sábado, dezembro 07, 2013

Retrospectiva 2013 : Em primeiro ano de desgoverno, “anabel” beneficiou os familiares e aniquilou o povo e os funcionários da prefeitura.

Foto divulgação.



O ano de 2013 foi um ano perdido para o povo de Jeremoabo,  e um ano de reabilitação para o desgoverno municipal e seus familiares.

Ao se apossar do desgoverno, a prefeita demonstrou logo porque queria ser eleita, pois seu primeiro ato foi nomear seus parentes para o comando das principais secretarias e cargos de alto escalão.

Como vingança desativou o deposito do lixão aberto, localizado em terreno da genitora de um seu secretário, para beneficiar um seu protegido, consequentemente pagando um preço  maior e não se importando com os prejuízos causados ao meio ambiente.

Descumpriu sentença judicial para beneficiar outro seu protegido, doando de forma arbitraria e imoral bancas de magarefe para outro seu afilhado.

De forma desumana e arbitrária invadiu, se apropriou e  derrubou os trailers da rodoviária, deixando trabalhadores, desempregados.

Posteriormente, agindo como se o bem público fosse  sua propriedade, presenteou, os mais iguais com trailers construídos com o dinheiro do povo.

Ainda desrespeitando a Lei, permitiu que lanchonetes permanecessem funcionando em locais irregulares.

Dando prosseguimento ao desastroso desgoverno, afundou os tradicionais festejos juninos.

Através da Secretaria de Saúde implantou no Hospital Municipal de Jeremoabo o cargo de Marajá, com supersalários e acumulação ilícita.

Aproveitou o período da Seca para decretar estado de calamidade e contratar quem bem quisesse sem a devida licitação.

Não estando nem aí para a miséria dos flagelados da seca, comprou com o dinheiro do povo vários carros de passeio para esnobar.

Para deixar o Secretário de Infraestrutura  Pedrinho caladinho e no seu devido lugar, demitiu a sua esposa da Secretária que há muito vinha como titular.

Não satisfeita com todos esses malefícios,  cortou as horas dos professores que há muito tempo já tinham incorporados nos seus vencimentos as 40 horas, desestruturando mais uma vez inúmeros pais de famílias .  

Conforme denúncias de vereadores está deixando os alunos sem merenda escolar.

Como não gosta de quem tem cultura ou educação, não cumpriu a Lei onde assegura transporte escolar para quem estuda fora da sede, estou me referindo aos estudantes universitários, que estão comendo o pão que o diabo amassou para frequentar um curso universitário fora de Jeremoabo.

Universidade, faculdade em Jeremoabo é “nome feio”, é palavra obscena.

Para não alongar muito e deixar essa matéria cansativa, encerro por aqui, dizendo que deixou a cidade com tanta cratera, e esburacada que parece até com o solo da lua, sem falar no lixo depositado junto as residências, e a Serra da Santa Cruz, lugar onde o povo vai orar e pagar suas promessas, mandou fechar com cadeados.  

E como não poderia deixar de ser, tentou massacrar a população de Jeremoabo aumentando de forma irregular, arbitraria desumana e irresponsável, o IPTU, que mesmo sem nenhum amparo legal, só não castigou a todos devido a gritaria generalizada, onde parece que recuou ou fez alguma trambicagem.

Portanto, em Retrospectiva 2013, nos deparamos com um ano perdido e um grande castigo para o povo de Jeremoabo.


"If you could see what I have seen with your Eyes." -BladeRunner ("Se você pudesse ver o que eu tenho visto com os seus olhos." -BladeRunner)




ANTES TARDE DO QUE NUNCA!
NESTE DOMINGO O FANTÁSTICO IRÁ MOSTRAR AS TRAMBICAGENS DO HOSPITAL MUNICIPAL  DE JEREMOABO.
E AGORA "ANABEL",?

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Fantástico investiga fraude na verba da saúde pública do Brasil

Esquemas foram criados para roubar a verba que deveria pagar médicos e tratamentos.

Neste domingo (8), você vai ver mais um uso fraudulento do dinheiro público no Brasil. Esquemas foram criados para roubar a verba que deveria pagar médicos e tratamentos. É um desrespeito com a população que mais precisa.

O atendimento fica ruim, rápido demais e pouco profissional. E assim, some o dinheiro e a saúde no Brasil some junto.

José Raimundo e Eduardo Faustini mostram como funcionam as cooperativas de saúde e as Oscips (organizações da sociedade civil de interesse público), que sempre geraram desconfiança sobre seus métodos de atuação e a forma como usam recursos públicos. Beneficiadas por contratos firmados com prefeituras, elas são responsáveis por gerir as verbas da saúde, fazendo, inclusive, a contratação e alocação de médicos. (Fonte: Blog do Povo)



Aliás

Valeu, Madiba: o verdadeiro bom combate

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A primeira resistência


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Casa de marimbondos na política


Luiz Tito


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Da Agência Brasil



Seleções viajarão até 5,5 mil quilômetros pelo País na Copa de 2014

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Inflação traz de volta o hábito de estocar produtos

A inflação reduz o poder de compra e para espichar o orçamento doméstico o consumidor retoma antigos costumes. Os produtos mais caros também vêm sendo substituídos


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PPS boicota Aécio e vai de Campos em 2014








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Em entrevista, advogado reitera inocência de Dirceu

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PT: Judiciário é “elitista e pouco transparente”

Foto: Jose Cruz/ABr: Bras�lia � O Supremo Tribunal Federal (STF) est� terminando os preparativos para o julgamento do mensal�o, que come�a amanh� (2). Dos 243 assentos do plen�rio da Suprema Corte, 152 est�o destinados aos r�us e advogados do processo e 75 lugares foram reser
Texto que servirá como base no 5º Congresso do partido, na próxima semana, faz duras críticas ao poder judiciário brasileiro; "O sistema judicial, lento, elitista e pouco transparente, tem sido igualmente permeado por interesses privados", diz documento
 
 
'Figura de Mandela é usada para disfarçar racismo no Brasil', diz ministra Luiza Barros, da Igualdade Racial brasil247.com/+0i7bc Segundo ela, "o apartheid na África do Sul sempre foi utilizado como exemplo de racismo que, comparativamente às condições nacionais, fazia com que o racismo praticado por cada país parecesse algo muito brando"

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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