sábado, outubro 04, 2014

Jeremoabo, terra onde a "prefeita "anafel" se colocou acima da Lei, acima da Justiça e acima do povo



No blog, com direito a uma Themis estilizada: "Dura lex, sed lex é uma ova!
"Para uns, portanto, Themis vai tirar a venda dos olhos e serão imediatamente liberados; para outros, de venda nos olhos, Themis vai aplicar os rigores da lei, pois a lei é dura, mas é a lei e, por isso mesmo, deve ser observada por todos. Fosse em um certo debate, uma certa candidata diria solenemente: “dura lex, sed lex é uma ova!"

Num clamor por mudanças, multidões ocuparam as principais avenidas do País em junho do ano passado. Agora, chegou o momento de expressar esse desejo através do voto
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Consultor Jurídico - Notícias, 3/10/2014 - STF derruba censura e permite que Globo exiba...
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PSDB protocola cassação contra Dilma no TSE

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Pedido

Diário do Mundo compartilhou um link.
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Prezada Luciana, Meu voto era seu até semana passada. Mudei de ideia, porém, isso nada tem a ver com a senhora. Continuo com...
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Ou o povo brasileiro é extremamente alienado ou não dá a mínima para a roubalheira, diz Constantino Beto Mous 0 Sem Comentarios Às vésperas do...
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De 24 mil candidatos, só 93 assumem a causa LGBT


Toni:

Menos de uma centena de concorrentes assinou a carta compromisso com a comunidade LGBT. Candidatos gays dizem enfrentar mais dificuldades do que seus adversários para arrecadar recursos e estruturar campanha
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Comando dos bancários aceita nova proposta e greve deve acabar na 3ª


Próximo Congresso será dos mais corruptos da história, prevê jurista

Cenas curiosas protagonizadas pelos candidatos a presidente



Mesmo após sair da Petrobras, Paulo Roberto Costa mantinha contatos na estatal


Supremo deve julgar troca de aposentadoria do INSS na quarta

Processo que definirá o direito de
incluir novas contribuições no benefício entrou na pauta do dia 8

AINDA NESTE ANO






Divulgação - João Campos discursa ao lado de Marina durante campanha em Pernambuco

Para filho de Campos, vitória de Marina é vitória do Nordeste

Herdeiro político do pai diz que candidata vai representar a região no Planalto



Em Alagoas, campanha de Renan Filho une Dilma, Lula e Collor

RICARDO BRANDT

Peemedebista, líder nas pesquisas de intenção de voto no Estado, utiliza estrutura de disputa presidencial

Irmão de ex-ministro era uma das 'mulas' de doleiro

RICARDO BRANDT E MATEUS COUTINHO
Agente da PF e condenado no mensalão também transportavam malas de dinheiro, diz investigação


Youssef entrega arquivos da corrupção ao MPF

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"Três bons candidatos". Coluna na Folha de hoje (4.out.2014)http://uol.com/bcdW0t
BRASÍLIA - Petistas, marinistas e tucanos vão discordar. Falo assim mesmo: considero um luxo e uma sorte o Brasil ter chegado hoje, véspera de sua sétima eleição presidencial direta consecutiva, com três candidatos competitivos de excelente qualidade.
WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR

A SOLUÇÃO DENTRO DE NÓS MESMOS


Carlos Chagas








DIVIDIR A SOCIEDADE POR RENDA É A FORMA EFICAZ DE REALIZAR (E AVALIAR) PESQUISAS ELEITORAIS

Pedro do Coutto













AMANHÃ, COMEÇA A CAMINHADA CÍVICA, QUE TENTAM TRANSFORMAR EM ARITMÉTICA ELEITORAL. COMO HAVERÁ SEGUNDO TURNO, OUTRA ELEIÇÃO NO DIA 26, MAIS TRÊS DOMINGOS DE ESPERA



HELIO FERNANDES -  Pouca emoção, muita reviravolta, tumultos e mentiras como jamais se viu. Não houve discordância de ideias, projetos e programas, e sim conflito entre a verdade real e a mentira oficializada. Existe uma fileira de nomes, apenas três verdadeiros. Dona Dilma, Dona Marina e Aécio, acreditam ou desacreditam nas pesquisas do IBOPE ou do Datafolha. Admitem, fingem, pensam (?) que serão os vencedores. Serão? Milhões de cidadãos estão inscritos e a partir de amanhã, começarão a definição, que terá mais 21 dias de disputa....

OS 50% DO COFRE DO ADEMAR QUE DILMA NUNCA EXPLICOU. NÃO EXPLICA, NÃO EXPLICARA PASADENA E PETROBRAS. ELEITOR NA REJEIÇÃO, EXPLICA 40% E A DIFERENÇA DE 60% QUE SOBRA NA DIVISÃO DOS VOTOS. DILMA, MARINA E AÉCIO, E O BRASIL INDIGNADO


ROBERTO MONTEIRO PINHO - O jornalista Elio Gaspari conta em seu livro A Ditadura Escancarada  que em (...) 18 de julho de 1969, a bordo de três veículos, um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares, chegou à mansão do irmão de Ana Capriglioni, amante do governador, no bairro de Santa Teresa, no Rio. Quatro guerrilheiros ficaram em frente à casa. Nove entraram, renderam os empregados, cortaram...






Debate foi agressivo, mas não deixa vencedor

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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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