sexta-feira, dezembro 27, 2013

CADA POVO TEM O GOVERNO QUE MERECE





A respeito deste assunto,  já escrevi uma matéria inclusive dizendo que em Jeremoabo a história se repete para pior.
Acredito que nem Freud consegue explicar qual o motivo de politiqueiros como esses que ai estão fazem da prefeitura uma verdadeira Casa da Mãe Joana.
Esse maquiavélico desgoverno que aí está, humilha os servidores, não respeita as Leis, e quando chega nas eleições é eleito se nada tivesse acontecido.
Para os desgovernos de Jeremoabo, Termos de Ajustamentos assinados em parceria com o Ministério público é “ de pior para acabou”, pois os profissionais da politicagem não respeitam, e o mais grave, fica por isso mesmo.
É muita falta de respeito usar o dinheiro do povo, demitindo esse mesmo povo, e na tentativa de comprar um vereador num ato criminoso e desavergonhado, não demite o filho desse vereador.
Quantas pessoas nesse momento estão em situação difícil devido essas demissões, verdadeiro extermínio em massa, onde o desgoverno agiu como se esses seres humanos fossem verdadeiros capões, onde a pessoa durante o ano alimenta diretamente pelo bico para engordar, e quando chega no período de festas matam para servir de alimentação. (Melhor explicando: (Ao franganote, antes de começar a cantar de galo ou de adquirir trejeitos de rei da capoeira, tira-se a virilidade, mutilando-o nos seus órgãos genitais. Sem o vício de macho, torna-se corpulento, as penas alongam-se e tornam-se sedosas e macias, tal como a sua carne suculenta, por muitos escolhida para a ceia de Natal.)
A prefeita admitiu muitos sem concurso público, outros com cargos e funções para burlar a Lei, passado um ano. No seu entender já estando gordos, resolveu sacrificá-los em época de festa, escolhendo o Natal.
Que confraternização hein prefeita?
Cada povo tem o governo que merece, disse um francês no século XIX
Passaram-se exatos duzentos anos e a expressão do francês permanece atemporal  em Jeremoabo.
Encerro citando:
O povo tem os seus adágios que ao longo do tempo tornam-se preceitos e verdades incontestáveis. O título acima, que irá dar nome a este artigo, é um exemplo. Será que cada povo tem o governo que merece? É uma resposta subjetiva, cada pessoa enxerga de acordo com sua experiência de vida. Particularmente, achamos que cada governo é a sublimação da vontade do povo, ele representa os anseios e os ideais da maioria. Se o governo eleito, é corrupto, é porque a maioria que o elegeu é
corrupta, ou acha que a corrupção é uma prática histórica aceitável e incorrigível. É comum se usar o slogan: “rouba. mas faz!”, que para alguns, é melhor roubar e fazer do que não roubar e nada fazer. Lembram-se da famigerada “Lei Gerson”? Parece que a nossa história de miscigenação contribuiu para formação duma índole culturalmente não muito ética. (Autor: Rilvan Batista de Santana – Recanto das Letras)






AMARRIBO Brasil
O presidente do Senado, doutor Renan Calheiros, preocupado com sua cabeça, requisitou um jato da FAB para voar de Brasília a Recife, onde fez um implante de dez mil fios de cabelo. Quem nestas Festas viajou com seu dinheiro deve perceber que esse tipo de coisa só acabará pela associação dos direitos de voto e de manifestação em torno de políticas públicas. Só com o voto isso não muda. Pelo voto, Renan começou sua carreira política em 1978, elegendo-se deputado estadual pelo PMDB de Alagoas.





O senador Renan Calheiros já foi pego algumas vezes utilizando verba pública para fins particulares. Em 2014 a turma que paga as contas irá as urnas. Elas poderão ser um bom corretivo, mas a experiência deste ano que está acabando mostra que surgiu outra forma de expressão, mais direta: “Vem pra



Água fria nos pessimistas: superávit fiscal é recorde http://goo.gl/fHjYMn O governo federal acaba de divulgar um número que derruba o último pilar do terrorismo econômico, focado no chamado descontrole dos gastos públicos; superávit primário (que mede receitas menos despesas, antes dos gastos com juros) registrado em novembro ficou em R$ 28,8 bilhões; número é recorde e eleva o saldo acumulado do ano a R$ 62,4 bilhões; “É o melhor resultado da série e mostra o que vínhamos falando antes: que iríamos cumprir a meta de R$ 73 bilhões. Estávamos corretos", disse o secretário do Tesouro, Arno Augustin; vitória também do ministro Guido Mantega, que vinha sendo atacado pela suposta "contabilidade criativa"

Terroristas econômicos perderam apostas em 2013 http://goo.gl/ZxMzuE Da garantia do apagão de energia feita na virada de 2012 para 2013, que não ocorreu, à previsão do estouro nas contas públicas, que, na verdade, bateram recorde positivo, projeções funestas para economia brasileira não se materializaram; colunistas da mídia familiar como Eliane Cantanhêde e Miriam Leitão erraram todas as suas previsões negativas; economistas como Ilan Goldfajn, do Itaú Unibanco, defenderam o desemprego como instrumento de controle da inflação, mas equipe econômica não acatou sugestão e manteve inflação na meta com regime de pleno emprego; vaticínio de fracasso nas concessões, formulado por André Esteves, do BTG Pactual, também foi desmentido pelos fatos











Dilma interrompe férias para acompanhar Minas

 

Dirceu: "Não temos e nunca pedimos regalias"







Foto: Eduardo Knapp - Folhapress:

Dilma pode ter quase a metade do tempo de TV

 








Por ordem da presidente Dilma Rousseff, o governo corria no início da noite de quinta-feira (26) para formalizar nesta sexta-feira (27) a demissão do vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima,

Aracaju




Marina pede mais protestos de rua em 2014 http://goo.gl/dXJkMB Ex-senadora Marina Silva, que tentou criar um partido, a Rede, cujos líderes estiveram diretamente envolvidos na organização de manifestações e até em depredações de patrimônio público, como no caso do Itamaraty, exalta os protestos de junho e pede mais em 2014; "voto nessa bela multidão que foi às ruas como personalidade do ano de 2013 e desejo-lhe mais força e criatividade para renovar a democracia no Brasil em 2014", diz ela


 

Ativista brasileira presa na Rússia volta ao Brasil nesta sexta




Deputados não terão férias nem salário extra, avisa presidente da AL-BA

por Sandro Freitas
Deputados não terão férias nem salário extra, avisa presidente da AL-BA
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

Aliado do PT, Eliel não confirma apoio a Geddel em 2014, mas sinaliza: ‘Interesse sempre há’

por Carol Prado
Aliado do PT, Eliel não confirma apoio a Geddel em 2014, mas sinaliza: ‘Interesse sempre há’
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
 
.

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas