quinta-feira, setembro 22, 2011


A Bahia não se divide. Ou já se dividiu?

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Enquanto o Oeste baiano puxa a economia baiana para cima com o agronegócio, o governo baiano dá pífia assistência à região, analisa Levi Vasconcelos; por lá, o debate sobre divisão do Estado só ganha fôlego

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Em rio de piranha, jacaré nada de costas

Carlos Chagas



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Dilma destaca Palestina em discurso na ONU

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Carlos Newton




Temos de admitir que, sem os EUA, a ONU não existe.

Luiz Claudio Argonauta




Poder

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Caso de nepotismo do genro do ministro do Turismo mostra a incompetência da Câmara.

Carlos Newton



Médicos que trataram de sargento gay processados

Médicos militares que deram laudos que ajudaram a embasar a acusação contra Laci (à direita na foto) por deserção responderão a processo ético disciplinar - Felipe Costa

Médicos militares que atestaram que Laci Marinho, sargento que assumiu homossexualidade, era sadio para justificar acusação de deserção responderão a processo ético disciplinar movido pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo

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CARTA ABERTA DE UM POLICIAL FEDERAL

Posted: 21 Sep 2011 02:13 PM PDT

A imprensa tem abordado o tema do aumento dos servidores da Polícia Federal. Recentemente, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em entrevista coletiva após participar de evento sobre segurança pública para a Copa e a Olimpíada, em São Paulo, disse que o governo federal não tem condições de reajustar os salários dos policiais federais, devido ao agravamento da crise econômica mundial.

Acontece que a Polícia Federal vem sendo esquecida pelas autoridades federais há muito tempo. Embora suas operações de combate à corrupção, ao crime organizado, aos grandes sonegadores e aos traficantes internacionais de drogas e armas sejam louvadas e usadas como bandeira, para falar de um Brasil melhor e mais justo, quando o assunto é a remuneração da categoria o que se verifica é outra coisa. Por parte das autoridades, o que se tem é muita retórica, além de promessas que não se concretizam nunca.

Fazendo um levantamento estatístico dos últimos 10 anos, de 2001 a 2010, são encontrados números muito positivos sobre o desempenho da economia do país: o PIB cresceu 212,32% e a receita tributária, 264,49%, no período. Já a inflação na década alcançou índices de 89,84% (IPCA) e de 129,93% (IGP-M).

Analisando-se somente exemplos de carreiras do Executivo, o que se verifica é uma grande diferença entre as correções proporcionadas às remunerações dos servidores. Vejamos alguns números, começando pelos ocupantes dos cargos mais importantes. A remuneração do Presidente da República era de R$ 8.885,48, enquanto a dos Ministros de Estado era de R$ 8.362,80, em 2001. Hoje, tanto a Presidenta Dilma como seus ministros recebem R$ 26.723,13. Isso representa um aumento de 200,75% e de 219,55% em seus contracheques, respectivamente.

A tabela abaixo apresenta outros exemplos:

INSTITUIÇÃO

CARGO

REMUNERAÇÃO EM 2001 (R$)

REMUNERAÇÃO EM 2010 (R$)

VARIAÇÃO

AGU

Procurador Federal

4.406,11

14.549,53

230,21%

MRE

Terceiro Secretário

4.555,98

12.962,12

184,51%

ABIN

Oficial de Inteligência

3.229,84

10.216,12

216,30%

SRF

Auditor Fiscal

4.268,12

13.067,00

206,15%

DPF

Agente de Polícia Federal

3.960,26

7.514,33

89,74%


Uma análise rápida dos números apresentados é suficiente para se verificar a disparidade dos índices concedidos pelo governo. Principalmente, deixa claro que houve uma grande discriminação contra os policiais federais.

Destaco que utilizei o período de 10 anos como referência, porque sou Agente de Polícia Federal aprovado no concurso público realizado em 2001. Nesse período de exercício no cargo, com a perda de poder aquisitivo, fruto do desalinhamento nas correções salariais, confesso que não tenho muito o que comemorar. Somente como mais um exemplo da situação atual da categoria, há mais de três anos os policiais federais não recebem qualquer reajuste em seus vencimentos. Isso mesmo, nem a reposição da inflação foi concedida pelas autoridades federais.

Usando uma expressão que era bastante empregada pelo ex-presidente Lula, afirmo que nunca antes na minha história na Polícia Federal encontrei tantos profissionais desmotivados e insatisfeitos no trabalho. Muitos estão deixando o órgão e outros estão se preparando para deixá-lo. É uma pena ver tamanho desperdício de investimentos em recursos humanos.

A pergunta que mais me incomoda é: a quem interessa uma Polícia Federal desmotivada e desprestigiada? De uma coisa tenho certeza, não interessa ao povo brasileiro e às instituições democráticas. Porque a missão da Polícia Federal não pode ser enfraquecida por razões conjunturais e por sentimentos e valores menores.

A PF não quer nenhuma vantagem especial. O que a Polícia Federal republicana quer é receber um tratamento republicano por parte dos governantes. Só isso.

Espero que a Presidenta Dilma e o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, promovam os ajustes necessários para que a simetria salarial entre as carreiras seja restabelecida. Isso é fundamental para que as investigações e os serviços prestados pela PF à população (emissão de passaportes, de certidão de antecedentes criminais, campanha do desarmamento, etc.) possam contar com servidores reconhecidos e verdadeiramente motivados.





Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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