quarta-feira, outubro 08, 2014

Vereador Antonio Chaves denunciou compra de votos em Jeremoabo, mas como naquela "dinastia" tudo pode ninguém apura nada.

Como sempre e para variar mais uma reunião da Câmara de Vereadores em Jeremoabo sem nada de interesse para cidade, apenas denúncias das costumeiras e intermináveis corrupções, e elogios a prefeita por instalar crateras em toda cidade.
Como não resido em Jeremoabo, tomo por base as notícias que os amigos passam atavés da internet, e concernente a Câmara de Vereadores de Jeremoabo complementamos com as notícias do site de Pedro Som.
Vejamos os pontos importantes ditos pelos  "ilustres" vereadores:

Benedito... e falou do trabalho da Prefeita Anabel com muitos elogiando a cidade que está mais bonita...
Isso foi o que o vereador falou, vejamos o que o povo fala:
Ricardo Hoffster adicionou 4 novas fotos.
No ilusório mundo do ex- prefeito e da atual prefeita, o povo está feliz. Mas nos arredores da cidade, como na Avenida Contorno, buracos, terra e paralelepípedo...
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 NETO: Denunciou que a Creche Jose Nolasco estava sem alimento suficiente para atendimento e questionou a presença do ex-Secretário de Saúde dentro da Secretaria participando inclusive de reunião no gabinete. Reclamou que os demais vereadores estavam dizendo que é ele o responsável pela não aprovação do financiamento do Desenbahia..
A voz do Povo:

Prefeitura de Jeremoabo serve 'banana podre' na merenda Escolar(http://www.bobcharles.com.br/internas/read/?id=7261)

Divulgação

Editor Luiz Brito DRT/BA 3.913 com informação de Carlino Souza











Portanto essa falta de Merenda o dinheiro chega, todavia, a realidade a foto traduz tudo..

ANTONIO CHAVES: Destacou a Prefeita Anabel por sua postura e condução da Prefeitura, dizendo sim quando é possível, mas tendo coragem de dizer não também. Comentou que muitos vereadores foram eleitos com compra de votos e exigiu vergonha na cara de todos para mudar esse nível. .
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Antonio Chaves atirou no que viu e matou o que não viu, denunciou Crime Eleitoral praticado por vereadores, cabe agora a Presidenta da Câmara encaminhar o pipino para o Ministério Público Federal ou mesmo para a Polícia Federal devido a gravidade da denúncia, ou então, se tornar conivente pela pratica do ilícito, ao tentar abafar a grave denúncia.Quanto a postura da prefeita além de ser degradante, é imoral e ilegal. Como exemplo citamos o nepotismo, o pagamento de cargos acumulados e super salários, e o mais imoral, o grande indício de compra de votos, após doar as vésperas das eleições um terreno por ela proíbido, desmoralizando os vereadores e a ela mesma.
JAIRO: Informou que auditores do TCE, TCM e TCU estão em missão fiscalizadora no município verificando ainda a questão da Cooperativa de Saúde e reforçou a fala de Neto quanto à presença do ex-secretário na secretaria de Saúde. Em aparte, a vereadora Ana explicou que ele é o responsável pelo atendimento de alta complexidade. Denunciou que Vereadores do município estão ganhando casas de projetos governamentais para doar numa visão meramente política e, em função disso, votou contra o projeto de construção de novas casas. Denunciou ainda a qualidade dos calçamentos que estão sendo feitos, muito ruim, a exemplo de Riacho São José e Casinhas. 
Quanto a demissão do Ex-Secretário de Saúde " é mistéeeriooo", deve está com saudades da boquinha, ou como diz o povo, nunca se afastou, apenas armaram alguma coisa que só eles entendem.Concernente a auditoria da Cooperativa já era esperado, pois a ONG-Transparência Jeremoabo mandou denúncia até para a "mãe do bispo".Quanto as perolas  da Presidenta da Câmara concernente a calçamentos que estão feitos muito ruins, a alta complexidade de ex-secretário de saúde, e as politicagens com as construções das casas,  só considero como querer zombar da inteligência do povo de Jeremoabo, por isso acho que não merece que seja feito qualquer comentário.
MANU: fez uma bela reflexão sobre “o que as crianças precisam para serem felizes?” destacando pontos como educação e saúde capazes de trazer esta felicidade; solicitou melhorias na pavimentação da Avenida Contorno e destacou a LOA (Lei Orçamentária Anual) na pauta e que é uma peça que não está sendo seguida.

Até que enfim Manu deu uma dentro, pois criança para ser feliz precisa de casa para morar, creche que não forneça banana podre, escola, educação, segurança, digo segurança para que não estude em certas escolas existentes em Jeremoabo capaz de desabar em cima de todos,  e saúde.Quanto a pavimentação da Av. Controno, a prefeita "anafel", não irá fazer senão perde os votos.
Quanto aos vereadores que criticaram Neto por causa da liminar, só pode ser inveja por não terem coragem de discordar da "poderosa chefona", pois foi o maior serviço e benefício que um vereador já prestou ao Município de Jeremoabo.
.NEGUINHO: parabenizou a Prefeita Anabel pelo trator do Caritá e pela rede de água na Boa Sorte e concluiu dizendo que espera que todos os deputados votados aqui em Jeremoabo tragam benefícios para o município.

Em parte até que concordo com Neguinho, pois "quem não está acostumado com isso estranha" , acha que é coisa do outro mundo a prefeita cumprir com sua obrigação.



Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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