quinta-feira, abril 24, 2014

Estudantes universitários de Jeremoabo, mais uma novela agora patrocinada pela Câmara de Vereadores.






Enquanto o Governo Federal Garante ônibus para Estudantes Universitários, a Câmara de Vereadores de Jeremoabo para desviar atenção da população por não fazer nada em benefício do povo, resolveu colocar empecilho, numa singela ajuda que o desgoverno de Jeremoabo, após muita humilhação   dos estudantes, resolveu conceder aos Universitários que se deslocam para outras cidades vizinhas, visto que Jeremoabo permanece no tempo do coronelismo, e não se preocupa com educação.
Já o IPTU, a Câmara aprovou a toque de caixa, desrespeitando até seu próprio Regimento. O ROMBO que tista de deda e Perinho deixaram, estão protelando a votação, e segundo comentários de site, estão tramando aprovar mesmo contrariando a Constituição Federal, a Constituição Estadual, a Lei Lei Orgânica do Município de Jeremoabo, a Lei de Responsabilidade Fiscal e demais Leis.
Portanto, para aprovar improbidade desconhecem as Leis, já para beneficiar mais de 500 jovens universitários que só irão beneficiar e engrandecer o Município  de Jeremoabo, eles inventam logo uma Lei para dificultar as coisas.
Resumindo, é a Câmara de Jeremoabo esquecendo de fazer suas obrigações, para por dificuldade no que é bom para a população, vem com seu discurso oco, barroco e ROBOCOKE do tempo de Matusalém.
Porém, para tudo isso tem uma razão, o povo esclarecido, culto nunca irá votar numa Cãmara igual a essa que aí está. É a luta pela sobrevivência dos"nobres legisladores",onde para eles não importam os meios, mas os fins.
Lei Federal 12.816, sancionada pela presidente da República no último dia 5 de junho, garante aos universitários o direito a usar ônibus escolares do programa Caminhos da Escola do Governo Federal.
As prefeituras não são mais proibidas de usarem os ônibus do programa para transportar os universitários.
Para tal fim, os prefeitos e gestores da educação municipal devem regularizar o uso junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), visto que esses veículos eram exclusivos para o transporte das redes municipais de ensino básico e fundamental. 

No parágrafo único do artigo 5º, a lei diz que os veículos poderão ser utilizados para "estudantes da zona urbana e da educação superior", desde que não traga prejuízo às finalidades principais, que seriam o "uso na área rural".


Para melhor entendimento a respeito do assunto, transcrevo um comentário que se não fosse trágico, seria hilariante.


Boa noite

Ontem mais uma vez fui surpreendido negativamente e desta vez foi através do Poder Legislativo. Digo surpreso, pelo fato do executivo enviar um Projeto de Lei à casa legislativa e os vereadores emendaram o PL (projeto de lei) com muitas, muitas e muitas exigências por parte dos universitários. Fico pensando se caso a “ajuda” fosse 100%, creio que teríamos que nos tornar escravos, pois já havia analisado outro projeto igual ao nosso e não vi nem 1% das exigências que prevê o PL dos Universitários. Sabemos e temos o compromisso para com a sociedade jeremoabense sim, já discutimos sobre projetos para a população, contudo, achei muito abusivo um artigo onde exigem uma CONTRAPARTIDA de 200 horas mensais dos universitários. Aí justificaram o tal termo contrapartida dizendo que será bom para os estudantes, pois os universitários irão prestar algum serviço para o município no fórum, na câmara, nas escolas e entre outros dando retorno do que o foi “investido” através do dinheiro público. Creio que não precisava disso, pois se tem uma coisa que somos consciêncintes é do nosso dever perante a nossa sociedade que tanto precisa do nosso apoio, não merecíamos isso não!
Outra coisa absurda foi a mudança no que diz respeito à forma do repasse, pois pensava que a tal “ajuda” fosse logo que aprovassem a Lei, pois esta semana o contador já levou os pais para o CNPJ na receita federal, mas não sei é mais de nada! Pela nova emenda a prefeitura terá que licitar o nosso transporte, pois segundo os vereadores é melhor que a associação não faça a prestação de contas, pois segundo o vereadores não é fácil administrar dinheiro público... Bingo! Será que pensam que vamos nos infectar com a tal corrupção, pois infelizmente sinônimo de dinheiro público é isso. Ou creio que pensam que somos incompetentes, pois segundo eles é melhor que a associação não fique com a atribuição da prestação de contas. E o argumentos usados pelos vereadores para justificar isso foi lastimável, entendo em parte a preocupação (se é que existe), mas fizeram tudo para a coisa dar errado novamente! Pois já tinha conversado com um contador de alto gabarito em Jeremoabo (Babau) e ele seria nosso profissional na área contábil. Agora daqui que a Prefeitura faça a licitação, talvez já tenhamos terminado o semestre do final do ano. Revoltante isso!
E com essas emendas não vejo porque o convenio com a associação. Aí quando indaguei qual o propósito da associação no projeto de lei, me disseram que, a associação entra para organizar os transportes (arrecadar os outros 50% da passagem, regras, horários e etc). Pensava que o propósito da associação era o que vi no PL original enviado pelo executivo, mas pelo jeito não vejo lógica alguma da Associação participar deste Projeto de Lei. Na verdade está parecendo mais uma artimanha dos nossos representantes. Ou seja, dá com uma mão e tira com as duas! É desta forma que vejo o que se tornou o Projeto de Lei!
Vou marcar oficialmente uma reunião domingo às 16 horas na câmara de vereadores para discutirmos e caso todos apoiem a Associação manifestará formalmente sua indignação à Câmara de Vereadores que não aceita o Projeto de lei da forma que foi emendado.
Desde já estejam avisados, pois não vou colocar aviso na radio, até porque não temos dinheiro e também não vou pedir a ninguém essa ajuda. Se puderem repassem o aviso nos ônibus que viajarem, divulguem, compartilhe e vamos nos ajudar, pois a coisa ficou séria! Chegou a hora de mostrarmos de fato o nosso poder e lutar por algo que venha nos ajudar realmente, pois já pagamos tantos impostos e não podemos aceitar isso!

Um forte abraço e boa noite!

A. Câmara de Vereadores de Jeremoabo deveria se envergonhar era dessa omissão, fato que causa repúdio



Política

Jeremoabo: Juiz cobra solução de combate a abandono na rede pública







Perobão

Editor Luiz Brito
Divulgação
Se os vereadores de Jeremoabo aprovarem as contas dos ex-prefeitos João Batista Melo de Carvalho e Pedro Bonfim, reprovadas pelo TCM, a população ja está sinalizando que vai fazer uma vaquinha  para comprar  um barril de óleo de peroba e colocar na porta da Câmara. 
O pedido




O circo
Alguns vereadores de Jeremoabo depois da pressão da imprensa já estão prometendo acompanhar o Tribunal de Contas dos Municípios(TCM) que reprovou as contas dos ex-prefeitos Tista de Déda de Pedrinho de João Ferreira.  Seria cômico não fosse trágico.

Política

Jeremoabo: Secretário de Agricultura deixa o cargo

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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