quarta-feira, março 23, 2016

Ao divulgar grampo, juiz Moro agiu em legítima defesa da legalidade


O magistrado agiu em nome do mais elevado espírito público
Jorge Béja

Listão do acarajé
Papéis foram apreendidos na “Acarajé” e liberados ontem (22.mar)Planilhas…
fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br|Por Fernando Rodrigues
“O ministro Teori, que é muito cauteloso", afirmou o jurista Ives Gandra da Silva Martins (oficial) em entrevista exclusiva à Jovem Pan:



A Polícia Federal apreendeu planilhas que listam repasses da empreiteira Odebrecht para mais de 200 políticos de 18 partidos. As planilhas são detalhadas e trazem nomes, cargos, partidos, valores recebidos e apelidos de cada político. Os apelidos encontrados pela PF são curiosos: Eduardo Cunha é "Caraguejo"; Jaques Wagner, "Passivo"; José Sarney, "Escritor"; Renan Calheiros, "Atleta". Nelas aparecem nomes fortes como de Aécio Neves (PSDB) e Romero Jucá (PMDB). O ex-candidato a Presidência, falecido em 2014, Eduardo Campos (PSB) também está na lista. Saiba mais: http://goo.gl/crdRQO https://goo.gl/pNBNtp


Moral petista.

Contra adversário, vale grampo ilegal; contra aliado, não vale nem escuta legal
veja.abril.com.br


VEJA
4 min ·

TEORI NÃO ASSISTIU A "O VEREDICTO"

Celso LungarettiemNáufrago da Utopia - Há 39 minutos
*O* melhor filme de tribunal de todos os tempos se chama *O veredicto*. É de 1982. Foi resultado de uma sinergia de talentos superlativos. O cineasta Sidney Lumet já mostrara sua afinidade com o gênero desde a estréia no cinema com outro clássico inesquecível: *12 homens e uma sentença* (1957). Dramas tensos e contundentes, flagrando as contradições de uma sociedade desumana, são sua especialidade. O roteirista (e também autor teatral) David Mamet vem sendo, nas últimas décadas, a mais saliente manifestação de vida inteligente em Hollywood e na Broadway. Paul Newman foi um dos me... mais » 
Do ponto de vista legal, será necessário separar o quê é propina, lavagem de dinheiro do Petrolão e doação legal. Do ponto de vista político, o fato é que o Brasil terá de reconstruir sua política do zero.

De A à Z, material é estarrecedor. Será muito difícil fazer a separação entre o quê é propina, o quê é lavanderia do Petrolão e o quê foi mera doação legal.
sulconnection.com.br
Diário do Poder compartilhou um link.
1 h ·

Segundo a PF, há indícios de que Santana e Mônica, presos desde 23 de fevereiro, tenham cometido crimes de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e organização criminosa através de depósitos no exterior não declarados.
diariodopoder.com.br
Época
2 h ·
"No Brasil que emergirá da Lava Jato, nos anos à frente, tanto nos negócios quanto na política, a honestidade como um valor maior vai se tornar um diferencial competitivo positivo e uma grande vantagem comparativa". Coluna de Ricardo Neves ‪#‎Época‬

A operação é uma complexa inovação coletiva e em construção, que veio para ficar e mudar a forma como negócios e política se desenvolvem no Brasil
epoca.globo.com
Buscas da Lava Jato na residência de Benedicto Barbosa Silva Junior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, revelaram inúmeras tabelas e planilhas com nomes de políticos das principais siglas da base aliada e da oposição
CBN
31 min ·
Entre os nomes estão o do ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, os senadores Romero Jucá, Humberto Costa, Lindbergh Farias e Renan Calheiros, além de José Sarney, Sérgio Cabral, Eduardo Cunha, Eduardo Paes, Aécio Neves e José Agripino.
stadão
11 min ·
Há 'prematura conclusão quanto à natureza desses pagamentos', argumenta juiz (via Fausto Macedo) ‪#‎estadao‬
Planilhas apreendidas pela Lava Jato divulgadas no blog do Fernando Rodrigues, do UOL, apontam apelidos de políticos (Cunha é "Caranguejo" e Renan, "Atleta", por exemplo) e respectivos repasses

Nomes mencionados vão de Aécio Neves (PSDB-MG) ao chefe de gabinete de Dilma, Jaques Wagner (PT)
congressoemfoco.uol.com.br

A charge de Miguel

Grupos de manifestantes pró-impeachment pregaram cartazes com palavras de ordem em frente às casas de Renan e Teori
otempo.com.br

1 h ·
O discurso de Dilma Rousseff nesta terça-feira deixou claro que o governo chegou a tal diagnóstico. Ouça o comentário de Renata Lo Prete

O cheiro como método, Editorial O Estado de S. Paulo
Se para punir suspeitos bastasse o “cheiro” de ilegalidade, sem necessidade de provas, Luiz Inácio Lula da Silva já estaria há algum tempo convivendo atrás das grades com os grandes empreiteiros de obras públicas com os quais, durante e após seus dois mandatos presidenciais, manteve relações ostensivamente promíscuas. (...)
Leia a integra em: http://goo.gl/Br7lHJ
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Este Sul Connection palpita. Renan reuniu-se na tarde de ontem com Lula e Sarney. Teria Lula antecipado a decisão de Teori Zavascki, levando Renan a se empolgar com a possibilidade de resolver todos os problemas seus e do governo via canetaço no STF? É a única explicação que encontramos para a manobra juvenil do experiente e competente senador.

Manobra desastrada gerou tensão no partido. Vice-Presidente tem trabalhado para manter o PMDB unido.
sulconnection.com.br
Joseval Peixoto analisa todo o contexto envolvendo a decisão do ministro do STF. Ouça:
Joseval Peixoto analisa todo o contexto envolvendo a decisão do ministro do STF. Ouça:
De Nixon@pol para Dilma@gov, por Elio Gaspari, O Globo
(...) O grampo do Watergate era um crime menor, minhas mentiras não seriam suficientes para me tirar da Presidência. O que me destruiu foi o momento em que acreditei na possibilidade de obstruir as investigações. Eu e a senhora cometemos o mesmo erro inicial, sabíamos mais do que dizíamos e acreditávamos que o palácio prevaleceria. Eu cometi o engano seguinte, fatal. Não faça como Nixon.
Leia a íntegra no blog: http://goo...
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Situação e Oposição ... tudo no mesmo saco!
http://www.diariodobrasil.org/fogo-no-cabare-documento-da-…/

Documentos apreendidos na casa do presidente da Odebrecht revelaram…
diariodobrasil.org
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À revelia dos diplomatas, que não concordariam em participar da armação, o Palácio do Planalto articula com governos da América do Sul, igualmente populistas, a “denúncia” de que “um golpe” estaria em curso, e não uma grande operação da Justiça Federal que investiga, processa e prende políticos corruptos que atuam à sombra do governo desde 2004, no primeiro governo Lula. Saiba mais: http://goo.gl/9sdrAr


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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