segunda-feira, novembro 27, 2017

O BLOG da resistência contra a corrupção em Jeremoabo.

A imagem pode conter: 2 pessoas, texto


Recebi de um leitor o ZAP acima transcrito, que após postar uma matéria publicada no nosso Blog teceram logo em seguida o comentário nele exposto.
Logo de imediato agradeci ao ilustre leitor do nosso Blog, informando ao mesmo que nada poderia responder a altura e nos mesmos termos, porque conforme qualquer leitor poderá observar a matéria não era de nossa autoria, apenas diariamente transcrevo assuntos de diversos jornais e sites.
No meu entender diretamente tentaram atingir o site do Bob Chalres, pois a matéria é de autoria do mesmo,  quanto ao meu Blog não foi porque não publico mentira, tudo ali exposto e respaldado em documentos, além do mais, tem credibilidade do eleitor, não é por causa de um emprego qualquer que irei me expor ao ridículo de passar para o o povo gato por lebre.
Blog DEDEMONTALVÃO, é o Blog da RESISTÊNCIA, que tem a hombridade, moral coragem de enfrentar os corruptos de Jeremoabo, os cafetões da viúva.
Quanto ao meu amigo Bob Charles, não tenho procuração para defendê-lo, porém, a bem da verdade, sempre prestou e ainda presta relevantes serviços a Jeremoabo, desde o tempo do ex-prefeito João Ferreira, quando Pedrinho, Lalai, Gordo e outros, na qualidade de vereadores da oposição, procuravam o mesmo para publicar matérias no Jornal Forquilha.
Atualmente Bob Charles é proprietário de um dos sites mais importante e lido em Paulo Afonso e inúmeras outras cidades desse Brasil afora.
O que me causa espécie, é que até ontem o Bob Charles quando era marqueteiro da candidata sem registro Anabel e posteriormente Assessor lotado no Gabinete do " interino", era o " cara", hoje que resolveu desembarcar de canoa furada, é " persona non grata". 
Não era nem para perder o meu precioso tempo tecendo esse comentário, porém, em consideração ao leitor do Blog, esse sim que merece todo o meu respeito e consideração, resolvi prestar esse esclarecimento do obvio. 
Não poderia ter postado qualquer matéria concernente a deputada Fátima Nunes, pois além de não ter nenhum relacionamento com a mesma, também não a entrevistei ou mantive qualquer contato.

Observação:
A matéria que o cidadão se refere é esta copiada a abaixo:


Chaves ignora Anabel e mantem apoio a Fátima Nunes


Por: Luiz Brito DRT\BA 3.913

Foto (Divulgação)
Deputada Fátima Nunes (PT) e Antonio Chaves
Deputada Fátima Nunes (PT) e Antonio Chaves
Ao que tudo indica a relação de amizade pessoal e política entre o prefeito interino de Jeremoabo, Antonio Chaves (PSD) com a ex-prefeita Anabel de Tista, parece estremecida e questionável, devido ao comportamento de distanciamento, especialmente por parte do interino.
As aparições costumeiras de Chaves lado a lado com a deputada Estadual Fátima Nunes (PT), inclusive em Salvador e mais recentemente apontada como responsável pela indicação do futuro vice de Chaves, Pedro Son, era a última senha que faltava para confirmar o aparente desentendimento político entre as partes, hipótese que só era comentada apenas nas especulações
O fato é que a relação de Chaves com Anabel ficou turbulenta a partir do momento em que o interino entendeu que apoiar Fátima Nunes era mais interessante para as suas pretensões futuras. 
A situação do dia-a-dia, onde os dois esperavam mais um do outro, foi agravando a crise até chegar num momento insuportável. Os correligionários de Anabel reclamam que Chaves foi extremamente ingrato e, ao invés de ficar ao lado da ex- prefeita, que desponta com a possibilidade de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa em 2018, se aliou a deputada Fatima Nunes, deixando claro que não comunga com o pensamento da ex-prefeita da terra da jurema em flor.

Com a decisão, aumentou ainda mais o grau de decepção dos jeremoabenses com o interino. O remédio que seria para unir o grupo, não funcionou. Queixas e insatisfações de lado a lado se tornaram maior e agora Chaves e Anabel devem trilhar por caminhos opostos.

Nota da redação deste Blog - Traição já faz parte da história da politicagem de Jeremoabo, a traição existe entre os chefões, sobrando para o eleitor que é traído e enganado.

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

Mais visitadas