segunda-feira, maio 22, 2017


Bomba! Henrique Meirelles está impedido de ser candidato à Presidência


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Charge do Montanaro (UOL Notícias)
Fábio Pannunzio







Encontro de Temer com Joesley foi clandestino e realizado à margem da lei


Merval PereiraO Globo
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Muito importante esta nota de Merval Pereira, retirada de um comentário dele na GoboNews. Ou seja, o encontro foi feito na calada da noite e de forma clandestina. O áudio da conversa mostra que os dois falaram sobre a ausência de registro da visita de Batista ao Palácio do Jaburu. Batista explica ao presidente que passou a placa do carro, foi chegando no Palácio Jabutu e nem teve que se identificar. “Funcionou superbem”, comenta Batista…(C.N.)


Lula ameaça destruir a Rede Globo, mas é somente mais uma encenação


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Charge reproduzida do Arquivo Google
Carlos Newton
PS – A situação descrita acima foi levada ao conhecimento do então presidente Lula em 2003 e da presidente Dilma em 2013. O senador Roberto Requião(PMDB-PR) foi o único político que requereu, oficialmente, explicações ao governo do PT sobre essas simulações societárias e não foi atendido pelo Ministério das Comunicações.  No site da Organização Globo, ainda se pode ler a informação inverídica de que Roberto Marinho adquiriu os canais de São Paulo e de Recife de Victor Costa – que morreu em 1959, e o tal contrato de compra e venda data de novembro de 1964, foi assinado por Victor Costa Júnior. É um caso para a Comissão de Valores Mobiliários,  já que a Justiça não funciona, especialmente quando a Organização Globo está no banco dos réus. (C.N.)

Supremo, na quarta-feira, pode decidir o destino de Michel Temer


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Charge do Alpino (Yahoo)
Pedro do Coutto






Perito citado por Temer é um tremendo enganador e não trabalha no tribunal

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Caires aparece sempre na TV, dizendo ser perito
Deu em O Globo
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É impressionante a Folha de São Paulo ter entrado nessa furada. O pior é que este falso especialista acabou fortalecendo a ardilosa defesa de Temer. Sinceramente, a situação está ficando ridícula, para se dizer o mínimo. (C.N.)


Piada do Ano: Aécio recorre ao Supremo na esperança de retomar mandato

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Charge do Duke (dukechargista.com.br)
Deu em O Tempo
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Um dos motivos de Aécio Neves ter sido afastado foi ter pedido R$ 2 milhões à JBS para pagar os advogados que o defendem nos seis inquéritos a que responde. E com mais este, no Supremo, agora são sete inquéritos. Os advogados vão tomar todo o dinheiro que ele recebeu como propina, e Aécio terá de usar os próprios recursos, que são muitos. Pode até ser preso, mas jamais será pobre, porque sua mãe, viúva do banqueiro Gilberto Faria no segundo matrimônio, é uma das mulheres mais ricas do país. Mas na cadeia, ser rico até faz diferença, mas não compra a liberdade(C.N.)

O Império contra-ataca: Governo reduz equipe e corta verbas da Lava Jato

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Charge do Junião (juniao.com.br)
Deu no Estadão





Sem resposta de vários líderes, Temer teve de cancelar o jantar

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Temer não consegue nem mesmo reunir os líderes
Deu no Jornal do Brasil






A bem da verdade, pergunta-se: Lula teria o mesmo tratamento dado a Temer?

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Charge do Jarbas (jarbascartunista.blogspot.com)
Rodrigo Odilon Dos Anjos







Trechos da gravação que incriminam Temernão sofreram cortes ou adulterações

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Caires aponta os trechos passíveis de cortes
Deu no G1GloboNews






A trama se complica para Temer e também para os irmãos Batista

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Joesley e Temer, quando eram grandes amigos
José CasadoO Globo






INSS recebe cópias de documentos de segurados por
meio da internet

Novo serviço permite que o cidadão antecipe ao órgão informações para facilitar análise e liberação de benefício

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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