Paixão Barbosa
O governador Jaques Wagner fez questão de minimizar, nesta quinta-feira, a importância do documento que o ministro Geddel Vieira Lima e o presidente do PMDB, Lúcio Vieira Lima lhe entregaram, com recomendações e observações sobre a ação administrativa do governo. Em Cachoeira, onde instalou, simbolicamente, a sede do governo estadual, ele afirmou que nem leu a papelada que recebeu.
Ao mesmo tempo que dá uma demonstração pública da desimportância da possível contribuição dos peemedebistas, Wagner insistiu que continua a acreditar na recomposição de forças da aliança que o elegeu em 2006 e que espera o apoio formal do PMDB baiano à sua reeleição. É a política de ” uma no prego, outra na ferradura”.
Este comportamento ambíguo, de parte a parte, faz parte do jogo de gato e rato que PT e PMDB disputam na Bahia. E vamos ter que conviver com esta situação até que as circunstãncias políticas sejam mais fortes e imponham a definição do quadro.
Fonte: A Tarde
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