INFORME JB: É raro — quase excepcional — que figuras influentes da República, movidas por ideologias distintas, cheguem a um mesmo diagnóstico político. Foi o que se viu após a rejeição, pelo Senado, do nome de Jorge Messias para uma vaga no STF. De lados opostos, o ministro André Mendonça lamentou a decisão, enquanto o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, foi além: falou em "chantagem política". A coincidência não está na convergência de posições, mas no sintoma que ambos parecem reconhecer — ainda que por razões diferentes.
Por JB JURÍDICO e Política JB com Agência Estado
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Publicado em 30/04/2026 às 06:01
Alterado em 30/04/2026 às 08:33
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Ministro André Mendonça Foto: Carlos Moura/SCO/STF
Por Gabriel de Sousa - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça lamentou pelo X a rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, à cadeira vaga na Corte. Segundo Mendonça, o Brasil perdeu a oportunidade de ter “um grande ministro” e que Messias preenche os requisitos constitucionais para compor o tribunal.
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