sexta-feira, outubro 03, 2014

Estamos vivenciando uma situação gravíssima,atípica e indesejada pelo direito, onde a prefeita Anabel age como se Jeremoabo fosse uma pais independente, as leis não valem nada

Não dá para aceitar esse descalabro, onde através das improbidades continuadas, o (des)governo usando métodos  de  permissividade para o direito e a democracia brasileira, está fazendo Jeremoabo repetir aquela mesma novela que passou nos anos de 97 a 2000, com cenas maquiavélicas de atraso e dilapidação do patrimônio público e outros ilícitos.
Em algumas situações, que aliás não são poucas, a prefeita "anafel", tem demonstrado claramente que, quando lhe convém, não honra sua sanção, haja vista a famigerada portaria Portaria nº 001/2013, que estabeleceu prazo até 17/02 do ano de 2013 para que os Agravados retirassem as barracas, armações metálicas, construções, trailers e afins das áreas públicas. A mencionado Portaria foi exarada pela Secretária de Administração do Município, em total descompasso com a Lei Orgânica do Município de Jeremoabo, que no seu art. 81, inciso XXIX,
O império da desordem está destruindo os bons costumes de Jeremoabo, embora  o art. 11 da Lei de Improbidade Administrativa prevê que “atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, e lealdade às instituições (…)”. Nesse caso, a improbidade está mais do que caracterizada pela omissão do Prefeito em cumprir o que é seu dever de ofício.
A famigerada Portaria funciona com "dois pesos, duas medidas",
Uma medida funciona logo após as eleições, que é para massacrar seus opositores logo após as eleições, verdadeira ditadura, já a outra medida funciona as vésperas das eleições' como uma espécie de moeda de troca
,Até as eleições passadas os candidatos   comprovam  votos com próteses dentárias, botijão, caibros, cimentos etc., já nessas eleições parece que o voto inflacionou, troca-se por terrenos, por instalações de lanchonetes em locais proibidos e por aí vai.
Por falar em locais proibidos há fortes indícios que algo de mais podre está acontecendo em Jeremoabo no (des)governo “anafel”.
Acredito que há fortes indícios de crime eleitoral na transação da instalação desse trailer em local proibido pela própria prefeita na Praça Abelardo Santana ao lado da Estação Rodoviária, visto que é proibido por lei, senão vejamos: “qual foi o milagre que fez a prefeita “anafel”, presentear um cidadão as vésperas das eleições doando em local público e proibido, um terreno para instalação de uma Lanchonete?
Isso é uma canalhice, é uma vergonha, e os outros pais de famílias que foram injustamente e criminosamente expulsos, como ficarão?
Que “Lei” é essa que beneficia uns e prejudica outros?
Estamos diante de mais  um caso para a Polícia Federal apurar, porque só as vésperas das eleições, a prefeita permitiu essa ilegalidade, isso é dolo, isso fede a crime eleitoral?

 Os donos dos Traillers  tomando conhecimento das truculências e atrocidades que iriam acontecem sairam em passeatas protestando e denunciando a população.
 Num ato de vingança desenfreada, e perseguição doentia e criminosa a prefeita satisfez seus instintos, deu uma de Nero mandou destruir tudo sem piedade nem dó.



 Mesmo na ilegalidade,  afrontando a Lei e a população, num ato discriminatório, a prefeita deixou permanecer por mais de ano essa Lanchonte.
 Essa Lanchonete ou Bar foi proibido de Funcionar, segundo a prefeita  em atendimento a Lei. Como estava chegando as eleições e a prefeita precisava de votos, esqueceu e desmoralizou a "Lei", e permitiu que fosse aberto. A lei passou a ser letra morta;


Devido ao clamor da população pela permanência dolosa da Lanchonete do David, a perfeita após um ano na ilegalidade, determinou a demolição, ou melhor a permuta, agora sairia de uma ilegalidade para praticar  outra, instalar na Praça Proibida pelo próprio (des)governo, após novos protestos, os alicerces, ficaram temporariamente suspensos para enganar o povo.






Como estamos às vésperas das eleições,, faltando apenas três dias, algo estranho e tenebroso aconteceu entre a prefeita "anafel" e o proprietário da Lanchonete, a permissão para mais uma ilegalidade foi autorizad.
 Em Jeremoabo, mas precisamente no (des)governo "anafel, vespera de elição faz milagres, que digam os homens das pastas pretas.
 Apesar dessa afronta ao povo de Jeremoabo, a maior desmoralizada e desrespeitada, é a própria e os vereadores prefeita, que não cumpre a Lei por ela elaborada.
 Essas são as poucas anomalias do (des)governo de Jeremoabo, e as coisas cabeludas?
Só espero que a prefeita "anafel" com todas suas maldades e patologias, termine seu (des)governo, sem precisar andar com tornozeleira eletrônica...



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A 5.ª Turma decidiu, por unanimidade, dar provimento à apelação de uma estudante, a fim de conceder-lhe a segurança e assegurar-lhe o direito à matrícula no curso de Engenharia de Alimentos, na UFT, observada a ordem de classificação por ela obtida no concurso vestibular e o número de vaga existente

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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