quinta-feira, maio 15, 2014

Jeremoabo – No (des)governo “anafel” a única coisa que vemos progredir e desenvolver é a criminalidade.

Foto ilustrativa
faca_suja_de_sangue-2

Para a criminalidade diminuir é necessário que o crime não compense. 
Já em Jeremoabo com esse (des)governo que aí está juntamente com a conivência da Câmara de vereadores, nota-se que o crime compensa.
‘”  A maioria esmagadora dos brasileiros é honesta; a maioria esmagadora das pessoas mais pobres é honesta.  Há pessoas que se estiolam no alcoolismo porque não querem roubar, perdem toda a sua esperança, mas não roubam; há pessoas que vão pedir esmola nas ruas e não roubam, são honestas”.

 Se a criminalidade fosse decorrência da pobreza, não se explicaria o fato de que pessoas abastadas também cometem crimes (delitos de ‘colarinho branco’).

Mais uma tentativa de assassinato com arma branca tipo peixeira aconteceu hoje em Jeremoabo, perfazendo já nesse ano três tentativas de homicídios, e, quatro assassinatos.

A criminalidade que está sempre presente em grandes cidades, também assusta Jeremoabo onde vem causando muitos transtornos aos moradores. De dia ou de noite, dentro ou fora de casa, os moradores da cidade têm muito medo. Não há limites para a criminalidade, elementos sempre ameaçam, agridem, roubam e assassinam.

Pelo que fomos informados as providências que estão sendo tomadas pela prefeita “ anafel” é a divulgação de quais bandas irão tocar nos festejos juninos em Jeremoabo, é o “dai pão e circo” para o povo,  citação que foi feita há muito tempo pelo imperador romano Vespasiano, mentor da construção do coliseu. 

 

 O povo está sendo mantido na ignorância e sustentado por um esquema que alimenta com migalhas a miséria gerada por essa mesma ignorância.




Operação 13 de Maio: prefeitos se entregam à PF

:



Argôlo repassava dinheiro de origem ilícita e era financiado por doleiro, aponta PF

Argôlo repassava dinheiro de origem ilícita e era financiado por doleiro, aponta PF


Protesto contra Copa: Imprensa se retira após ser hostilizada por 'black blocs' e ato termina

por Luana Ribeiro/ Evilásio Júnior
Protesto contra Copa: Imprensa se retira após ser hostilizada por 'black blocs' e ato termina


Protesto contra a Copa em SP termina em tumulto e depredação



Protesto contra a Copa em SP termina em tumulto e depredação
Daniel Teixeira/Estadão

Ao menos quatro pessoas ficaram feridas; três agências bancárias e uma concessionária de carros foram depredadas




Artigo: Os limites constitucionais e legais à liberdade de imprensa

Artigo: Os limites constitucionais e legais à liberdade de imprensa


.

Programa do PT repete fórmula e explora 'fantasmas do passado'




Judiciário é o mais falho na Lei de Acesso

Estudo
Pesquisa divulgada por ONG no dia em que norma completa dois anos mostra que o Executivo federal é o que mais se adequou à nova lei. Estudo também vê problemas no Legislativo
CONTINUE LENDO...















O PECÚLIO DOS APOSENTADOS DO INSS E O MARKETING ELEITORAL


Pedro do Coutto.
















GILBERTO CARVALHO ESTAVA CERTO QUANDO DISSE QUE “O BICHO VAI PEGAR”


Carlos Newton









PREFEITOS EXIGEM QUE DILMA AUMENTE O FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS E REDISTRIBUIA OS ROYALTIES





Paula Laboissière
Agência Brasil 












JB: JÁ QUE ADVOGADO NÃO COBROU, ELE NÃO PAGOU

:




Collor diz que impeachment foi ‘golpe parlamentar’

Pedro França: Em discurso na tribuna do Senado, senador Fernando Collor (PTB-AL)




Sonia Racy: Amorim quer deixar Defesa

:




Vicentinho ao STF: "chega de ditadura e ódio"

:




DCM: recurso à OEA é “bofetada” na Justiça brasileira

:




Defensoria entra com ação contra PMA por causa de enchentes

:




MPEduc encontra irregularidades na merenda

:

Comentando a respeito da merenda em Jeremoabo:

Já pensou a correria com a merenda escolar em Jeremoabo se o Ministério Público Pela Educação (MPEduc), fiscalizasse as bananas podres que são servidas para os alunos, e também outras irregularidades existentes.



Ministra do STF deveria decretar a prisão dos presidentes do Senado e da CPI da Petrobras

vital_dorego_03

Campos admite possibilidade de decidir eleição em segundo turno com o tucano Aécio Neves »

eduardo_campos_11
Cenário novo – Figurando em terceiro lugar nas pesquisas de opinião sobre a sucessão presidencial, o pernambucano Eduardo Campos,…

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas