sábado, setembro 07, 2013

Mais de um milhão numa obrinha dessa ninguém merece...

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Está Praça está localizada em Jeremaobo-Ba.,
é chamada a Praça do Milho, ou melhor        a
Praça do Milhão.



Mensalão: julgamento de réus pode atrasar

 

Advogados são céticos sobre nova chance de defesa dada pelo STF

Dilma: 'o povo pode se indignar'

  

Hoje você é quem manda
Falou, tá falado
Não tem discussão
A minha gente hoje anda
Falando de lado...Ver mais
VIVA JEREMOABO, VIVA O BRASIL 
Tenho esperança que um dia o povo da minha cidade ainda se libertará desses corruptos, e ainda verei esses ladrões na CADEIA.
Estou em Aracaju, porém recebi uma noticia que me deixou contente, ganhei o meu 7 de Setembro, data da INDEPENDÊNCIA do POVO DE JEREMOABO, dia do GRITO DA LIBERDADE, o povo agindo sem precisar de profissionais da políticagem para dizer que não apoia corruptos, politiqueiros ladrões, nem aceitam a escravidão.
CARA estamos presenciando um dos maiores protestos que Jeremoabo ja viu... as escolas e professores se recusaram a desfilar e saudar a prefeita pela manhã... APENAS 3 ESCOLAS DESFILARAM PELA MANHA SOB O PROTESTO DE PROFESSORES QUE SE MANIFESTARAM EM FRENTE A PREFEITURA - EM DESFILE.
Me mende fotos, e narre o acontecido
Mande dizer tudo que aconteceu, que é para eu jogar a matéria no ar
AGORA A TARDE O COLEGIO ACM E OUTRA ESCOLA QUE NÃO SEI QUAL É ESTÃO FAZENDO UM DOS MELHORES DESFILES QUE JÁ VI.... LIIIIIIIIIIIINDO. CHEIO DE FAIXAS DE PROTESTOS POR MELHORIA E CONTRA A CORRUPÇÃO. NÃO SABIA QUE AINDA CONSEGUIA ME EMOCIONAR ATÉ TER CHORADO DE EMOÇÃO EM VER TANTOS JOVENS EMPENHADOS POR UM PAIS, POR UM ESTADO E POR UMA CIDADE MAIS HUMANA E SEM CORRUPÇÃO
Mande fotos
VAI TER MUITAS FOTOS NO FACEBOOK DO POVO... AGORA JÁ ESTOU EM CASA PRA ASSISTIR O RESTINHO DO JOGO DO BRASIL
ok
FIQUEI MUITO EMOCIONADO E COM A SATISFAÇÃO DE SABER QUE JEREMOABO TAMBEM TEM UMA ALMA E UM CORAÇÃO QUE SENTEM A DOR DE UM GOVERNO INERTE E CORRUPTO
Vou jogar a matéria agora
TO MUITO FELIZ... PODE USAR MEU NOME E UTILIZAR AS MINHAS FRASES
SÓ O ATO DE SE RECUSAR A DESFILAR EM FRENTE A PREFEITA FOI MAGNIFICO... A CIDADE ESTÁ LINDA COM POVO LINDO E RUAS LOTADAS PARA ACOMPANHAR O DESFILE DO ACM

17:39
CARA... NÃO TINHA NINGUÉM DA PREFEITURA - NEM PUXA SACO NEM EXECUTIVOS... É O POVO EM MASSA PRESTIGIANDO O GRITO DE LIBERDADE E CONTRA A CORRUPTAGEM EM JEREMOABO

 

Prefeito compra 298 caixões para doar onde menos de 100 morrem

 








Diário da presidente Dilma - Em festa de formiga não se elogia tamanduá

Milhões perderam bilhões com os planos de Sarney e o confisco de Collor. Hoje, 7 de setembro, o povo nas ruas, Dona Dilma numa cadeia, de rádio e televisão. Intelectuais protestam contra violência policial.


Helio Fernandes


Lembranças de uma raposa felpuda


Carlos Chagas

Determinados parâmetros das religiões jamais podem mudar

Francisco Bendl



Além de ônibus, agência bancária e comércio são depredados na Joana Angélica

por Alexandre Galvão / Marília Moreira
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Parlamentar destinou R$ 160 mil à rádio de sua propriedade. Também usou cota parlamentar para rodar de Mercedes em Brasília. A empresa escolhida foi a favorita dos deputados, a ARL Barros
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Aline Franzoi é a capa da revista "Playboy" Ato em memória aos operários mortos no desabamento de construção em São Mateus Fachada da Subprefeitura da Casa Verde, que está com a praça de atendimento em reforma
Carro destruído após acidente com caminhão na zona sul de São Paulo Sem teto que invadiram prédio do governo federal; grupo fechou a marginal Pinheiros Emerson Sheik ganha bolo no CT para comemorar aniversário de 35 anos

Dilma diz que governo deve ter ‘humildade’ e que povo tem direito de se manifestar

 

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Marlene Bergamo/Folhapress
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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