quinta-feira, dezembro 12, 2013

Isto é crime, mas como em Jeremoabo tudo pode, fazer o que?



Foto de Jose Dantas.Foto de Jose Dantas..
Foto de Jose Dantas. Foto de Jose Dantas...

Será que a prefeita e seus capachos não sabem que  derrubar uma árvore é extinguir ? 
Quando Spencer foi prefeito,  ao derrubar algumas árvores da Praça do Forró, esse mesmo grupo que hoje extingue a arborização da cidade, fizeram o maior barulho, entraram com representação perante o Ministério Público, pintaram o diabo, só não crucificaram porque não tiveram coragem.
  Hoje estão fazendo pior. 

O Cafezinho - A defesa de João Paulo Cunha e o cinismo da mídia



Como era de se esperar, a mídia repercutiu com o cinismo de praxe a iniciativa de João Paulo Cunha, deputado federal (PT-SP), de apresentar sua defesa contra as acusações pelas quais foi condenado pelo STF, na forma de uma revista, e com discurso contudente na Câmara dos Deputados. Nenhum de seus a...



Pelé é condenado a pagar pensão a dois netos; Justiça diz que meninos passam por privações

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MP lança Mapa da Improbidade na Bahia; ferramenta mostra ações contra políticos

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O Cafezinho - O novo arreganho de poder do STF





Reproduzo abaixo brilhante texto do Fernando Brito, publicado há pouco em seu blog. Eu acrescentaria que a nossa imprensa, como sempre, está fazendo uma péssima




CONTAS 2012 PREFEITURAS SEMÍ-ÁRIDO


Fonte: joilsoncosta

Crédito: Divulgação


Conforme pesquisa feita no site do TCM em relação à situação de 26 prefeituras da  região que tiveram contas 2012 julgadas, até terça-feira, 10 de dezembro 2013, encontramos 14 gestores que tiveram suas contas rejeitadas e 12 gestores com contas aprovadas, mais com ressalva:


Contas 2012 de 14 prefeituras que foram rejeitadas: Antas, Cícero Dantas, Itapicuru, Jeremoabo, Paripiranga, Pedro Alexandre, Quijingue, Ribeira do Amparo, Ribeira do Pombal, Sítio do Quinto, Tucano, Monte Santo, Caldas de Cipó e Coronel João Sá..


Contas 2012 de 12 prefeituras aprovadas, mais com ressalvas:  Adustina, Banzaê, Euclides da Cunha, Glória, Inhambupe, Nova Soure, Novo Triunfo, Olindina, Paulo Afonso, Santa Brígida, Fátima, Heliópolis. Por Joilson Costa, Rádio Pombal FM, com pesquisa no site do TCM- Bahia.
Para as prefeituras com contas rejeitadas

Comentando:


O TCM cumpriu com sua obrigação, agora cabe ao Ministério Público acionar a Justiça para que esses usurpadores do dinheiro público sejam responsabilizados cível e criminalmente, e não se beneficiarem de impunidade.

Jeremoabo por exemplo, já está com contas rejeitadas concernentes a dois anos consecutivos .
Quantos milhões não foram desviados pelo esgoto da corrupção e da improbidade, e estão pendentes de uma REPRESENTAÇÃO. 



Dalmo Dallari defende que Barbosa reembolse gastos com prisões, segundo ele "desnecessários" http://brasil247.com/+470fs Jurista faz ainda, em entrevista ao jornalista Eduardo Guimarães, duras críticas à teoria do domínio do fato e afirma que o destino dos réus da Ação Penal 470 já estava definido antes do julgamento. "Os réus estavam condenados antes de começar o julgamento"



O Cafezinho - O fascismo demagógico de Ancelmo Gois



O Cafezinho - Paulo Moreira Leite, Dalmo Dallari e Eduardo Guimarães debatem mensalão


Gilmar Mendes: ação sobre financiamento público de campanha é para beneficiar o governo http://brasil247.com/+8cly3 Segundo o ministro do STF, o modelo proposto pela OAB não acabará com a corrupção. "A quem isso interessa? Em geral, ao governo", afirma, acusando ainda o governo de fazer "propaganda eleitoral descarada". "Agora dizer que o problema está na doação de campanha... a corrupção está aí como está em outros setores", acrescenta
Guaibim Valença Brasil


ACUSADOS DE ESTUPRAR ADVOGADA APÓS FESTA A FANTASIA SÃO APRESENTADOS A IMPRENSA. SAIBA DOS DETALHES EM: http://www.sergipeenoticia.com.br/noticia.php?sa=99&cod=4381

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Aposentadorias achatadas

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Gazeta do Povo – PR 


É Tetra: TCM rejeita todas as contas do 2° mandato de João Henrique e pede R$ 568 mil de volta

por Sandro Freitas
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Mensalão: STF encerra processo e deputado Pedro Henry pode ser preso a qualquer momento

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Destino de tucanos paulistas recai sobre Rosa http://brasil247.com/+j9q07 Inquérito do escândalo Alstom-Siemens chega às mãos da ministra Rosa Weber (STF), que poderá tornar réus os secretários do governador Geraldo Alckmin (PSDB) Edson Aparecido e José Aníbal, e o deputado Arnaldo Jardim, do PPS. Nesta quinta-feira, Alckmin disse ver "objetivo político" nas denúncias
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Comissão da Verdade muda nome de escola no Rio http://brasil247.com/+84heg Instituição estadual, cujo nome homenageava o general Costa e Silva, passa a homenagear Abdias Nascimento, que se dedicou à luta contra o raciscmo

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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