vontade popular é soberana", ao comemorar a vitória de ACM Neto. “Esta eleição revela três coisas. Em primeiro lugar que existe uma insatisfação generalizada com o PT. Revela também a necessidade de ter uma pessoa comprometida com a cidade. E que é possível vencer sem usar o medo, a chantagem e a máquina”, declarou o dirigente em conversa com a imprensa no comitê central do democrata. Também não faltaram críticas ao PT. Segundo o verde, o PT “quer dominar de forma exclusivista”. “Tenho certeza que muitas pessoas que estão ao lado de Pelegrino gostariam de estar do lado de cá”, disse. Questionado sobre a participação do PV no futuro governo do democrata eleito, o dirigente limitou-se a dizer apenas que o partido fez uma aliança “programática” e não “pragmática”. Ivanilson Gomes ainda garantiu que os vereadores eleitos pelo PV cobrarão para que as propostas na área ambiental assinadas por Neto sejam cumpridas. “Ele é uma cara do século 21, não da revolução industrial”, finalizou. O prefeito eleito ainda não chegou ao seu QG político, instalado na Avenida Vasco da Gama.

Acm Neto é o novo prefeito de salvador

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Veja as últimas pesquisas em 34 cidades do país

Mais de 31 milhões de eleitores voltam às urnas hoje em 50 cidades para escolher seus prefeitos em segundo turno
Haverá segundo turno hoje (28) em 50 municípios. Daqueles em que o Congresso em Foco encontrou levantamentos recentes de intenção de voto, o PSDB lidera em oito e o PT em seis
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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