sábado, maio 20, 2017




Diário do Poder compartilhou um link.
7 h
Para o deputado alagoano, que é aliado do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), as delações da JBS, que resultaram na abertura de inquérito para investigar o…
DIARIODOPODER.COM.BR

Na delação, Joesley entregou seu próprio advogado, que subornou o procurador

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“Advogado pediu que eu poupasse seus amigos”
Deu na Folha
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A tentativa de cooptar o juiz Ricardo Leite seria um tiro na água. É um magistrado rigoroso, que tem atuado de forma exemplar na Lava Jato, sempre que assume a 10ª Vara Federal Criminal, como substituto(C.N.)


Nem mesmo os líderes do governo se interessam em defender Temer

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Marun, da bancada ruralista, ainda apoia Temer
Deu no Estadão
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – “Rei morto, rei posto”, diz o velho ditado. Temer já morreu politicamente, mas ainda não foi enterrado, prefere velório de corpo presente. Este deputado Marun, que defendeu Cunha e agora defende Temer, é um figura folclórica, que faz tudo para aparecer e tenta viver próximo aos detentores do poder. Ser apoiado por Marun não representa vantagem, porque só conta pontos ao contrário. (C.N.)

Saída de Temer já está acertada e será feita através da cassação pelo TSE

Entupindo o esgoto da história, charge publicada por Mario Rasec, no site Cartapot!guar, em 13 de maio de 2016
Charge do Mário Rasec (Carta Pot!guar)
Carlos Newton
PS – Será muito difícil que Temer consiga resistir. Enquanto isso, la nave va, sempre fellinianamente desgovernada, sem saber quem será seu próximo comandante. (C.N.)





Luciano Coutinho permitiu aportes despropositados do BNDES ao grupo JBS

Resultado de imagem para bndes chargesRogério Furquim WerneckO Globo





Mais uma Piada do Ano: Já arrumaram uma perícia para tentar inocentar Temer

Resultado de imagem para gravação de temerJosé Henrique Mariante, Matheus Magenta e Daigo OlivaFolha
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A tal perícia acaba de descobrir a pólvora. Desde o início, foram constatadas as falhas de áudio. A maioria delas ocorre quando é mencionado o nome de algum magistrado ou procurador, conforme criticamos várias vezes aqui na “Tribuna da Internet”. Mas essas interrupções de áudio não eliminam a demonstração de que o presidente Temer está claramente integrado ao esquema de inviabilização da Lava Jato. Se agarrar a esse tipo de argumento de tecnicalidade para inocentar Temer chega a ser patético. O atual presidente não está sendo vítima de conspiração. Pelo contrário, ele é o próprio conspirador. O que toda a mídia precisa exigir de Joesley Batista e de Temer é o nome dos magistrados e procuradores que sumiram da gravação. O importante, agora, é lutar para que a Presidência da República seja ocupada por uma pessoa honesta e que defenda os interesses da nação e de seu povo. O resto, como diria Roberto Carlos, são apenas detalhes(C.N.)

Debandada já começou e a governabilidade ansiada por Temer não existe mais

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Charge do Nani (nanihumor.com)
Natália Lambert e Rodolfo CostaCorreio Braziliense
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Roberto Freire foi apenas o primeiro, o último a sair terá de apagar a luz, como diz a velha piada. Mas a matéria necessita de tradução simultânea. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, só não se demitiu para não ficar desempregado, porque é suplente de deputado federal, não tem mandato nem emprego. O assessor dele, citado anonimamente na reportagem, está na mesma situação e precisa do cargo. Como dizia Vinicius de Moraes em “Mais um Adeus”, o aluguel não pode esperar. A permanência deles nada tem a ver com a estabilidade institucional. (C.N.)

Informação de que Dilma sabia do caixa 2 está nos autos desde maio de 2016…

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Charge do Miguel (jc.com.br)
Deu no Estadão
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Chamar de “carta na manga” é exagero. Em tradução simultânea, o que houve foi o seguinte: Migliaccio foi apanhado em flagrante, viu que não tinha jeito e pediu delação premiada em separado, muito antes do acordo da Odebrecht. Os ardis de Marcelo Odebrecht para se libertado com a ajuda dos ministros Francisco Falcão e Navarro Dantas, do STJ, com interferência e apoio direto de Dilma, deram errado e eles estão sendo investigados no Supremo.  A Odebrecht tentou evitar ao máximo a delação, só pediu o benefício quando todos os recursos estava esgotadas, não havia alternativa. Não houve carta na manga(C.N.)

Mais Piada: Roberto Jefferson ainda acha que Temer foi vítima de uma trapaça

Roberto Jefferson
Jefferson, na contramão, faz a defesa de Temer
Isadora PeronEstadão







Era só o que faltava: Temer embolsou R$ 1 milhão da propina entregue ao PMDB

Charge do Ziraldo (Arquivo Google)
Renata Mariz e André De SouzaO Globo
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É aquele velha história do ladão que rouba ladrão, fica tudo em casa. E se gritar “Pega ladrão”, não fica um, meu irmão .(C.N.)






Reajuste de plano de saúde familiar será de até 13,55%

O aumento vale para contratos firmados
a partir de janeiro de 1999; ao todo,
8,2 milhões serão atingidos


Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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