sexta-feira, setembro 13, 2013

 

Carta-aberta de Putin ao povo norte-americano, publicada no New York Times


Vladimir V. Putin (New York Times)

Ferro: "O STF não pode ser um programa de auditório"

 

 

Ilhéus: MP-BA pede aumento da pena de ex-prefeito condenado 

 

 

Justiça em frangalhos



Só resta saber se é suficiente dizer que a Justiça brasileira está em frangalhos
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A decisão final do mensalão fica para quarta-feira, porque o Supremo é muito chique e não funciona às segundas e sextas-feiras


Carlos Newton


A Justiça brasileira está totalmente desacreditada


Roberto Nascimento


Pimenta Neves, José Dirceu e as duas caras da “justiça”


Prefeito de Juazeiro tem mandato cassado pela Justiça Eleitoral

Prefeito de Juazeiro tem mandato cassado pela Justiça Eleitoral
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias







Carta ao STF acusa erros e “dinâmica condenatória”

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Juristas de todo o País assinam carta aberta marcada pela clareza, profundidade e objetividade; afirmam que corte estará ferindo "garantias constitucionais" se negar jurisprudência de 23 anos e derrubar embargos infringentes; para eles, "voto do presidente Joaquim Barbosa retrocede no direito de defesa, o que é inadmissível"; temor é que repercussão de eventual negativa aos embargos, na "sessão histórica" desta quarta-feira 11, coroe "julgamento marcado pelo tratamento diferenciado e suscetível a pressão política e midiática"; apelo de nomes como Celso Bandeira de Mello é por votos "garantistas"


Teori e Barroso, dois patronos inesperados


Carlos Chagas 



Esse julgamento do mensalão levou mais de um ano, por culpa exclusiva do próprio Supremo. Com orçamento de 560 milhões anuais, esqueceu seus deveres e obrigações, e mais grave ainda, abriu mão de seu Poder e de toda a autoridade, decidindo não decidir (“é proibido proibir”), com 9 ministros presentes e aptos a julgar.

Os ministros Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandovski durante sessão do STF Foto: André Coelho / Agência O Globo
Helio Fernandes

Redes sociais: revolução democrática e fascismo eletrônico


Marcus Pestana



Junta médica avalia possibilidade de aposentadoria de Genoino, condenado no mensalão

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Foto: Reprodução

Contas de órgãos do governo ficaram paradas mais de 10 anos no TCE

por Sandro Freitas
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Celso de Mello sinaliza novo julgamento do mensalão

por Ricardo Brito e Erich Decat | Agência Estado
Celso de Mello sinaliza novo julgamento do mensalão
 







Pimenta Neves, José Dirceu e as duas caras da “justiça”

Eduardo Guimarães, 
Julga com brandura os amigos da elite e com ferocidade os seus inimigos. Existe para dar fuga a criminosos ricaços e para perseguir os que essa elite quer destruir

Para Gabeira, esta foi a semana da "pátria que partiu"








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Planalto defende segunda chance a réus no STF

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Presidente tem dito reservadamente que condenados na Ação Penal 470 deveriam ter amplo direito de defesa, como o de apresentar embargos infringentes, que permitiriam um segundo julgamento em alguns casos. Ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e das Comunicações, Paulo Bernardo, já se posicionaram publicamente nessa mesma direção

Com mudanças, Senado deve economizar R$ 4 mi

Lia de Paula: Mesa E/D:
Presidente da sessão, senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
Medida adotada nesta quinta-feira 12 pela Mesa Diretora da Casa irá reduzir pela metade os gastos com envio de cartas e telegramas; presidente do Senado, Renan Calheiros disse que a decisão vai ao encontro da política de austeridade que vem sendo adotada pela Casa

Marina nega que tenha convidado Ayres Britto e Calmon para Rede

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“Não houve convite [a Britto] e não falamos sobre esses assuntos de política. O ministro tem muita consciência do papel dele, nem entramos nesses assuntos. Respeito a posição dele de não tratar desses assuntos, no aspecto de não querer ter uma militância partidária, pelo menos neste momento, e exatamente por respeito não criaria a ele nenhum tipo de constrangimento”, disse Marina Silva; sobre Eliane Calmon, Marina disse que é sonho dos baianos do Rede a filiação da ministra

Senado adia votação de PEC que acaba com o voto secreto

Lia de Paula: A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) vota, em turno suplementar, o projeto de lei do Senado (PLS 441/2012) que altera normas para as eleições, conhecido como
Pedido de vista apresentado pelo senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) à Proposta de Emenda Constitucional 43/2013 transferiu para a próxima semana a votação da matéria na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)


Procuradora questiona pedido de aposentadoria de Genoino

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"Como ele vai pedir aposentadoria se ele foi condenado? É muito estranho", disse a procuradora-geral interina da República, Helenita Acioli; deputado foi condenado a seis anos e 11 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da Ação Penal 470 e alega invalidez para receber benefício

