domingo, dezembro 15, 2013

O desgoverno municipal de Jeremoabo e suas supostas maracutaias.




Hoje recebi  várias mensagens através  do Facebook, onde informam que o desgoverno municipal de Jeremoabo a partir do dia 15 corrente,  começou a demitir o pessoal contratado  ou admitido sem concurso público de vários setores, inclusive o pessoal lotado no Hospital Municipal.
Informaram também que essas demissões são de mentirinha, pois em janeiro vindouro muitos retornarão aos seus cargos, pois é só para fechar a contabilidade de final de ano, “ acerto de contas”.
 Não estou duvidando das informações,  pois esse ato nefasto de agir já se tornou rotina, todavia,  caso sejam verdadeiras é um estelionato eleitoral, é um ato de irresponsabilidade e desonestidade.


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Primeiro a prefeita não pode contratar ninguém sem concurso público, inclusive existem muitas recomendações oriundas do  Ministério Público.
Será que os enganados de Jeremoabo já se esqueceram disso?

“De uma caneta só prefeito de Jeremoabo demite 500 comissionados e contratados.


O  Procurador Geral do município Dr. Antonio Moura disse que as demissões foram em função de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado na Promotoria Pública, onde o gestor se compromete a demitir todos os contratados e realizar concurso público, bem como para atender a faixa limite com pagamento de pessoal em função da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Segundo que caso esteja demitindo o pessoal da área médica, pior ainda, pois muitos são contratados pela  cooperativa.

Será que o dinheiro desses dias em que o pessoal ficar afastado irá retornar aos cofres públicos, ou será para acertos de contas pessoais, ou então para a cestinha de Natal?

Será que o desgoverno de Jeremoabo está achando pouco os escândalos com o recursos desviado da saúde, que estampou em toda imprensa, e deverá ser apurado pelas autoridades competentes?

 

 Aqui é o outro lado de Jeremoabo que ninguém mostra nem faz propaganda.

É o primo pobre.

Desde 18 de julho de 2013 que a Rua Duque de Caxias esta assim toda esburacada.

  Comentários:

  • Jose Dantas Como os governantes de Jeremoabo só vivem de subterfúgio, maquiaram a frente com as respectivas propagandas, e o restante permanece igual a cueca suja.
  • Cristina Fam Comadre, deve ser moda, sabe aquela coisa de usar jeans rasgado, deve ser inspirado no look louco, quente das portas do fiofo do mundo sem prega, sem beira nem eira.

  Só comparo isso ao idiota que deixou de comprar alimentos, para comprar roupa nova para ir a festa.

 

Aleluia e Geddel confirmam união das oposições para eleição estadual

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Pré-candidatos a governador José Carlos Aleluia, do Democratas, e Geddel Vieira Lima, do PMDB


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É muito curioso que Eliane Cantanhêde venha dar lições de moral, tachando de indigna a referência de Lula à indiferença da mídia em investigar o episódio do
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Jeremoabo extingui as árvores

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Foto de Jose Dantas. Foto de Jose Dantas.



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Dia desses conversava com o executivo de um grande grupo europeu, que não se conformava com o clima de pessimismo que via em meios empresariais 


Setubal critica Mantega, mas prevê Dilma reeleita http://goo.gl/3C6R5y Dono do Itaú Unibanco, o banqueiro Roberto Setubal, que até recentemente, era um dos principais agentes da oposição, modera suas críticas ao governo; agora, ele afirma que a presidente Dilma Rousseff é favorita na disputa de 2014 e diz que nem ela nem seus oponentes, Aécio Neves e Eduardo Campos, trariam problemas para o chamado "mercado"; no entanto, ele critica a política econômica do ministro Guido Mantega e afirma que é hora de trocar o consumo pelo investimento; Setubal também bateu no BNDES: "é impossível competir com essas taxas subsidiadas"
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Papa é chamado de marxista após lançar documento em que afirmou que o capitalismo seria ‘uma nova tirania’

Philip Pullella
Ag. Reuters

Haverá espaço no Brasil para o partido único?


Márcio Garcia Vilela


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Morre ex-coronel acusado de matar cinco presos no massacre do Carandiru

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MANDELA, UM HERÓI QUE FOI USADO?  
 
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Assista:lava jato sex com mulheres seminuas invade a Bahia

 
 
Fiúza diz que o eleitor brasileiro age como mulher de malandro http://goo.gl/BnXuRB Colunista Guilherme Fiúza, da revista Época, prevê a vitória da presidente Dilma, em 2014, mas afirma que isso transformará o Brasil num "país pior"; segundo ele, Brasil foi tomado por uma espécie de chavismo

Fiúza diz que o eleitor brasileiro age como mulher de malandro http://goo.gl/BnXuRB Colunista Guilherme Fiúza, da revista Época, prevê a vitória da presidente Dilma, em 2014, mas afirma que isso transformará o Brasil num "país pior"; segundo ele, Brasil foi tomado por uma espécie de chavismo,

Caso STF-Med fará Rosa Weber aliviar para o PSDB? http://goo.gl/W8Kkzh A reportagem mais importante do fim de semana foi publicada pelo jornal O Globo, que apontou que o Supremo Tribunal Federal, ao inflar os beneficiários de seu plano de saúde, recebeu R$ 16,8 milhões a mais do que deveria da União; o STF-Med tem no comando de seu conselho a ministra Rosa Weber, a mesma que decidirá se três secretários do governo de Geraldo Alckmin serão réus no STF no inquérito que apura as propinas da Alstom e da Siemens; na mesma edição, o Globo publicou o editorial "A missão do STF no caso do cartel em São Paulo", onde diz que "a folha corrida do PT em dossiês não é abonadora"; será esse mais um exemplo de faca no pescoço do STF?

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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