terça-feira, junho 16, 2015

Jeremoabo a terra do já teve, já tinha, acabou.a alvora tradicional do dia 15.

PMDB JÁ PREPARA O DESEMBARQUE DA VIAGEM COM O PT


Pedro do Coutto










"Amanhã, às 9h, o tribunal terá nova oportunidade para reafirmar que não cede às pressões do Executivo. Afinal, se a Corte tiver independência apenas para punir prefeitos corruptos, será melhor fechar as portas. Sob o ponto de vista técnico, não há como aprovar contas com irregularidades tão flagrantes", afirma secretário-geral do Contas Abertas, Gil Castello Branco, em artigo publicado hoje no jornal O Globo.
Pedaladas para falsificar resultados fiscais e esconder rombo que já existia nas contas públicas somaram R$ 37,1 bilhões
OGLOBO.GLOBO.COM



A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) recebeu ontem (15) quatro candidaturas para eleição do novo procurador-geral da República (PGR). Os candidatos vão disputar a vaga de Rodrigo Janot, atual procurador e candidato à recondução. Além de Janot, estão na disputa os subprocuradores-gerais Carlos Frederico Santos, Mario Bonsaglia e Raquel Dodge.

16 de junho de 2015, 06:35 BRASILQuatro procuradores se candidatam à chefia da PGR Foto: Divulgação Rodrigo Janot, atual procurador e candidato à...
POLITICALIVRE.COM.BR



Deputadas eleitas desde 1932 não enchem um plenário. Nas últimas 20 legislaturas, o número total de parlamentares mulheres não foi suficiente para preencher um único Plenário da Câmara, que atualmente abriga 513 mandatos. Desde a Era Vargas (1930-1945), foram apenas 212 deputadas federais eleitas no país


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‪#‎TVeja‬ Cunha e Temer: como é a relação estratégica entre os homens mais poderosos do PMDB
Lauro Jardim, do Radar On-line, fala sobre a relação entre Eduardo Cunha e Michel Temer. Reinaldo Azevedo retruca o recado de Lula e diz que ninguém é mais falastrão do que o ex-presidente, que com o seu modelo parou a GM, gera desemprego e tira conquistas da classe C. E Rodrigo Constantino comenta o boletim focus: PIB em queda e inflação próxima do dobro da meta > http://goo.gl/D2E2FO


Cabe aos ministros do TCU a rejeição das contas de 2014 do governo de Dilma. Depois, é a vez do Congresso dizer não às pedaladas e à omissão de R$ 37,1 bilhões em atrasos de repasses do Tesouro em 2014. Os primeiros passos para que Dilma perca o mandato.

Erros seguidos de projeções econômicas, com uso de parâmetros, em geral, otimistas, elevaram artificialmente as previsões de receita do orçamento federal e deram origem às manobras usadas pelo governo Dilma Rousseff para fechar...
WWW1.FOLHA.UOL.COM.BR


No total, foram registradas 1087 reclamações desse tipo, com indício de descumprimento de lei ou regulamentação.
CLICKSERGIPE.COM.BR|POR CLICKSERGIPE

Que absurdo!

Um cliente teve o celular trocado ao passar pela porta giratória de uma agência da Caixa Econômica Federal, localizada na Avenida João Pessoa, no Centro de...
JORNALDESERGIPE.COM.BR


Coluna Esplanada: No ostracismo, Sarney bate às portas com lista de apadrinhados http://bit.ly/1BfLJoT


Dilma, às vésperas de trombar com Lula mais uma vez, por Ricardo Noblat
Em um governo onde imperem a lógica e o bom senso, não pode um ministro dizer o que disse, ontem, Carlos Gabas, da Previdência, e o presidente da República – no caso, a presidente - fazer o contrário. (...)
Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/LVrckO
...Ver mais



Moro, que recebeu propina da Globo, já defendeu o oposto do que defende hoje /// Por que isso não me surpreende?
O casuísmo de alguns juízes, quando se trata de fazer política, não tem limites.
Moro, antes de se tornar o golpista de hoje, um golpista que recebe propina da Globo (prêmio Faz Diferença), escreveu artigo em que defendia exatamente o contrário do que faz hoje. ///http://www.ocafezinho.com/…/moro-que-recebeu-propina-da-gl…/

Por que isso não me surpreende? O casuísmo de alguns juízes, quando se trata de fazer política, não tem limites. Moro, antes de se tornar o golpista de hoje, um...
O CAFEZINHO

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‪#‎TVeja‬ Mais um plano fracassado do PT: o partido puxou vaias para o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, o que os petistas não pensaram é que as vaias foram boas para a imagem de Cunha. "Tudo o que Eduardo Cunha quer é ser visto como o anti-PT", segundo o colunista de VEJA Reinaldo Azevedo. Assista ao segundo bloco do 'Aqui Entre Nós', com Joice Hasselmann e Reinaldo Azevedo.

VEJA.ABRIL.COM.BR


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Confira o comentário de Arnaldo Jabor desta terça.

Partido ignora o que está totalmente comprovado sobre as roubalheiras e os erros absurdos da política 'amantegada'.
CBN.GLOBORADIO.GLOBO.COM


DIRCEU ESTÁ PREOCUPADO COM A LAVA JATO (E LULA, TAMBÉM)

http://www.humorpolitico.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Avacalhacao-580x373.jpgCarlos Newton









DEPOIS DA POSSE DE FACHIN, O JULGAMENTO


Fachin já chega dizendo que delação não é prova…
Carlos Chagas







CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE INSÔNIA E DORMIR MAL

Eduardo Aquino
O Tempo









PLANALTO AGORA TENTA INVIABILIZAR A CPI DO BNDES

Vera MagalhãesFolha








BC PODE ELEVAR JUROS ATÉ 14,5%, AGRAVANDO A RECESSÃO

Vicente Nunes
Correio Braziliense








ROMPIMENTO DO PMDB COM O GOVERNO SIGNIFICA IMPEACHMENT

Daniel Carvalho e Erich DecatEstadão









SEM LIGAR PARA AJUSTE, CONGRESSO E TCU GASTAM MAIS DO QUE ANTES

Marcelo da FonsecaEstado de Minas









UM CRIMINOSO MENOR CUSTA R$ 8,9 MIL MENSAIS NA INTERNAÇÃO

Francisco Vieira











SESSENTA TONS DE VERMELHO (OU 60 MOTIVOS PARA NÃO APOIAR O PT)

Percival Puggina

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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