quarta-feira, dezembro 26, 2012

Onde há fumaça, há fogo



Perguntas Que Não Querem Calar
Grande parte da população de Jeremoabo está intrigada sem entender como é que a maioria dos carros que servem a Prefeitura de Jeremoabo pertencente a terceiros,  são locados.
O que justifica o exorbitante gasto com combustível?
Outra pergunta complicada: No orçamento de 2012 não foi previstos nem lançado gastos com o calçamento do Brejo Grande.
Qual a mágica que o Prefeito Pedrinho arrumou para saldar tais gastos?
A pergunta mais complicada: Pedrinho ao assumir a Prefeitura fechou por vários dias, não para balanço, mas para fazer auditoria que segundo informações oficiosas efetuou um pagamento de R$ 180.000,00 pela execução dessa auditória.
A pergunta:
A auditoria foi paga com dinheiro público, dinheiro do povo, cujo resultado o Prefeito Pedrinho tinha e tem obrigação de divulgar para o público.
Porque não divulgou?
Será que indevidamente  essa auditoria ficou oculta para servir de moeda de troca perante a futura gestora municipal?
Há certas evidências que nessa moita tem coelho, primeiro que o Bob Charles não iria malhar cotidianamente o Pedrinho sem o aval no mínimo do grupo.
Segundo que essa  malhação pela lógica seria uma maneira de queimar as Secretarias que o Pedrinho não abre mão delas.
Terceiro é que o Pedrinho está suportando toda essa queimação calado, não está nem ai, forte evidência que tem muita munição para brigar. Salvo melhor juízo, a munição que o mesmo se escuda é a tal auditoria onde na hora certa ele partirá para o tudo ou nada, salve-se quem poder.
Esse é mais um capítulo da negra e fedida novela coadjuvada pelos donos da Prefeitura municipal de Jeremoabo, órgão que deveria servir ao povo, mas infelizmente serve apenas a meia dúzia de gatos pintados.




Que  seja feito uma auditória geral na Prefeitura de Jeremoabo, principalmente com recursos da educação e saúde

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Que que seja feito uma auditória geral na Prefeitura de Jeremoabo, principalmente com recursos da educação e saúde


Acabei de criar minha própria petição e espero que possam assiná-la. Ela se chama: Que  seja feito uma auditória geral na Prefeitura de Jeremoabo, principalmente com recursos da educação e saúde.

Eu realmente me preocupo sobre este assunto e juntos nós podemos fazer algo a respeito disso! Cada pessoa que assina nos ajuda a chegarmos mais próximo do nosso objetivo de 100 assinaturas -- será que você pode nos ajudar assinando a petição?

Clique aqui para   assinar:
http://www.avaaz.org/po/petition/Que_que_seja_feito_uma_auditoria_geral_na_Prefeitura_de_Jeremoabo_principalmente_com_recursos_da_educacao_e_saude/?launch


Campanhas como esta sempre começam pequenas, mas elas crescem quando pessoas como nós se envolvem -- por favor reserve um segundo agora mesmo para nos ajudar assinando e passando esta petição adiante.

Muito obrigado,



‘Playboy’ divulga capa da virgem Ingrid Migliorini



Vaca é violentada e morta na zona rural de Cruz das Almas
Uma vaca foi violentada e morta no último domingo (24), véspera de Natal, dentro de uma propriedade rural no município de Cruz das Almas, na Região Metropolitana de Salvador. Segundo o proprietário, o criminoso amarrou o animal com uma corda e o prendeu em uma árvore para manter relações sexuais. O molestador deixou vestígios de sêmen no couro do mamífero. O fato revoltou alguns moradores da localidade, que descobriram que a vaca se debateu antes de morrer amordaçado. A Polícia Civil já tem um suspeito, que será interrogado em breve. Seu nome não foi revelado para não atrapalhar as investigações.

Frei é condenado a 20 anos de prisão por abuso sexual de adolescentes

Frei é condenado a 20 anos de prisão por abuso sexual de adolescentes
Um frei foi condenado pela Justiça de Santa Catarina a 20 anos de prisão, em regime inicial fechado, por abusos contra dois jovens menores de 14 anos. O Frei Paulo Back era pároco da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Forquilhinha (SC). Ele está recolhido ao Presídio Santa Augusta, em Criciúma (SC), há cinco meses. Saiba mais sobre essa condenação na coluna Justiça.

Colunista da Folha diz que Polícia Federal investiga se Rose Noronha levou dinheiro a Portugal

Carlos Newton
A colunista Vera Magalhães, da Folha, anuncia que a Polícia Federal deve concluir em janeiro investigação preliminar aberta para apurar a procedência de denúncia de que Rosemary Noronha, ex-chefe de gabinete da Presidência em São Paulo, teria levado 25 milhões de euros para Portugal na mala diplomática.


O PT e o salário mínimo

Carlos Chagas
Quando voltou ao governo em 1951, daquela vez eleito, Getúlio Vargas aumentou o salário mínimo em 100%. Cumpria a Constituição, que exigia para o trabalhador remuneração capaz de atendê-lo, e à sua família, com despesas de alimentação, habitação, vestuário, educação e até lazer. Desde que o presidente fora deposto, em 1945, o salário mínimo não aumentava, exigência dos neoliberais da época. O tempo passou, continuaram os mesmos de sempre a tripudiar sobre a grande massa e, para encurtar a conversa, registra-se a iniciativa da presidente Dilma Rousseff, de dar o reajuste de 9% para o menor salário nacional, que passa de 622 reais para 678 reais por mês.

Não seria preciso dizer mais nada. O aumento suplantou a inflação, que não passará de 6%, mas, por isso, estará o trabalhador feliz?




Aplicativo diz quais são melhores festas e shows em Salvador

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Foto: Divulgação

Ex-ministros e até presidente da CBF têm pensão da Assembleia

 Veja o que muda com mínimo

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mercado aquecido


Tarso Genro: Judiciário é o caminho da direita para “escapar” da política


Confissões de Fux abrem guerra na blogosfera

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Será que o diálogo em que o ministro do STF promete uma vantagem àqueles que o nomeariam ("matar no peito" o julgamento do mensalão) pode ser considerado um ato de ofício? Paulo Henrique Amorim já pede abertamente seu impeachment. Reinaldo Azevedo vê conspiração para derrubá-lo e avisa que vem chumbo grosso em 2013; em Honduras, ministros da suprema corte foram derrubados pelo poder Legislativo

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Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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