Celso de Mello indica que não cederá à pressão

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Abordado por jornalistas ao sair da sessão em que só não votou em razão de uma chicana conduzida pela ala acusatória do Supremo Tribunal Federal, decano da corte, Celso de Mello, afirma que já firmou convicção sobre a admissibilidade dos embargos infringentes e manifestou sua posição em agosto do ano passado, favorável aos recursos (assista o vídeo); perguntado sobre se seu entendimento pode evoluir, ele foi claro: "acho que não evolui"; nos próximos dias, no entanto, ele será alvo de intensa pressão para que mude seu voto e negue aos réus a possibilidade de um recurso sempre aceito no STF
a cumprir pena imediatamente. "Nós vamos pedir para que seja declarado o trânsito em julgado porque, se não há mais recurso, não é o caso de se esperar mais nada", disse Helenita

Após Gilmar teatral, Barbosa dá intervalo: 5 X 4

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"Delinquentes!", esbravejou Gilmar Mendes; "foi montado um sistema para solapar a democracia", acentuou; "a sopesar os casos, o do Donadon teria de ir para um juizado de pequenas causas"; ele acentuou na ira contra os réus, citando casos de não admissibilidade "dessa modalidade arcaica de reclamação", como chamou os embargos infringentes; para ele, "o resto é lenda urbana", referindo-se a argumentações contrárias; "incongruência é do tamanho do mundo"; Marco Aurélio Mello, que fez apartes de concordância, é o próximo a votar; placar ficará empatado; decisão deverá vir da consciência do decano Celso de Melo, que já acatou enfaticamente os embargos em julgamentos anteriores; STF escrevendo a história


Tijolaço: Fux "mata no peito" seu próprio voto

                                : Data: 01/09/2011
Editoria: Brasil
Reporter: Juliano Basile
Local: Casa do ministro do STF na QI 28 do Lago Sul em Brasilia.
Tags:  STF, Ministro
Personagem:  Luiz Fux
Fotos: Ruy Baron/Valor

 

 

Mídia engajada tenta última cartada sobre o STF

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Dirceu rebate manchete do Globo

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Mídia engajada tenta última cartada sobre o STF


 

Celso de Mello indica que não cederá à pressão

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Estratégia é jogar decano para a próxima semana

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Gushiken se despede de seus companheiros

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Randolfe deve entrar com ação contra leilão

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Senador do Psol/AP afirma que um mandado de segurança para anular concessões no Campo de Libra, que será realizado em outubro, deve ser protocolado no Supremo Tribunal Federal até a próxima semana: "Ontem o líder do PT deu sinais de que a presidente da República pode tomar essa iniciativa. Mas nós queremos nos acautelar", disse; Dilma Rousseff apontou interesses econômicos e estratégicos em espionagem da Petrobras pelos EUA

“Mais Médicos” já impulsiona aprovação de Dilma, diz CNT

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Segundo pesquisa CNT divulgada nesta terça-feira (10), o programa federal que levará médicos para as regiões mais pobres do país, aliado à redução dos preços dos alimentos e das tarifas de transporte público, bem como um certo otimismo dos entrevistados em relação à renda, são os principais ingredientes que fortaleceram a aprovação pessoal da presidente e do seu governo

Senado quer ouvir Graça Foster sobre espionagem

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Requerimento aprovado nesta terça-feira pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) convida também para discutir as denúncias de espionagem à estatal os ministros Celso Amorim (Defesa), Luiz Alberto Figueiredo (Relações Exteriores) e José Elito (Gabinete de Segurança Institucional), além da presidente da ANP, Magda Chambriard




BARBOSA DÁ VOZ AO 12º MINISTRO: A MÍDIAQuando o 5º voto contra, declarado pelo ministro Marco Aurélio, empatou o jogo na apreciação dos embargos infringentes da AP 470, Joaquim Barbosa preferiu não arriscar. Excepcionalmente frio e discreto, soprou o apito final da sessão e adiou o desfecho para a próxima semana, concedendo assim tempo e voz  ao 12º ministro para agir: a mídia conservadora. Caberá a ela sacudir o cansaço da classe média com o assunto e mobilizar 'o clamor da sociedade' para emparedar o decisivo voto de desempate, que coube ao ministro Celso de Mello. Em tese, não seria preciso o ardil. O decano do STF  formou com Barbosa e Gilmar o trio de detratores da política em geral e do PT, em particular, nesse desfrutável processo através do qual o conservadorismo pretendeu realizar a sua capacitação ao poder, depois de seguidamente reprovado nas urnas. Há um constrangimento, porém, que explica a cautela do presidente do STF e magnetiza as atenções de todo o mundo do Direito. Para  que jogue a pá de cal contra os réus, Celso terá que renegar  a própria biografia jurídica, pautada pelo reconhecimento da pertinência dos embargos (veja aqui). Se o fizer, despindo-se da toga para subir ao palanque --do que tentará convence-lo a mídia isenta-- consumará a natureza política de um julgamento polêmico, todo ele cercado de excepcionalidades. Rasgará não apenas a sua reputação, mas a do próprio STF, abrindo uma trinca dificilmente cicatrizável no já fragilizado abrigo da  equidistância do Direito no país. A ver. (Leia o desabafo de Ladislau Dowbor, a reportagem de Najla Passos e a análise de Antônio Lassance; nesta pág)
Carta Maior; 6ª feira, 13/09/2013

Após discordância, Marco Aurélio chama Barroso de "novato"

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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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