quinta-feira, junho 18, 2015

GOVERNO RECUA E REDUZ CONTRIBUIÇÕES DE EMPRESAS PARA O INSS


Pedro do Coutto








AO DAR NOVO PRAZO A DILMA, TCU APENAS ADIOU O IMPEACHMENT

Carlos Newton









QUE TAL DISPUTAR ELEIÇÕES?

Carlos Chagas








FORÇA-TAREFA DA LAVA JATO APERTA O CERCO A JOSÉ DIRCEU

Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Julia AffonsoEstadão









GOVERNO NACIONALISTA É DERRUBADO; GOVERNO CORRUPTO, JAMAIS.

Nélio Jacob









TCU DÁ PRAZO PARA DILMA EXPLICAR FRAUDES INEXPLICÁVEIS

Deu na Agência Brasil











EM RELAÇÃO AOS POLÍTICOS, SOMOS CONIVENTES OU IDIOTAS?

Luiz TitoO Tempo








EM DEFESA DO LIVRE ARBÍTRIO (OU “UM GRITO DE DESABAFO”)

Reis Friede










Justiça bloqueia bens do governador do Tocantins

JULIA AFFONSO
Decisão se estende ao pai de Marcelo Miranda (PMDB), ao ex-governador, do PSDB, e outros 11


Primeiro andar do PT ensina como jogar sujo, por Ricardo Noblat.
(...) É o segundo caso de um servidor federal que atuou nas redes durante a campanha presidencial de 2014 e comprovadamente caluniou e difamou Aécio. O primeiro caso foi de Márcio de Araújo Benedito.
Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/viMqZH





Diário do Poder compartilhou um link.
9 min · 

Independentemente da eventual decisão política do Tribunal de Contas da União sobre as “pedaladas fiscais” do governo, Dilma corre outras sérias ameaças: a mais grave é o possível afastamento da presidente caso o Ministério Público...
DIARIODOPODER.COM.BR




Janot pede que ação penal contra Ustra seja retomada




Coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra - Estadão








Eduardo Cunha defende que Congresso analise contas




Eduardo Cunha, presidente da Câmara - Dida Sampaio/Estadão

Prática foi abandonada nos últimos anos; deputado nega ataque ao governo







Ex-deputado Paes de Andrade morre aos 88 anos




Paes de Andrade - Estadão

Político foi embaixador do Brasil em Portugal e exerceu a Presidência por 11 vezes na gestão Sarney







No caso da lambança fiscal, Janot não terá como se esconder na retórica jacobina: terá de enfrentar a questão


Aposentadoria: Dilma fez bem em vetar fórmula 85/95; mesmo a nova proposta do governo vai levar a Previdência para o buraco


Oliver: Esse governo sigiloso é uma farsa consentida por toda a classe política

VLADY OLIVER



Ao lamentar decisão do TJ, professora lembra Tobias Barreto sobre "casa de prostituta"


Centenas de professores e estudantes deixaram a praça Fausto Cardoso em frente ao Tribunal de Justiça com uma mistura de tristeza, revolta e indignação.
Tais sentimentos foram gerados pela decisão do pleno do Tribunal de Justiça - TJ de rejeitar, por sete votos a três, o agravo regimental impetrado pelo SINTESE e ratificar a decisão do desembargador José dos Anjos de decretar a greve do magistério da rede estadual, iniciada no último dia 18, ilegal.
“É com muita tristeza os professores recebem mais uma vez o não da justiça desseestado, que julga somente na política e não com base na legislação. Os professores tinham a expectativa que o Tribunal de Justiça realmente fizesse justiça, mas não foi o que aconteceu. quem estava lá percebeu a injustiça prevaleceu no estado de Sergipe.”, aponta a presidenta do SINTESE, Ângela Maria de Melo.
Os professores definem os rumos do movimento em assembleia nesta quinta-feira, 18, a partir das 9h em frente ao Palácio de Despachos.
Logo ao final do julgamento, a professora Ana Lúcia  que leciona na cidade de Tobias Barreto leu uma citação do jurista, que dá nome ao prédio onde fica a sede da justiça sergipana:
“Eu bem quisera reclamar justiça, mas não sei onde a justiça mora; e quando o soubesse, não fica bem a um homem velho entrar de dia em casa de uma prostituta”. (Tobias Barreto criticando a justiça brasileira, à época do Segundo Reinado – citado por Tina Correia, JB Especial, 25/06/89, pág. 6.)
O agravo de regimental foi um recurso impetrado pelo SINTESE que questionou a decisão do desembargador José dos Anjos que aceitou a ação liminar impetrada pelo governo solicitando a ilegalidade da greve. Com o agravo do sindicato, a liminar foi a julgamento no pleno do TJ.
Na votação o desembargador José dos Anjos votou pela improcedência da ação do sindicato, votaram junto com ele e contra os professores os desembargadores: Roberto Porto, Elvira Maria, Alberto Romeu, Osório Ramos, Edson Ulisses e Ruy Pinheiro.
Votaram a favor dos professores os desembargadores Cesário Siqueira e Iolanda Santos Guimarães e o juiz convidado Gilson Félix.

















                    Nem isso a Câmara de Vereadores de Jeremoabo tem iniciativa para promover.


Poluição Sonora: Câmara busca parceria com autoridades para resolver o problema

Assessoria de Comunicação - Luiz Brito DRT/BA 3.913
Crédito: Reprodução

As primeiras estratégias foram debatidas em uma reunião realizada na sala Vereador Aroldo Ferreira da Silva, na manha desta quarta-feira, 10, entre autoridades, dentre elas, o secretário de Serviços Públicos, Paulo Mergulhão, o comandante do 20º BPM tenente coronel Bruno Lopes Sturaro, Major Fernandes, Fábio Martins (Ciretran), Mirela Santana, delegada titular da DEAM e Dr. Jambeiro delegado municipal.  O encontro provocado pela comissão provisória de Segurança e Meio Ambiente, da Câmara Municipal de Paulo Afonso, constituída pelos vereadores Regivaldo Coriolano da Silva (PCdoB), Pedro Macário Neto (PP) e Marconi Daniel (PV), discutiu soluções para a melhor convivência entre a população, donos de bares, proprietários de carros som e o comércio agitado do centro e dos bairros e até do meio rural.
A poluição sonora causada por bares, carros de som volantes e o ronco dos motores de pequena e grande potência encabeçaram a pauta de debates da reunião realizada pela Comissão de Justiça e Meio Ambiente Moradores, principalmente os do centro da cidade têm reclamado do barulho, que consideram excessivo, e cobraram normas mais restritivas para estabelecimentos comerciais que incorrerem na perturbação do sossego. A maioria das denúncias de perturbação do sossego acontece durante os fins de semana, no período noturno. O trabalho em conjunto vem a agilizar o processo de fiscalização.
Os nossos Guardas Municipais serão multiplicadores da legislação ambiental”, explica o secretário municipal de Serviços Públicos, Paulo Mergulhão. Segundo o comandante Bruno Sturaro a operação conjunta não visa apenas penalizar e sim procurar alternativas para a melhor utilização dos equipamentos de som.
Ao final do encontro ficou definido que será avaliada a possibilidade de a prefeitura reformar 3 salas no anexo do 20º BPM, que servirão de depositário do equipamento apreendido nas operações. A policia militar atuará de forma integrada com a guarda municipal, ministério público e Ciretran, ficando esta última  esponsável pelaguarda temporária de algum veiculo de som que eventualmente seja apreendido e esteja em situação irregular.


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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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