quarta-feira, maio 28, 2014

POLÍCIA FEDERAL NA PREFEITURA DE ARACI - Só está faltando vir para a Prefeitura de Jeremoabo pois o terreno é fertil

Agentes da Polícia Federal estiveram na segunda-feira, 26 de maio, na cidade de Araci determinando que alguns ex-diretores de escolas municipais que faziam parte da gestão da ex-prefeita Nenca deverão comparecer à sede da Superintendência Regional da Polícia Federal para prestarem esclarecimentos quanto ao Inquérito Policial 0833/2011. A determinação foi publicado na segunda-feira no Diário Oficial da Prefeitura com a Portaria n° 1.780 de 23 de Maio de 2014. 

Assim que a portaria foi publicada, o site A Voz do Campo entrou em contato com a Secretaria de Educação do município para saber detalhes. A secretaria informou que a Polícia Federal esteve em Araci e, além de esclarecer dúvidas quanto ao teor da investigação da gestão anterior, entregou o Ofício n° 1432/2014, que intima os ex-diretores a comparecer até  quarta-feira, 28 de Maio de 2014, na superintendência supracitada. Os ex-diretores são do Colégio Carlos Raimundo Mota (Pedra Alta), Colégio Dom Jackson Berenguer Prado (sede), Escola Buarque de Holanda (João Vieira), Escola de 1ª Maria Lídia (sede), Escola José Anastácio Barreto (Faz. Serra Branca), Escola Vasco da Gama (Barbosa), Escola Daniel Ramos (Pedra Alta) e a Escola Tiradentes (Pedra Alta).
Segundo informações da assessoria de comunicação da prefeitura, a investigação diz respeito a suspeita de superfaturamento na reforma de escolas no ano de 2009. Investigação semelhante foi deflagrada há alguns dias, em diversas cidades baianas, onde foram presos diversos ex-prefeitos de cidades do nordeste da Bahia, acusados de contratar serviços de engenharia, construção e reforma de escolas, entre outros serviços. 


Segundo a polícia, no caso da Operação 13 de Maio, os serviços não eram prestados, ou eram apenas parcialmente realizados, e parte da verba, ou o valor integral, era repassada para as contas pessoais dos envolvidos. No caso da Prefeitura de  Araci, o inquérito ainda está em andamento e nada pode-se afirmar quanto a responsabilidades e irregularidades que possam existir.  Do  A Voz do Campo

Enquanto "anafel" estiver no comanda do (des)governo municipal de Jeremoabo, ninguém se iluda esperando coisa boa que não tem...

Não sei o que de mal os servidores da prefeitura fizeram contra "anafel", a vingança é interminável, demite pais de famílias, diminui vencimentos, não paga 13 Salários, e agora para completar os recursos da Vigilância Sanitária são suspensos por incompetência e irresponsabilidade.
Leia matéria abaixo.



MINISTÉRIO SUSPENDE RECURSOS DE MUNICÍPIOS escrito em terça 27 maio 2014 14:20

PORTARIA Nº 1.136, DE 23 DE MAIO DE 2014. Suspende a transferência de recursos financeiros do Componente de Vigilância Sanitária do Bloco de Vigilância em Saúde dos Municípios e Estados que não cadastraram os serviços de vigilância sanitária no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES) e não alimentaram regularmente o Sistema de Informação Ambulatorial (SIA/SUS). 
Na Bahia, o Ministério da Saúde suspendeu os recursos de 97 municípios, sendo que na região foram bloqueados os repasses para as prefeituras de Adustina, Heliópolis, Jeremoabo, Monte Santo, Quijingue, Santa Brígida e Sítio do Quinto. Por Joilson Costa, Rádio Pombal FM, com pesquisa no DOU de segunda-feira, 26 de maio 2014. 


Ministério se cala sobre ‘fundo perdido’ em Cuba

Coutinho diz que crédito fica no Brasil: “Não podemos gerar emprego no exterior”
Ministério do Desenvolvimento diz que “não pode comentar” por que documento sobre empréstimo sigiloso de US$ 692 milhões informa que parte dos recursos não precisaria ser paga. Presidente do BNDES diz que, ao menos da parte do banco, não houve esse tipo de financiamento
CONTINUE LENDO.









Comissão aprova projeto de presidenciável tucano para mudar Bolsa Família

Carta aberta de um ex-preso político à presidenta Dilma

Avanços na educação




Rodoviários desafiam TRT e ônibus não circulam

Foto: Cleidison Bomfim/Metro 1:






Colunista

O Supremo perdeu o juízo?!

19 LULA MIRANDA,

Ora, a suprema corte teria "escapado ao controle" porque, após ter cometido a "temeridade" de colocar em votação a proibição do financiamento privado de campanhas, está, por eloquente maioria, sinalizando que irá proibir esse tipo de financiamento



Geddel: "Contratem outra pesquisa e publiquem”

:






DILMA: OPOSIÇÃO REPRESENTA RETROCESSO E DESEMPREGO

:





DIRCEU DIZ QUE JB ATENTA CONTRA SUA LIBERDADE

BRUNO SANTOS:  São Paulo, SP, BRASIL, 14-9-2013 - ESPORTES - 14:31:56 O SPFC enfrenta o Inter, no Morumbi, pela 12 rodada do Brasileirão. Foto: BRUNO SANTOS/Terra, )  ***EXCLUSIVO TERRA***





Defesa de Prisco desiste de habeas corpus no STF

:





Movimentos cobram Gilmar Mendes por ação de doações de campanhas

STF:





PP anuncia apoio à reeleição de Dilma, mas reconhece divisão no partido

:










..

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas