sexta-feira, maio 19, 2017

Não, Temer, não terminou. A montanha Joesley pariu um ratão.
Claudio Dantas relata, em primeira mão, todo o conteúdo do Anexo 9 da delação de Joesley Batista que tem como alvo Michel Temer. Na síntese do que contou à PGR, Joesley revela que conheceu Temer por meio de Wagner Rossi - este contou-lhe que operava com Temer no Porto de Santos.
OANTAGONISTA.COM

Áudio representa o striptease moral de Temer
Data: 7 de março de 2017. Local: Palácio do Jaburu. Quando o amigo Joesley Batista, expressando-se num idioma muito parecido com o português, pediu a Michel Temer que indicasse a melhor maneira “pra mim falar contigo”, o presidente não teve dúvida: “É o Rodrigo.” O dono do JBS, maior frigorífico do mundo, gigante do caixa dois e das propinas, soou como se aprovasse o preposto. “É o Rodrigo? Ah, então ótimo.” E Temer: “É da minha mais estrita confiança.” http://uol.com/bhkcvS
Data: 7 de março de 2017. Local: Palácio do Jaburu. Quando o amigo Joesley Batista, expressando-se num idioma muito parecido com o português, pediu a Michel Temer que indicasse a melhor maneira...
JOSIASDESOUZA.BLOGOSFERA.UOL.COM.BR|POR BLOG DO JOSIAS

Implicante
6 h
Vale a pena ler de novo
Temer não era refém, mas parte da banda podre
Sejamos claros e diretos: Michel Temer tornou-se gestor de um governo terminal. Sua voz soou numa conversa vadia gravada por um delator. Aécio Neves, seu principal aliado no Congresso, foi pilhado num pedido de propina. Temer anunciou ao país que não renuncia. Mas seus ministros e apoiadores já começaram a renunciar ao presidente. Temer logo perceberá que há um déficit de apoiadores ao seu redor. Ele também notará que precisa não de aliados políticos, mas de uma boa banca de advogados. Temer migrou da condição de presidente para a posição de investigado em inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal. http://uol.com/bykbNk
E agora o comentário de Josias de Souza direto de Brasília.
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Estadão e Fausto Macedo compartilharam um link.
Eliane Cantanhêde: 'Não é só presidente Michel Temer que parece estar afundando, é todo o mundo político' (Via Politica Estadão#estadao

Estadão
17 h
Acordo prevê que eles continuem no comando das empresas (via Economia Estadão#Estadao
Requião e Renan silenciam depois do áudio de Aécio expondo a Lei de “abuso” de autoridade
De todos os momentos do áudio entre Aécio Neves e Joesley Batista (da JBS), aquele que ficará marcado na história fala da aliança de vários partidos para…
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Estadão
20 h
Ministro do STF, que afastou senador do mandato, proibiu tucano de fazer contato com qualquer outro investigado na Operação Patmos (via Fausto Macedo#Estadao
Leia a entrevista do presidente ao colunista Gerson Camarotti ==> https://glo.bo/2pYFhP4 #G1 #BlogdoCamarotti
Diário do Poder compartilhou um link.
12 h
Para Decano do STF, "mais do que nunca", os cidadãos brasileiros, as instituições nacionais e os membros integrantes dos Poderes devem prestar "obediência…
DIARIODOPODER.COM.BR
Exame
10 h
Veja carta com o pedido de desculpas do dono da JBS ao Brasil.
Quem recebeu? De onde veio o dinheiro?
O Antagonista apurou que, em sua delação premiada, Joesley Batista relatou conversas com Aécio Neves sobre a presidência da Vale
OANTAGONISTA.COM
Brasil em transe
O presidente Michel Temer avalia que a divulgação da gravação da conversa dele com o empresário Joesley Batista não agrava a sua situação. A um interlocutor, Temer afirmou que o áudio não…
BLOGDOKENNEDY.COM.BR

Para Janaína, Temer e Aécio não podem continuar em seus cargos.
Pesquisem a etimologia da palavra "conspiração". Lá está o verbo "spiiro", que significa "soprar", "respirar", mas também "emitir um odor". A conspiração, então, é uma teia de sopros, respiros e odores subalternos. Metaforicamente, é o…
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De acordo com informações de bastidores, na sexta-feira (19) novos desdobramentos das delações dor “irmãos Friboi” prometem chacoalhar ainda mais a combalida a política nacional
Para quem gosta de fortes emoções e filmes de ação, ajeite-se na poltrona e prepare-se, pois a sexta-feira, que não será 13, promete muito mais em termos…
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‘Montanha pariu um rato’, diz Temer sobre áudio
Michel Temer estava cercado de ministros ao ouvir o áudio da gravação feita clandestinamente pelo empresário Joesley Batista, do Grupo JBS. Um dos presentes revelou ao blog que a reação do presidente foi de alívio. “A montanha pariu um rato”, disse Temer, com um sorriso nos lábios. Para ele, não há na fita divulgada pelo Supremo Tribunal Federal nada que possa incriminá-lo. http://uol.com/bnkcfC
Ouça a íntegra do diálogo transformou Temer em investigado Michel Temer estava cercado de ministros ao ouvir o áudio da gravação feita clandestinamente pelo empresário ...
JOSIASDESOUZA.BLOGOSFERA.UOL.COM.BR|POR BLOG DO JOSIAS
Estadão
21 h
Vera Magalhães: 'Tom do pronunciamento do presidente não escondeu a falta de sustentação política' (Via Politica Estadão#estadao
Época
12 h
O saldo dessa conta de propina era gerado aos poucos, em razão de vantagens ilegais obtidas pela JBS junto ao BNDES #Época
Dinheiro era gerado por vantagens ilegais obtidas pela JBS no BNDES, durante as administrações de Lula e Dilma; recursos serviram para bancar despesas do…
EPOCA.GLOBO.COM
Reinaldo Azevedo compartilhou um link.
11 min
Se Joesley, o MP e a PF estiverem falando a verdade, a gravação é ilegal; se os três estiverem mentindo, a operação é ilegal. E obviamente criminosa
VEJA.ABRIL.COM.BR

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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