sábado, dezembro 12, 2015

Adams não conta.
Entenda as artimanhas de Luiz Edson Fachin, Renan Calheiros e Rodrigo Janot
veja.abril
 
 
Época
9 h ·
O motivo da viagem – que durou pouco mais de 12 horas – ninguém sabe explicar ao certo ‪#‎Época‬
O ministro da Justiça e a cúpula da PF desembarcaram na madrugada de terça-feira, 8, em Curitiba
epoca.globo.com


A presidente cobrou a conta do seu aflhado no STF pela sua escolha e nomeação. Sendo atendida haveremos de assstir um triste CHOQUE DE PODERES.
A Presidência pede que o STF entenda que há necessidade de defesa prévia a ser apresentada antes do recebimento da denúncia pelo presidente da Câmara dos Deputados, que dá origem ao processo de impeachment. Com esse…
diariodopoder.com.br
 
 
CBN
1 h ·
Presos terão panetone, bolo, macarrão e suco


O governo queria que os deputados reconduzissem Leonardo Picciani ao posto de líder do partido na Câmara, mas o movimento irritou Michel Temer. (via Folha Poder) ‪#‎folha‬


O aviso foi dado, por Leandra Peres, do Valor
Dois anos e meio antes de as “pedaladas fiscais” justificarem a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e pelo menos um ano antes do início da campanha pela reeleição, técnicos do Tesouro Nacional elaboraram, em julho de 2013, um diagnóstico de 97 páginas sobre a situação fiscal e econômica do país. (...)
Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/Z6rIN1
...
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Ciro: Temer integra o ‘lado quadrilha do PMDB’ http://bit.ly/1Q9pCqs
Horas depois de jantar com Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada, Ciro Gomes declarou em entrevista: “Eu tenho dito a ela e ao Lula, há anos, que é um erro grosseiro, que beira a irresponsabi...
josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br|Por Blog do Josias


VEJA compartilhou um link.
1 h ·


‪#‎BombouNaSemana‬ Não é tão delicioso assim... 😫 http://bit.ly/1NT1Jwx


Para entender a magnitude da recessão pela qual passa o Brasil nesse momento, precisamos colocar a crise em contexto histórico.
Antes da crise atual, as três mais profundas recessões da história do país se deram em 1929-1930 (Grande Depressão), 1980-1982 (crise da dívida latino-americana) e 1989-1991 (hiperinflação e impeachment do Presidente Fernando Collor). Nas crises dos anos 1980, os anos de mais profunda recessão foram seguidos por um ano de breve recuperação econômica....
Ver mais

Renan não pode usurpar prerrogativas da Câmara nem atuar como líder do Governo. O afastamento é uma precaução para que Dilma não use o cargo para atrapalhar e interferir no julgamento do Senado. Se enquanto se discute a admissibilidade ela continua a usar o Palácio para interferir e o Brasil parado, imagine se isso ocorrer?
O trâmite já foi aplicado de forma constitucional não pode ser alterado de acordo com o que pensa o PT e o governo. Isso é tapetão, enfraquece as instituições. Quer mudar a regra aos 45' do 2º tempo? Cada Casa tem uma função. Se fosse assim, seria votação do Congresso? Daqui a pouco a Câmara vai se achar no direito de julgar o mérito? Acredito que o STF não vá concordar com essa tese esdrúxula.
Documento trata da possibilidade de arquivamento depois de processo da Câmara
m.oglobo.globo.com


Ewerton Almeida commented on a link.
8 h ·
A grande Instituição OAB Nacional um dos nossos patrimônio maior, está virando vergonhosamente um Partido politico alinhado e subjugado ao PT do mensalão e do petrolão. Diante das posições adotadas não se tem como pensar o contrário. E assim vão se desmoralizando as nossas intsituições e, justamente isso que interssa oa PT e seus governos. É o fim da picada! Quem foi naninha?
O presidente da Ordem do Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Coêlho, disse nesta sexta-feira (11) que a posição da entidade é pelo afastamento do…
www.metro1.com.br
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DEPOIMENTO. CLÓVIS ROSSI

Clóvis Rossi: Jornalista que cobriu queda de Collor evoca semelhanças e diferenças com cenário atual

No caso Dilma, não há até aqui prova alguma que bata no Planalto ou no Alvorada


Caras-pintadas protestam e pedem a saída do presidente Fernando Collor, que renunciou nos anos 90. Leia mais
Por CLÓVIS ROSSI/Eder Chiodetto/Folhapress/uol - 12/12/2015 - 10:10:31




Associação da Auditoria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União

Em nota: Entidade defende liberdade de expressão dos servidores do TCU

Outra preocupação

Em nota, a Associação da Auditoria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (AUD-TCU) defendeu a independência e a liberdade de expressão dos auditores de controle externo. O posicionamento foi necessário depois de denúncias sobre “questionamentos e cobranças” à auditores de controle externo por terem “curtido” em redes sociais, avaliação crítica à recondução de Aroldo Cedraz à presidência do Tribunal. Leia mais
Por Dyelle Menezes - portal contas Abertas - 11/12/2015 - 23:58:13


O Brasil: Momento de decisão

O Brasil precisa decidir se quer seguir por mais três anos na rota temerária de desmantelamento do Estado ou tomar o caminho da reconstrução


Com o processo de impeachment o Brasil ganhou uma nova chance de rever o seu destino. A essa altura do campeonato a questão essencial é saber se o País quer seguir na atual rota temerária de desmantelamento do Estado e persistir por três arrastados anos na crise ou tomar o caminho da reconstrução. A encruzilhada está posta.  Leia mais

Pedaladas fiscais: As provas do crime

O documento engavetado


Uma reportagem do Valor, assinada por Leandra Peres, acaba de demolir todos os argumentos contra o impeachment. Leia mais
O Antagonista - 11/12/2015 - 10:38:47


Parte das acusações: Pedaladas de Dilma privilegiaram bolsa-empresário, não programa Minha Casa

O ano de 2015 está terminando e a dívida remanescente das pedaladas de 2014 ainda não foi liquidada

Numa tentativa de desqualificar o processo de impeachment deflagrado na Câmara, Dilma Rousseff passou a difundir uma versão marqueteira das chamadas pedaladas fiscais. Ela diz estar sendo julgada porque direcionou verbas aos brasileiros mais pobres, fornecendo-lhes um teto por meio do programa Minha Casa, Minha Vida. A alegação não orna com os fatos. As constituem apenas parte das acusações que constam do pedido de impeachment. E elas beneficiaram mais os grandes empresários pendurados na carteira de empréstimos do BNDES do que a clientela pobre que busca financiamento para casas populares nos guichês da Caixa Econômica Federal. Leia mais
Por Josias de Souza - 11/12/2015 - 10:20:39


 
 
 


 

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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