quarta-feira, novembro 11, 2015

Impedidos: Antonio Chaves, Ana Josefina e Manu! Estes vereadores estão impedidos de votar nas contas de 'tista de deda" e Pedrinho sob pena de anulação do certame.




CAMARA MUNICIPAL DE JEREMOABO

Consulta de Servidores Municipais - Periodo: SETEMBRO/2015

(Dados processados em 11/11/2015 17:11:02)
Os dados disponibilizados nesta consulta são declaratórios, informados ao Sistema Integrado de Gestão e Auditoria - SIGA e de responsabilidade das respectivas entidades.


NomeMatrículaTipo ServidorCargoSalário BaseSalário VantagensSalário Gratificação
ANA JOSEFINA MELO DE CARVALHO58Agente PolíticoPresidenteR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
ANAILTA SILVA VARJÃO67Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
ANTONIO CHAVES59Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
ANTÔNIO JOSÉ DOS SANTOS66Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
BENEDITO OLIVEIRA DOS SANTOS60Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
DOMINGOS PINTO DOS SANTOS61Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
IRENE SANTANA DA SILVA TEIXEIRA62Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
JAIRO RIBEIRO VARJÃO63Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
JOAO DANTAS DE JESUS79Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
JOSÉ MATOS PEREIRA69Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
MANOEL BONFIM VARJAO57Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
MANOEL JOSE SOUZA GAMA65Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
SEBASTIÃO JOSÉ DOS SANTOS68Agente PolíticoVEREADORR$ 6.012,70R$ 0,00R$ 0,00
Este é o demonstrativo que cada vereador de Jeremoabo recebe todo mês. Estou tomando por base o mês de setembro/2015, faltando acrescentar ainda as diárias que cada vereador ganha mensalmente para segundo eles fiscalizarem as documentações do prefeito em Paulo Afonso.
Mesmo sendo otimista e exagerando ao mesmo tempo, acredito que Jeremoabo não existem 50 funcionários que exerçam cargos públicos que tenham um salário ou vencimento igual a esse.
Observem bem, eu disse em Jeremoabo não existem 50 funcionários entre Juiz, Promotor, funcionários de Bancos, etc que recebam um salário igual a esse.
Portanto, pagamos um salário muito alto aos vereadores para exercerem com dignidade seu emprego.
A grande preocupação deveria ser a proteção do interesse e do patrimônio públicos. A aprovação ou a rejeição das contas pela Câmara precisa ser uma resposta a algumas perguntas simples:
a)      as contas estão corretas?
b)      a gestão está bem feita?
c)       onde o TCM errou e onde acertou?
d)      porque devemos decidir de tal maneira?
e)      o que nos exige a moralidade, a ética, o respeito pelos cidadãos Jeremoabenses?
f)       o que é melhor para Jeremoabo?
g)      estamos respeitando as leis de nosso país?
h)      estamos, finalmente, aprimorando ou enfraquecendo a democracia?
O que não se justifica é jogar contas de prefeitos para debaixo do tapete, como aconteceu com as contas de "tista de deda" e Pedrinho, que passaram três anos com elas dormindo em berço esplêndido, e quanto votam, ainda votam errado. 
Outrossim, importante é o fato de que, por disposição constante na Lei Complementar Estadual nº06 de 06 de dezembro de 1991, em obediência ao Princípio de que ninguém pode ser árbitro em causa própria, o TCM-BA, estabeleceu que o Vereador não participará da votação, mesmo que presente à Sessão, quando se tratar de votação das quais ele, seu cônjuge ou pessoa de quem seja parente, consangüíneo ou afim, até o 3º Grau seja o Gestor, ex vi:
Art. 58 – (...)
§2º - O Vereador não participará da votação, mesmo presente à Sessão, quando a mesma tratar de contas das quais ele ou seu cônjuge ou pessoa de quem seja parente consangüíneo ou afim até o terceiro grau tenha sido gestor;
§3º - Será nula a votação em que haja votado Vereador impedido nos termos deste artigo bem como o julgamento de contas enquanto o Tribunal de Contas dos Municípios não tiver emitido parecer prévio sobre as mesmas;
Desta forma, em havendo participação do Ex-Presidente da Câmara no julgamento das Contas em que este foi gestor, Nula é esta Sessão, ante o disposto na legislação Pátria sobre a matéria, devendo, visando-se impedir esta nulidade, que seja o mesmo afastado provisoriamente, apenas durante a Sessão de Julgamento, para que o seu Suplente assuma, visando-se com isto a constituição de Quorum legal para o referido julgamento;  (Allah Silva Góes advogado em Salvador/BA).
Penso eu, que á unica desculpa para esses assessores da Câmara e até da Prefeitura, é que tenham perdido ou faltado as aulas que trataram de   Direito Administrativo - Tribunal de Contas, embora sejam excepcionais quando é para prejudicar o povo, como no caso do IPTU, Traillers, transporte para estudantes, universitários.
Bom seria que os vereadores  se lembrassem que as trambicagens do Hospital do Hospital Municipal de Jeremoabo teve início na gestão de "tista de deda", e que toda essas fraudes já estão com a Polícia Federal e com o Ministério Público Federal.
A cada pergunta corresponde uma explicação, exigida pela democracia, pelo povo de Jeremoabo.

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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