domingo, julho 22, 2012

FICHA SUJA NÃO DEVERIA LANÇAR ESPOSA COMO CANDIDATA

 

 Ficha "laranja"?

Para um político com ficha suja, que é impedido pela Justiça Eleitoral de ser candidato a prefeito, há a alternativa de se fazer eleito através da esposa. É como se ele fosse eleito indiretamente. A esposa é eleita, mas quem dar ás ordens é o marido. E qual é a esposa que ousaria contrariar as determinações de quem a fez ser eleita prefeita? Ela ficaria responsável em assinar documentos e ele é quem tomaria conta das chaves dos cofres públicos. Para um político ficha suja, isso significaria a possibilidade de permanecer mamando, mandando e desmandando nas tetas do poder. A origem da situação de impedimento de candidatura do político ficha suja, foi o roubo do dinheiro público que deveria servir para construção de postos médicos, merenda escolar e pavimentações de ruas, mas que acabou nos bolsos de eleitores e lideranças comunitárias e partidárias venais. E para manter este ciclo pernicioso de surrupiamento do erário, é que entra em cena a esposa do salafrário. É através dela que ele deseja manter suas garras de gatuno sobre o bolo, com as migalhas jogadas aos seus asseclas. Entretanto, o povo já sabe de tudo isso e não permitirá que este ciclo de pilhagem se sustente com o beneplácito da maioria. A maioria fará a bruxa ser derrotada, enxovalhada e escurraçada… com, ou sem vassoura!

Por: Val Cabral

 

 


Só o voto corrige

Vamos fazer o manifesto-fora corruptos nesta eleição


por Eugenio Junqueira

Eu voto em político e não em ladrãoEu voto em político e não em ladrão
 
A vida acontece a partir da liberdade, de expressar nossos sentimentos, de falar nossos ideias, de aceitar as diferenças e de viver em harmonia. Todavia, devemos na liberdade, entender o sentimento do próximo, ouvir as ideias de todos com suas diferenças e viver a liberdade de cada um, sem que o outro seja prejudicados e juntos fazermos as diferenças de cada um ser um somatório de grandes acontecimentos, favorecendo uma sociedade mais justa e permanentemente livre, sem que o Estado nos imponha leis absurdas que nos privem de nossa liberdade e transformem os políticos em semideuses.
Nós somos o povo e precisamos ser ouvidos... A liberdade acaba quando um político corrupto rouba o dinheiro do povo, pois rouba tudo que o povo pode ter por direito adquirido, saúde, educação e segurança. Amigo nesta eleição vote contra a corrupção,  temos apenas a ficha limpa para lutar, más em país de “leis”, pode haver algum que consiga estar no processo eleitoral, pesquise e só vote em quem você tiver certeza de não fazer parte desta praga de corruptos. VAMOS FAZER O MANIFESTO-FORA CORRUPTOS NESTA ELEIÇÃO... EU VOTO EM POLÍTICO E NÃO EM LADRÃO...


  m.br

Campanha pró-faxina dos políticos conta a história do barbeiro que fazia serviço comunitário e não cobrava cortes de cabelo

O comentarista Luiz Fernando Brito Pereira, sempre atento, nos envia uma curiosa mensagem que faz sucesso na internet, na defesa de uma faxina na política, sob o lema “Na próxima eleição troque um ladrão por um cidadão.

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Uma eleição de cada vez

Carla Kreefft (O Tempo)


Era só o que faltava: deputados querem derrubar transparência na divulgação de salários dos servidores

Carlos Newton






NÃO VOTE EM BANDIDO FICHA SUJA , VOTE EM QUEM TEM CARATER E MORAL .

A Igreja Crstã deve   aproveitar as eleições municipais desse ano para eliminar do pleito “os candidatos cujas vida pregressa de acordo com a lei (da Ficha Limpa) contamina o cenário político e ameaça a democracia” .
TIRAR FORA OS PINOCHIOS QUE SOMENTE SABEM MENTIR  E ENGANAR O POVO HUMILDE E TRABALHADOR.
Para tanto propõmos  aos eleitores em geral que não venda seu voto e nem o anule, pois quem anula o voto “omite-se e renuncia à possibilidade de participar do processo político”.
Os conceitos estão no documento “Orientação sobre a participação dos católicos e evangelicos nas eleições” .

