domingo, maio 29, 2016

Infelizmente Jeremoabo mais uma vez não tem uma prefeita a altura de seu potencial!!! Vergonha, Jeremoabo fica fora do roteiro da tocha olímpica !!!

Aventura e emoção marcam a passagem da tocha olímpica em Paulo Afonso

Por Luiz Brito DRT/BA 3.913
Francisco Medeiros/ME
Paulo Afonso não só  deu um  verdadeiro show de receptividade e elegância, mas acima de tudo de respeito ao simbolismo do Revezamento da Tocha Olímpica. A emoção do pauloafonsino foi indescritível algo genuinamente de um povo grande em demonstração inequívoca, da felicidade por serem contemplados com um evento da tamanha magnitude.
Milhares de pauloafonsinos  saudaram  a chegada do simbolo Olímpico que veio dos ares conduzido pelo do atleta Sabiá. O momento foi emocionante, o que se ouviu foram intermináveis aplausos junto aos gritos e as manifestações de carinho.
O prefeito Anilton Bastos Pereira, saudou a todos ao tempo que fez os agradecimentos aos organizadores dos jogos Olímpicos do Rio, a sua equipe de trabalho que realizou tudo de forma impecável, mas acima de tudo a população que compareceu em peso para prestigiar, aquele que foi em sua opinião o evento do século. As ruas que fizeram parte do roteiro de revezamento da Tocha Olímpica em Paulo Afonso  ficaram completamente tomadas por gente que vieram de todos os lugares, crianças, jovens e adultos de todas as idades, que queriam apenas fazer parte desse momento histórico. Por onde a Tocha Olímpica passava, as pessoas gritavam e manifestavam uma alegria tão grande e contagiante, que chegava até aos que estavam um pouco mais distante.
Após a Tocha Olímpica passar pelas mãos de pessoas  bastante conhecidas, como Peri Peri, padre Celso Anunciação, Jacques Fernandes, professor Antonio Galdino e  Lúcio Flávio, entre tantos outros. A população de Paulo Afonso ignorou a ação de protesto protagonizada por setores da oposição  e foi para as raus cheia de alegria, emoção, respeito ao momento histórico e a certeza, que o nome de Paulo Afonso  cravado na historia dos Jogos Olímpicos do Rio 2016.
Antes do encerramento oficial o prefeito do município de Paulo Afonso, Anilton Bastos Pereira, fez um rápido pronunciamento e também os agradecimentos. Anilton disse que um evento dessa magnitude não tem cores partidárias, nem tão pouco, ideologias políticas ou religiosas. O prefeito disse ainda que o comportamento da população de Paulo Afonso, foi de forma invejável e que deve ser seguido por outros povos. Ele aproveitou e fez os agradecimentos, a equipe organizadora dos Jogos, mas sobre tudo, a sua equipe que trabalhou incansavelmente para realizar um evento impecavelmente organizado, que valeu a pena, por que o nome de Paulo Afonso será lembrado nos cinco continentes. 
Vergonha, Jequié fica fora do roteiro da tocha olímpica
      Vergonha, Jeremoabo fica fora do roteiro da tocha olímpica


Nota da redação deste Blogo"Jeremoabo  não vive seus melhores dias. A prefeita Anabel infelizmente, não esteve à altura das expectativas de quando foi eleita na última eleição. Acho que por falta de uma equipe que tenha mais conhecimento, mais preparo de gestão, ela acabou levando a cidade a essa situação. Infelizmente, a gestão está bem aquém do que a sociedade merece."
Jeremoabo  poderia receber a passagem da tocha, que iria gerar uma projeção nacional, com custos mínimos e destaques para o município.
. Essa é mais uma comprovação que os politiqueiros de Jeremoabo que estão no poder, são fracos e sem representatividade, cidades menores que Jeremoabo tiveram o privilégio de receber o fogo olímpico.
" Na quinta feira foi divulgada a lista das 26 cidades baianas contempladas e que vão ganhar repercussão nacional e internacional. Confira a lista: a tocha passará por Salvador, Camamu, Capim Grosso, Eunápolis, Feira de Santana, Ibicaraí, Ilhéus, Itabuna, Itacaré, Itamaraju, Itambé, Itapebi, Itapetinga, Itororó, Itubera, Jaguarari, Juazeiro, Paulo Afonso, Porto Seguro, Riachão Jacuípe, Santa Cruz de Cabrália, Senhor do Bonfim, Sobradinho, Teixeira de Freitas, Valença e Vitória da Conquista. Presente ao evento, o ministro do Esporte, George Hilton, ressaltou que a passagem da tocha olímpica integra e mobiliza todo o país. “Os olhos do mundo estarão voltados para cada uma das cidades por onde vai passar a tocha. É a oportunidade de mostrar as belezas naturais, manifestações culturais e atrações turísticas de cada uma dessas cidades”, frisou. Fonte: Tribuna na Bahia. 
 
Lindo de se ve!


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Prefeitura Municipal de Paulo Afonso adicionou um novo vídeo: 25º dia de revezamento da Tocha Olímpica.


A que ponto chegou a minha Jeremoabo!!!

Homem é morto a tiros e adolescente é baleado em Jeremoabo

A polícia nesse momento realiza investigações para apurar a autoria do crime e sua motivação.
Ronaldo Alves de Carvalho Crédito: chicosabetudo.com.br
Por volta das 21 horas de ontem (28),  Ronaldo Alves de Carvalho foi assassinado a tiros na BR 235 em Jeremoabo/BA.
Segundo apurou a equipe de reportagem do ChicoSabeTudo, Ronaldo estava em companhia do menor A., 14 anos, quando duas pessoas encapuzadas se aproximaram e realizaram vários disparos de arma de fogo.
O adolescente foi ferido com um tiro de raspão no abdômen. Já Ronaldo fugiu em direção ao matagal, onde foi encontrado sem vida, horas depois.
A polícia nesse momento realiza investigações para apurar a autoria do crime e sua motivação.
Qualquer informação pode ser feita de forma anônima pelo 190. Mais informações a qualquer momento.

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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