terça-feira, junho 09, 2015

Hoje apresento uma relação de compras da prefeita de Jeremoabo que só poderíamos entender com o auxílio de Roberto Mambrini do "Conexão Repórter"



PP n. 02/2015 Objeto: aquisição de gás liquefeito de petróelo(GLP)e água mineral destinados as Secretarias solicitantes. Vencedor: Asa Gás Comercial Ltda ME. Valor por lote: R$ Lote01 R$93.375,00(noventaetrêsmiltrezentosesetentaecincoreais)e Lote02 R$25.440,00 (vinteecincomilquatrocentosequarenta reais). Edenilza Oliveira Silva, Pregoeira.

PP n. 05/2015 Objeto: aquisição de gêneros alimentícios destinados a compor cestas básicas destinadas a portadores de hanseníase, HIV e tratamento de hemodiálise do Município. Vencedor: Antônio Francisco de Lima de Jeremoabo‐ME. Valor global: R$ 60.000,00 (sessenta mil reais). Edenilza Oliveira Silva, Pregoeira. 


PP n. 06/2015 Objeto: aquisição de materiais de limpeza e consumo destinados ao Hospital Geral de Jeremoabo. Vencedor: Antônio Francisco de Lima de Jeremoabo‐ME. Valor global: R$ 200.000,00 (duzentos mil reais). Edenilza Oliveira Silva, Pregoeira 

PP n. 07/2015 Objeto: aquisição de pães destinados ao Hospital Geral de Jeremoabo (HGJ) e ao Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS). Vencedor: Emiliana Maria Lima‐ME. Valor global: R$ 23.800,00 (vinte e três mil e oitocentos reais). Edenilza Oliveira Silva, Pregoeira.

PP n. 04/2015 Objeto: serviços de link dedicado de internet destinado a atender as necessidades das Secretarias Municipais. Vencedor: JERENET – Provedor de Internet & consultoria em Tecnologia da Informação Ltda. Valor global: R$ 123.200,00 (cento e vinteetrêsmileduzentosreais). Edenilza Oliveira Silva, Pregoeira.


PP n. 03/2015 Objeto: manutenção em motores e geradores de bombas submersas. Vencedor:ElisângelaVieiradaSilva.Valorporlotes:Lote 01 R$63.852,00(sessentae três mil oitocentos e cinqüenta e dois reais); Lote 02 R$21.850,00 (vinte e um mil oitocentos e cinqüenta reais) ;Lote 03 R$24.992,00(vinte e quatro mil  noventa e dois reais) e Lote 04 R$13.950,00(treze mil novecentos e cinqüentareais). Edenilza Oliveira Silva, Pregoeira.

PP n. 01/2015 Objeto: aquisição de materiais de limpeza,utensílios e consumo destinados as Secretarias solicitantes. Vencedor: Emiliana Maria LimaME. Valor global: R$ 189.800,00 (cento e oitenta e nove mil e oitocentos reais). Edenilza Oliveira Silva, Pregoeira.


PREFEITURA MUNICIPAL DE JEREMOABO CNPJ N: 13.809.041/0001-75 RESULTADO DE JULGAMENTO DE LICITAÇÃO PP n. 53/2014. Objeto: aquisição de combustível para uso de diversas Secretarias no Município de Jeremoabo. Vencedor: Comercial de Combustível Morais Ltda. Valor global: R$ 3.052.310,00 (três milhões cinqüenta e dois mil trezentos e dez reais). Edenilza Oliveira Silva, Pregoeira.


PREFEITURA MUNICIPAL DE JEREMOABO CNPJ N: 13.809.041/0001-75 RESULTADO DE JULGAMENTO DE LICITAÇÃO PP n. 55/2014. Objeto: aquisição de materiais penso-hospitalares destinados ao HGJ. Vencedor: Pombal Med Distrib de Medicamentos e Produtos Hospitalares Ltda-ME. Valor global: R$ 676.564,40 (seiscentos e setenta e seis mil quinhentos e sessenta e quatro reais e quarenta centavos). Edenilza Oliveira Silva, Pregoeira.  

Basta de corrupção



NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG - Inicio este meu comentário informando ao povo de Jeremoabo que:
"A CORRUPÇÃO MATA
A corrupção tira de quem precisa e privilegia bandidos. Destrói uma nação, é um crime que subverte os valores naturais em favor dos criminosos.
Gera falta de remédios, de assistência social, de educação, de serviços públicos, de aposentadorias mais generosas. Suga silenciosamente e mata mais que as drogas.
Portanto, é justa essa decisão de entrar nessa luta sem fronteiras contra a corrupção, que já fugiu do controle e ameaça assombrosamente a humanidade."

Se as benfeitorias que a prefeita Anabel executa em Jeremoabo através de Notas Fiscais e obras virtuais,  não haveria motivo para o povo reclamar da falta de merenda escolar, de ônibus para os alunos da Zona Rurais e até para universitários, de ruas esburacadas, de falta d'água para os sofridos da Zona Rural, (diga-se de passagem, enquanto falta água na zona rural, na cidade a prefeita esbanja água mineral), a iluminação pública seria coisa de país de primeiro mundo, sem falar na internet  de rapidez assombrosa e da segurança excepcional.
E olhem que não falei da quantidade exorbitante de pães para o hospital e material de limpeza.


Pelo visto o atendimento médico-hospital em Jeremoabo é coisa do outro mundo...

Todavia, para não alongar muito, pois essas despesas que venho publicando em serie já é do conhecimento de todos, faço apenas a seguinte indagação, que sugiro que sirva de reflexão para todos Jeremoabenses ansiosos por uma Jeremoabo digna:

Afinal de contas qual a utilidade e serventia dos vereadores de Jeremoabo?

Será que mesmo recebendo diárias mensalmente para "fiscalizarem"  a contabilidade da prefeitura, não enxergam esses absurdos?


Estados e capitais com menores PIBs per capita gastam mais com seus parlamentares em salários, verbas e auxílios diversos do que estados e capitais mais ricos.
Alguém pode explicar isso? Obrigado.
Foram coletados dados junto a Assembleias e Câmaras de todo o país, e o resultado mostra verbas indenizatórias sem controle, verbas de gabinete...
BR.NOTICIAS.YAHOO.COM






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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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