segunda-feira, julho 16, 2012

 

 Não sei se por incompetência ou irresponsabilidade!!!



Concordo com o padre Ramos quando em seus sermões diz que o (des)governo municipal só se importa com cavalgadas e cachaças. É a tal: política do pão e circo.
No Município de Jeremoabo a população há muito tempo vem convivendo com constantes surtos  de  diarréias com vômitos e febre, até hoje ninguém procurou pesquisar qual a causa dessa doença que vem castigando a todos.
Uns se queixam da qualidade d’água, pois tem dias que ao abrir  as torneiras parece mais água sanitária, devido ao odor bem como a cor cinzenta.
A sorte da população de Jeremoabo é que o hospital contratou uma safra de médicos recém-formados, e esses começaram  com muito gás, procurando na prática se aperfeiçoar e não se guiando pelo quantitativo de fichas, estou me referindo ao pronto atendimento, porque no restante o Hospital ainda continua na UTI, principalmente agora que  após ser municipalizado arranjaram uma firma privada para gerir o mesmo.
Enquanto não tomarem as providências que o caso requer, a população continuará a conviver com a doença, se escudando apenas nos paliativos.
Mas como todo povo tem o governo que merece, que assim seja.

 

 

advogado preso em flagrante...

Nada vai acontecer a Demóstenes, que continuará ganhando quase R$ 40 mil mensais.

Carlos Newton



Qaulquer semelhança com Jeremoabo é mera coincidência
Adib Elias prepara candidatura da mulher contra Jardel Sebba
O presidente do PMDB, Adib Elias, tem confidenciado a aliados de Goiânia que vai puxar o tapete do prefeito de Catalão, Velomar Rios. Por enquanto, publicamente, vai manter o discurso de que apoia a reeleição do peemedebista. Entretanto, nos bastidores, trabalha para solapá-lo.
Como é ficha suja, e não pode disputar o próximo pleito, Adib Elias prepara, na surdina, o lançamento da candidatura de sua mulher, a ex-deputada Adriete Elias. Sua mensagem é a seguinte: se Adriete for eleita, ele, Adib, será o prefeito de fato. O eleitorado não aprova gestores tutelados, mas, mesmo assim, o ex-prefeito avalia que terá condições de elegê-la.
A pedra no caminho é o tucano Jardel Sebba, que lidera as pesquisas, inclusive as feitas por Velomar Rios, mas não divulgadas.






Nova urna eletrônica



Rosane Collor fala de magia negra e reclama de pensão

Rosane Collor fala de magia negra e reclama de pensãoEx-primeira-dama revela práticas na Casa da Dind


Livre pensar é só pensar (Millôr Fernandes)


As pessoas que falam muito, mentem sempre, porque acabam esgotando seu estoque de verdades.

Apresentada no Supremo representação contra Sarney por não dar andamento a processo contra o ministro Joaquim Barbosa

Carlos Newton



Sobre a insignificância do valor dos tratados

Carlos Chagas



Redução da Selic tem várias faces: atinge cadernetas e aumenta juros

Pedro do Coutto



O fim dos tempos segundo o filósofo Zizek: a mentira nossa de cada dia




Entre as grandes operadoras de planos de saúde, por que apenas a Unimed foi punida?

Carlos Newton



http://www.sponholz.arq.br/charges/grd/charge_grd_014.jpg

A versão moderna do PMDB

Carlos Chagas




 
Desembargador Nery da Costa Júnior, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (sede em SP) (Lucas Lima/Folhapress)
crimes tributários

Desembargador é suspeito de usar cargo para favorecer frigorífico

 

Serviço telefônico que reconhece voz entende quase tudo errado

transtorno





Prazo para pedir a revisão dos auxílios do INSS é ampliado pela Justiça

Decisão judicial diz que para corrigir benefício vale data inicial da aposentadoria, e não do auxílio calculado com erro


Araguaia: Brasil terá de explicar fracasso na busca de desaparecidos

 

Vice-presidente da CPI do Cachoeira quer indiciamento de Marconi Perillo

 

Bicheiro que vazou operação visitou casa de juiz


Cachoeira ficou sabendo de detalhes da Operação Monte Carlo por seu amigo, o também bicheiro Olímpio Queiroga
Não se sabe como Olímpio Queiroga obteve as informações sobre a Operação Monte Carlo. Mas ele esteve na residência do juiz Leão Aparecido perto do carnaval. O juiz não estava, mas, dali, ele foi se encontrar com Carlinhos Cachoeira
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Leonardo Boff: o mundo ocidental, uma civilização em decadência

No Fórum, Maritânia Dallagnol: as regras eleitorais para o último ano de mandato

Recesso ainda depende de aprovação da LDO

 

Heitor Peixoto
Heitor Peixoto

Crianças, tapem os olhos! Vai começar o resumo político da semana!

 

Nos jornais: senadores querem novas explicações de Marconi em CPI

Nos jornais: PF vê fraude de R$ 100 milhões na obra da Norte-Sul

Nos jornais: governo cede e oferece aumento de até 48% a professores

 

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Saúde: uma pílula para ajudar a tirar lembranças ruins

 

Estado da Bahia passará a contar com mais 4 cursos de medicina

Desafio é promover interiorização da graduação

 

Defesa de Duda Mendonça no mensalão acusa Valério

 

Enfraquecido, DEM estuda fusão com o PMDB

 

  Reprodução/TV Globo

Insatisfeita com pensão, Rosane ataca Collor

Em entrevista ao Fantástico, Rosane Collor, que quer receber mais do que os atuais R$ 18 mil, diz que o ex-marido fez macumba nos porões da Casa da Dinda para chegar à presidência; segundo o jornalista Luís Nassif, é retaliação da Globo por Collor defender um capítulo da mídia na CPI do Cachoeira

Criminoso nazista mais procurado do mundo é encontrado em Budapeste
Laszlo Csatary, 97 anos, é acusado de cumplicidade na morte de 15.700 judeus durante a Segunda Guerra Mundial

 

Agência Brasil

CPI procura, mas nada acha contra Gilmar Mendes

No entanto, comportamento de Roberto Gurgel é questionado dentro da comissão
comentários

 

 

Tiro da CPI em Marconi virá junto com o mensalão

Agência Senado/Divulgação

O relator da CPI do caso Cachoeira, Odair Cunha (PT-MG), e o vice-presidente Paulo Teixeira (PT-SP) já anteciparam a decisão: irão propor o indiciamento do governador de Goiás, Marconi Perillo, no relatório de agosto; acusações contra tucano irão dividir as atenções com o julgamento do mensalão, no STF

 

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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