Um dos principais alertas da Igreja é para que o eleitor “avalie, com cuidado, as campanhas dos candidatos, a quantidade de dinheiro gasto e as promessas feitas.


Verifique se eles terão condições de cumprir o que estiverem prometendo”.

 Pede uma “atenção especial” à “propaganda enganosa, á oferta de dinheiro ou favores que visem enganar o eleitor”.



Queremos que todos tomem consciência, pois estamos preocupados com o seguinte: diante do que aparece na mídia sobre os políticos há o perigo das pessoas descrerem da política, acharem que é uma coisa ruim, quando ela é a arma do cidadão para se defender da corrupção.
Se há corrupção é porque a escolha dos candidatos foi errada de quem os elegeu”, pois  além da tomada de consciência em relação ao voto, os brasileiros precisam acompanhar os mandatos de quem elege , e corrupto não merece a segunda chance.


 “As pessoas devem acompanhar, se manifestar, elogiando quando uma coisa é bem feita ou reclamar das coisas erradas . O bispo deu “graças a Deus” ao aparecimento da Lei da Ficha Limpa, e “uma lástima” aos ataques que a legislação sofre, e acredita haver a necessidade de se criar uma “cultura política do povo de cobrar dos seus representantes.

E se o político representa bem merece ser reeleito, senão é melhor que não receba mais voto”.
BISPO ROBERTO TORRECILHAS (gritosdealerta)


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Como acabar com os pobres de espírito?

Carlos Chagas

CAMPANHA-LIMPA

Candidato pode ficar inelegível mesmo sem decisão das câmaras

Cerca de 186 prefeitos e ex-gestores baianos com contas rejeitadas pelo TCM correm risco




Marido instala cadeado na Vagina de sua esposa

Um mecânico foi preso em Indore para supostamente manter os órgãos genitais de sua esposa trancados por quatro anos. O incidente só veio à tona quando a vítima tentou suicidar-se ontem e foi levado às pressas para o hospital.

Mesmo assim, Sohanlal Chouhan, 38, tentou justificar sua ação, dizendo várias mulheres em sua família tinha "perdido" no passado.

Sua esposa, Sitabai, 35, disse à polícia que no início de 2008, Chouhan havia perfurado buracos em ambos os lados de seus órgãos genitais depois de drogar-la.

Antes de sair para o trabalho, Chouhan iria inserir um pequeno cadeado nos buracos, mantendo as chaves em suas meias. A polícia apreendeu dois conjuntos de fechaduras e chaves para além de uma agulha supostamente usado para fazer os furos.



As frases de um semestre de strip-tease político


O semestre no Congresso concentrou várias sessões de desnudamento - de pessoas ou de posições políticas
Primeiro semestre teve de senador despido do mandato a iniciativas para descortinar mistérios do passado e do presente, passando por flagrantes de fisiologismo explícito. Confira frases que marcaram o período
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José Granjeiro: a vida aos 50 anos

 

 Felipe Rosa Gazeta do Povo / Quando a loja não oferece desconto para o consumidor que paga no ato da compra, está cobrando a correção toda de uma vez

Mercado brasileiro embute os juros no preço à vista

A prática foi incorporada pelo mercado brasileiro, que cobra juros embutidos no preço à vista e anuncia parcelas supostamente isentas de correção



Fisioterapia ajuda a prevenir e tratar a disfunção urinária

Especialidade tem sido cada vez mais utilizada

14ª edição

Marcha para Jesus leva milhares de fiéis à orla da capital baiana

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Má conduta do homem público influencia cidadão

Deslizes de autoridades precisam ser estímulo para população criticar o fato e não justificativa para cometer o mesmo erro, afirmam especialistas



Insetos fornecem pistas valiosas sobre assassinatos

 

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Jogador de basquete atingido por tabela durante treino morre em Brasília

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David Henrique estava na UTI há 10 dias

 

 

 

 



Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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