sexta-feira, maio 09, 2014

O desgoverno de Jeremoabo e seus protegidos em: " a mão que afaga é a mesma que apedreja."

Esta foto é da Lanchonete construída , onde o prefeito sabendo que cedo ou tarde irá causar problema não ligou, permitindo, tendo interesse apenas no voto.


Essa foto é a Lanchonete sendo demolida, pois o desgoverno desconhece as palavras responsabilidade e escrúpulos

Nessa outra foto, é a continuidade da demolição, onde só está acontecendo por vingança da prefeita, que para prejudicar os eleitores que votaram com a consciência e não pelo cabresto,  não olhou para os meis, e sim os fins, atingindo um seu protegido.
Aqui é mais um ato de despreparo, irresponsabilidade, e leilão lapidação do patrimônio público, irá colocar o proprietário da Lanchonete noutra fria
Continuação da Construção, se pode beneficiar um, os demais donos dos trailers que arbitrariamente foram prejudicados, terão direito iguais .
Onde andam os vereadores que deixam que esse desgoverno desmoralize a todos.
Se em Jeremoabo existisse uma Câmara a altura do Povo de Jeremoabo, no mínimo cassaria o mandato desse desgoverno nocivo para todos 

Ainda não conseguir decifrar nem tão pouco entender, em quem a prefeita de Jeremoabo se confia para agir acima da Lei, fora da Lei.

Tenho quase certeza de que a Justiça de Jeremoabo não está apoiando esses absurdos e dolos, pois ainda no decorrer dessa semana,  o Juiz de Direito de Jeremoabo, ameaçou a prefeita de mete-la na cadeia por atos parecidos com os que agora ela está tentando praticar.

O seu marido e ex-prefeito de Jeremoabo no intuito de fazer politicagem e angariar votos, mesmo sabendo ser errado, permitiu que um cidadão trabalhador instalasse uma Lanchonete num lugar público inadequado.

Mesmo assim o povo protestou mas logo calou. Acontece que tantos ele quantos inúmeros pais de família proprietários de trailers, pagavam seus impostos cobrados pela prefeitura, e tiravam o sustento dos familiares através desse comércio.

A prefeita ao se apossar da prefeitura, para satisfazer seus instintos de perversidade e vingança, orientada por gente sem escrúpulo e dignidade, derrubou, sequestrou e acabou com o ganha pão dos trabalhadores, não importando para as consequências, cujo processo se encontra em andamento no Tribunal de Justiça em Salvador, em grau de recurso.

Mas como o desgoverno foi elevado a casa de “mãe  joana”, e desconhecendo que aqui na terra não existem deuses, existe a Lei, que é para todos,  aprofundou ainda mais as arbitrariedades, ou seja, deixando que seus protegidos permanecessem intactos onde se encontravam,  demonstrando a hipocrisia e a pobreza de caráter que infelizmente quando deveria ser exemplo de moralidade e de respeito pela coisa pública, mas que consumida pelo poder envereda pelo caminho sedutor da vantagem pessoal.

Engraçado de tudo isso, é que na mesma praça que antes a Lei proibia funcionar trailers e lanchonetes, hoje num ato de hipocrisia foi trocada por “trinta dinheiros” ao exemplo do que Judas fez com as juras de fidelidade que declarou a Jesus? 

Numa demonstração que o “Estado sou eu” ou a “Lei está abaixo dos meus pés”, segundo comentários generalizados, e conforme as fotos aqui explicitas, está permitindo que seja construído uma Lanchonete, onde, para seus inimigos é proibido, está se apegando em: “PARA OS AMIGOS TUDO, PARA OS INIMIGOS OS RIGORES DA LEI”.

Caso o desgoverno esteja construindo essa obra com o dinheiro público, dos males o menor,  porque iremos entrar com uma representação, agora, se for o proprietário da Lanchonete, só temos a lamentar porque irá entrar numa fria por confiar em quem não merece confiança.


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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