segunda-feira, abril 07, 2014

Com "anafel" nem os velhinhos escaparam...



No desgoverno "anafel" nada está escapando, está acabando tudo.

Achou pouco deixar as ruas cheias de crateras, o Colégio abandonado, o povo sem água,  o lixo e os esgotos matando o povo, agora a bola da vez são os velhinhos.

Agora a noite recebi uma mensagem com os seguintes dizeres:

" ei.... andei pesquisando e tem uma informação interessante para você discorrer... os idosos do CRAS, até a época de Pedrinho, tinham aulas de aeróbica com Raimundo da Academia... ele me falou hoje que Anafel cancelou estas aulas, que eram os únicos momentos de distração de centenas de idosos tanto aqui na sede como em Água Branca.."

Essa senhora "anafel" já que tanto gosta de viajar para receber diárias, deveria vir a Aracaju fazer uma reciclagem para aprender como deve tratar os velhinhos amparados pelo Estatuto do Idoso.
Mesmo sabendo que seria melhor escrever na areia,  sugiro a mesma que procure se orientar pelo que abaixo segue:

Em Aracaju, capital sergipana, o projeto “Minha Vida tem História” promove o encontro das cabeças brancas integrantes dos projetos sociais da prefeitura com alunos da rede pública. Os mais velhos contam para os jovens suas histórias de vida, que são usadas como referencial para os principais fatos que marcaram o desenvolvimento de Aracaju.

A intenção é despertar nos alunos o aprendizado histórico e o respeito pelos idosos. A iniciativa é uma parceria das secretarias municipais da Educação (Semed) e da Assistência Social e Cidadania (Semasc) e oferece aos idosos selecionados aulas sobre como falar em público e a coordenar as idéias que dizem respeito a sua própria história de vida.

Além de importante para despertar respeito pela terceira idade, esse contato constante entre as gerações é considerado essencial para preparar os mais jovens para a velhice. "A expectativa de vida aumenta cada vez mais no país. Paradoxalmente, vivemos em um mundo que não aceita a velhice e onde todos os modelos são baseados na juventude.

Estes conceitos precisam ser trabalhados com jovens, na educação, para prepará-los para o futuro", resume Rodrigues."
Concluindo, o que "anafel" suspendeu em Jeremoabo, existe em quase todas cidades do Brasil.
Para descontrair com tamanha irracionalidade, só mesmo lendo essa.

VELHINHO TARADO. Um senhor chega à farmácia e enquanto esperava para ser atendido, ouviu uma moça dizer: Por favor, me dê um mamex. O velhinho ficou intrigado e  perguntou: - O que é mamex? O farmacêutico respondeu: - É um remédio para endurecer os seios. E o velhinho sussurra: - Ah, então o senhor me dê um pintex por favor!   



Prefeito será denunciado ao MP por não repassar quase 6 milhões ao INSS

 
Prefeito Igor Moreira Nunes (PT)

Prefeito Igor Moreira Nunes (PT)

O prefeito do município de Tucano, Igor Moreira Nunes (PT) será denunciado ao Ministério Público pela vereadora Maísa Macêdo (PSB) e o vereador Ronaldo Moura (PRB) por ter deixado de recolher em 2013 ao INSS quase R$ 6 milhões. A denúncia ainda revela que parte desse montante, aproximadamente R$ 2 milhões teria saído dos servidores municipais, da contribuição descontada mensalmente, o que caracteriza crime de apropriação indébita. O vereador e líder da bancada de oposição Ronaldo Moura (PRB), em seu pronunciamento na Câmara fez questão de ressaltar a importância de se abrir uma CPI para investigar e cassar o Prefeito. Segundo o blog Tucano ponto Ba, alguns vereadores da situação se apegam no fato de que em gestões anteriores nenhuma providência teria sido tomada pela Câmara. Já o vereador Carlinhos do Mestre Velho (PSDB) disse que os vereadores atuais não foram eleitos para fiscalizar os gestores anteriores, e nem tão pouco para imitá-los, e pelo simples fato dos vereadores anteriores não terem tomados nenhuma providência não obriga os atuais a ficarem estáticos, omissos e coniventes com uma situação absurda e preocupante como essa.Fonte: http://bahianapolitica.com.br/noticias.php?id=23318

Comentários:

Gostaria que os vereadores explicassem para toda população do Município de Jeremaobo, qual o motivo que as Leis Federais, que valem para todo Brasil, não passam de letras mortas para Jeremoabo.
No parecer das Contas de 2012 o TCM-BA diz:
Adotar medidas urgentes para os recolhimentos de INSS, 
porquanto deixar de repassar à Previdência Social, no prazo 
legal, as contribuições recolhidas dos contribuintes, caracteriza 
ilícito penal tipificado como “apropriação indébita previdenciária”, 
com as cominações previstas na Lei Federal nº 9.983, de 14 de 
julho de 2000.

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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