segunda-feira, março 21, 2016

Teremos uma madrugada dramática pela frente. Se Ricardo Lewandowski conceder um Habeas Corpus absolutamente ilegal e sem sentido anulando a decisão de Gilmar Mendes, temos uma chance enorme de acordarmos com o país conflagrado. Nas mãos de Lewandowski está a decisão: ou preserva a Justiça ou incendeia o Brasil.

Pedido de Habeas Corpus, se aceito, geraria conflito inédito no STF e comprovaria aparelhamento. Ao que tudo indica, defesa soube da iminente…
sulconnection.com.br


1 – Para comentar no Blog do Edson Sombra você poderá informar, além do seu nome…
edsonsombra.com.br
Raul Schmidt foi preso suspeito de envolvimento em pagamento de propinas a ex-diretores da Petrobras

Autoridades de Portugal cumpriram, na 25ª fase da operação, mandado de prisão
gazetaonline.com.br


Na ‪#‎CapaDoDia‬ destaques para a política nacional e para mais uma reportagem da nossa série especial sobre a Guerra pela Água no Espírito Santo

EXCLUSIVO: Habeas Corpus solicitado diretamente ao Supremo, enquanto vigora a decisão de Gilmar Mendes devolvendo a competência do caso ao Juiz Sérgio Moro é mais uma ilegalidade cometida pela dobradinha AGU-Defesa de Lula. O desespero está fazendo com que todos os ritos legais sejam atropelados para manter Lula fora da cadeia.

Apresentação de pedido de Habeas Corpus contra Mandado de Prisão no STF, sem que o tribunal tenha decidido a ação contra Gilmar Mendes, é…
sulconnection.com.br

Goooooool do Brasil.

Sérgio Moro é homenageado em estádio com máscaras e bandeirão
veja.abril.com.br
Se Aécio merece ou não ser cassado, não cabe a José Eduardo Cardozo emitir opinião. Isso é atribuição da força tarefa da Lava Jato e da Justiça. Também não é de bom tom que um integrante do Estado meta o bedelho em uma entidade autônoma.

Ex-ministro da Justiça escancara o quanto a instituição virou um apêndice partidário
sulconnection.com.br
A tentativa da defesa de Lula de passar por cima da decisão de Gilmar Mendes encontra também a jurisprudência do STF como obstáculo.

Manobra da defesa de Lula é Jus esperneandi na mais alta potência.
sulconnection.com.br
Ex-presidente Lula foi escalado por Dilma Rousseff para exercer informalmente a articulação política do Planalto http://bit.ly/1pWjJlr
VEJA compartilhou um link.
1 h ·

Caso presidente realmente leve adiante esse propósito, no pouco tempo que lhe resta de governo, o que vocês acham que vai acontecer? Ora, vai ficar ainda…
veja.abril.com.br


Parece que agora sim a casa caiu.

Parece que agora sim a casa caiu.
implicante.org
ção sugerida
BOMBA!!! É só o que faltava ...

Nesta quarta-feira (16), em uma conversa telefônica entre…
ointelecto.tk
Folha de S.Paulo e outras 2 pessoas compartilharam um link.

Diário do Poder compartilhou um link.

O conchavo político “não é bonito de se ouvir”, lembra um deputado do PR-MG, daí o temor de flagrantes em conversas pouco “republicanas”.
diariodopoder.com.br
CBN
21 min ·
Processo de investigação interno apura denúncias. Ouça o comentário de Carlos Alberto Sardenberg
Governo recorre ao STF para suspender decisões contra Lula: http://glo.bo/1pvpupF
Alexandre Garcia comenta decisões: http://glo.bo/1T3YRUS




editorial do Estadão

Diante dos avanços da Lava Jato: "É a exacerbação da sem-vergonhice"

Os ministros do STF precisam ler o editorial do Estadão


O antagonista - 21/03/2016 - 08:00:10

Ministros do STF durante o julgamento do  recurso contra mudança no rito de Impeachment. Leia mais


Após gravações, governo busca novo nome para assumir comando da PF

Sobrou para Leandro Daiello: Governo decidiu buscar um novo nome para a Polícia Federal

O governo decidiu buscar um novo nome para assumir a diretoria-geral da Polícia Federal em até 30 dias

Por LEANDRO COLON - coluna poder/uol - 21/03/2016 - 06:05:10

O diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo Leia mais
 


impeachment no Congresso

Para Renan: Senado não vai barrar afastamento

Para Renan, caberá ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva evitar o impeachment na Câmara dos Deputados

Estadão conteúdo - 20/03/2016 - 12:16:01

Principal esperança do governo contra o impeachment no Congresso, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), já disse a interlocutores que não tem condições de barrar o afastamento da presidente Dilma Rousseff do cargo caso a Câmara dos Deputados tome essa decisão. Leia mais

Brasil, Brasília - Distrito Federal, 21 de março de 2016
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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