sexta-feira, junho 15, 2012

A IMPROBIDADE E O DESRESPEITO AO CIDADÃO TORNARAM ROTINA EM JEREMOABO


    Já que estamos iniciando os festejos juninos,  período de fogueiras e quadrilhas, vamos apelar aos órgãos responsáveis para que pelo menos procurem prevenir erros grotescos  causadores de acidentes.
    No que diz aos condutores de veículos,  é preciso uma fiscalização rigorosa dentro da cidade para evitar acidentes.
Como exemplo cito um caso de imprudência em frente a Casa da Fafá onde um ônibus atropelou uma árvore,  cuja vítima  poderia ser qualquer ser humano que estivesse ali tomando a sua costumeira água de coco.
Instalação de energia elétrica.  O cidadão cumpridor com as suas obrigações,  para conseguir implantar energia na sua residência é um “ deus nos acuda”, as exigências são grandes, é poste padrão, caixa padrão para contador e outros padrões, todavia para instalar qualquer ligação sem os mínimos padrões de segurança é a coisa mais fácil, vide fotos acima,  onde foi instalada uma  rede de energia elétrica sangrada de um poste sem nada padrão, apenas pondo em risco a vida do cidadão principalmente de crianças, pois após determinação do prefeito para desativar uma barraca clandestina sem nenhum alvará de funcionamento, apenas cortaram um fio com energia, enrolaram em um cano de ferro sem nenhum isolamento, e o pior, numa altura que qualquer criança ou adolescente poderá pegar e ser eletrocutado.
Aqui fica a pergunta: depois do leite derramado, quem será responsabilizado?
Quanto a linha telefônica a facilidade é semelhante, é um incentivo ao cidadão aderir a clandestinidade.
Quero alertar aos responsáveis  que não é por aí, pois onde há ordem há respeito, sendo melhor prevenir do que remediar.
Vamos aproveitar as tradições do São João ordeiro e pacífico  de Jeremoabo.


Brasília: concurso de quadrilhas é aqui


(Charge: Humberto/JC)



Procurador-geral de Justiça cobra a promotores que fiscalizem gastos de municípios com a seca

O procurador-geral de Justiça, Wellington César Lima e Silva expediu recomendação a procuradores para que fiscalizem os gastos dos municípios em estado de emergência e calamidade com os festejos juninos. O pedido, publicado nesta quinta-feira (14) no Diário da Justiça, é dirigido aos membros do Ministério Público que atuam nas áreas da cidadania e defesa do patrimônio público. A procuradoria também pede que sejam fiscalizadas a efetividade e a impessoalidade das ações em benefício das populações menos favorecidas sujeitas aos efeitos da seca. 

Reflexões de um ateu sobre o cristianismo e o protestantismo

Paulo Solon



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Consumidor de baixa renda tem taxa especial de telefonia


Consumidor de baixa renda tem taxa especial de telefonia
 
Assinatura mensal é entre R$ 12,62 e R$ 14,80
Famílias com renda de até um salário mínimo já podem solicitar a instalação de telefone fixo com assinatura mensal entre R$ 12,62 e R$ 14,80, com tributos, segundo as regras do novo Acesso Individual Classe Especial (Aice). A mensalidade anterior era de R$ 24,14, com tributos. O valor atual, que varia conforme a prestadora e a localidade atendida, é menos da metade da assinatura básica residencial convencional (R$ 40,24, com tributos).
Para assinar o novo Aice, com franquia mensal de 90 minutos para chamadas locais entre telefones fixos, os interessados devem estar inscritos no Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal. Haverá duas novas fases com início em 8 de junho: a partir de 2013, o serviço irá incluir famílias com renda de até dois salários mínimos; e, em 2014, todas as famílias incluídas no Cadastro Único.
O telefone popular deve ser oferecido pelas concessionárias de telefonia fixa local, como previsto no Decreto nº 7512/2011 e disciplinado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no Regulamento do Aice do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC).
As diretrizes para divulgação da oferta do Aice foram estabelecidas no Ato nº 2.979, de 28 de maio de 2012, por meio do qual estabeleceu especificações mínimas para divulgação de informações nas páginas das concessionárias na internet.




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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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