sábado, julho 21, 2012

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 Jeremoabenses vamos apontar os ‘porcolíticos’ 

 

 

É PREJUDICIAL À CIDADE, VOTAR EM FICHA SUJA, OU SUA BRUXA MARIONETE

Dizem que o brasileiro tem memória curta, por isso, é necessário que tenhamos que despertar nossa memória e gravar em nosso cérebro, a atuação e comportamento daqueles que se apresentam para nos representar. Se a maioria não votar nos candidatos que não honraram com a sua escolha, esqueça, nunca mais vote nele. Você pode identificar o candidato corrupto. Se o mesmo já exerceu algum mandato, procure saber se suas contas foram aprovadas, se ele não sofreu nenhuma multa de algum órgão fiscalizador, como o TCE, TCU, CGU... TJ, ou STF, ou se foi investigado pelo Ministério Público de qualquer esfera. Verifique se em sua administração ele praticou ou deixou praticar a perseguição política, punindo processando aqueles que não comungavam de suas idéias.Veja se houve obras superfaturadas ou de má qualidade em sua gestão. Veja se as obras foram concluídas em sua totalidade, se cumpriu com as promessas de palanque, principalmente nos serviços de saúde, se o hospital municipal funciona bem, se a educação de seus filhos mereceu atenção especial dos gestores e representantes legislativos. Observe quem e quais foram seus colaboradores mais próximos e suas atuações. Observe e compare a multiplicação de seu patrimônio em tão pouco tempo, isso sem justificativas palpáveis, isto é, se ele não é empresário, não ganhou na mega sena, não herdou fortuna e entrou na política e de repente enriqueceu, isso é sinal de corrupção e esquemas montados para desviar dinheiro público. Procure saber e verifique se em sua gestão as contas foram publicadas e se a maioria da sociedade tomou conhecimento. Se houve denuncia de formação de quadrilhas e máfias em seu governo. Verificando e observando esses e outros detalhes, certamente você poderá identificar os maus gestores e se quiserem voltar (ainda que seja através de esposa, filho, irmão...), negue seu voto, assim, você estará contribuindo para a punição dos políticos com ficha suja. Veja quem são seus colaboradores mais próximos. Observe e procure saber da evolução de seu patrimônio, sua origem e se estão de acordo com suas possibilidades. Busque saber de seu comportamento para com seus adversários. Se ele respeita o lado pessoal e moral deles, se ele não usa (por meio de terceiros, rádio, blogs...) de artifícios para denegrir a imagem das pessoas, fazendo acusações levianas, sem provas. Se ele age de forma covarde, não assume seus atos e se esconde na imagem de outra pessoa. Seja esperto, pois os políticos corruptos são capazes de tudo para ludibriar você. Eles prometem coisas que não podem cumprir, prometem e alguns até lhe dão dinheiro, mas se você se “VENDER” estará fadado a ser mais um na multidão. Caso isso aconteça de um político safado oferecer, 50, 100 ou 150 reais para comprar seu voto, NÃO aceite o dinheiro desse canalha e NÃO vote nele. Eleja aquele que não compra seu voto. Será um manipulado, um marionete desses crápulas. Você se tornará um serviçal à disposição do mau e contribuirá para que esquemas ilícitos sejam postos em práticas e que os recursos públicos, continuem a ser desviados, enriquecendo ilicitamente esses sanguessugas do dinheiro público. A única coisa que político corrupto jamais promete, é ser TRANSPARENTE. Você é o dono do destino de seu município. Só você poderá fazer mudar a sua história, vai depender unicamente de seu VOTO. Se os corruptos vencerem, não se queixe a ninguém, assuma a sua culpa e conviva por mais 04, 08 ou 20 anos. Você será o maior responsável pelo sofrimento de uma população inteira de uma cidade. A culpa maior é só sua eleitor que elegeu um político corrupto, ou alguém imposto por ele, para roubar pra ele.(http://valcabral.blogspot.com.br)

 


Eleitor seja ficha limpa, não vote em político ficha suja

Entrevista

Novo movimento quer combater a corrupção

Leia entrevista com o promotor Jairo Cruz Moreira, coordenador nacional da campanha “O que você tem a ver com a corrupção?”, que busca aproximar o cidadão do MP
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Sérgio Telles: è Psicanalista. Membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae

Sérgio Telles: è Psicanalista. Membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae
"A voracidade com que os políticos organizam negociatas e se apoderam do bem público em detrimento da coletividade é uma manifestação predatória e fanática do poder. É expressão de um narcisismo maligno que desrespeita a coletividade e coloca multidões na miséria e no desamparo".

 

 


 

 

 

Eliana Calmon vai pra cima dos "Bandidos de Toga"


"Até setembro vou correr atrás dos últimos bandidos que estão escondidos atrás da toga". (Ministra Eliana Calmon)

 

PT e PSDB se aliam para disputar eleições no interior de Minas Gerais

Gustavo Prado (Jornal O Tempo, de BH)





Ditado Popular

Ditado Popular
"JUSTIÇA NO BRASIL É COMO SERPENTE,SÓ PICA OS DESCALÇOS..."

Propaganda pela TV só influencia o eleitor nas capitais. Nas outras cidades, poucos assistem.

Carlos Newton



Populações de peixe estão perto da extinção

Estudo mostra que 30% das populações de peixes estão próximas da extinção. No Brasil, pescadores já sentem os efeitos e especialistas culpam a extração descontrolada

O começo do fim

Carlos Chagas




Edição/247

Jornalista revela a conta de Maluf no exterior






Segundo Sandra Cureau, Jorge Viana e Tião Viana teriam gasto grandes quantias para fazer com que a imprensa acreana falassem bem deles e mal de seus adversários

MP pede cassação de irmãos Viana no Acre

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Ao contrário do que se informou anteriormente, os exames feitos pelo presidente do PTB, Roberto Jefferson, indicaram a existência de um tumor benigno, e não de câncer. A informação foi prestada pela assessoria do PTB e confirmada pela assessoria pessoal …
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Nos jornais: ministros do STF também extrapolam teto constitucional

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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