sexta-feira, fevereiro 27, 2026

Governo e oposição querem defender suas tropas no escândalo do Master


CHARGE ▫ Confira a charge do cartunista Mariosan desta segunda-feira (29). # Charge #OPopular #LeiaAgora

Charge do Mariosan (Instagram)

Elio Gaspari
Folha

O caso do Banco Master tornou-se radioativo. O Banco Central teve mais de um ano para enquadrá-lo e frangou o tamanho da fraude. O ministro Dias Toffoli tomou as rédeas do inquérito e embrulhou-se. O Supremo Tribunal tirou-o do caso, mas, no mesmo lance, solidarizou-se com ele. (Como isso é possível, só o tempo dirá.)

Uma parte do Congresso quer uma CPI, outra prefere apenas interrogar Daniel Vorcaro, dono da encrenca e arquivo vivo de suas ramificações.

CONEXÕES DE VORCARO – Nessa confusão, em Brasília atira-se para todos os lados, menos para o alvo: as conexões de Vorcaro. Não deixa de ser curioso que, enquanto o tiroteio toma conta da agenda, a única instituição que vem investigando com sucesso o material radioativo é mantida ao largo da agenda. Trata-se da Polícia Federal, a quem se devem as poucas novidades saídas da caixa preta do Master.

Por incrível que pareça, a criação de uma CPI traz mais riscos que esperanças. A CPI da fraude das Lojas Americanas ainda está na memória das pessoas. Aquela CPIzza terminou num vexame. Não responsabilizou viv’alma nem ouviu os grandes acionistas da empresa. Quando ela terminou, havia deputados denunciando deputados, e só.

FIM DO SIGILO – Vorcaro quer um microfone para responsabilizar o Banco Central, o governo quer proteger sua tropa e parte da oposição quer manter as investigações longe de seus afortunados parlamentares. Com essas forças chocando-se na discussão do problema, só havia uma resultante possível: o sigilo. O ministro Dias Toffoli bem que tentou. Teve a má sorte de encrencar-se com a Polícia Federal e deu no que deu.

A saída de Toffoli da relatoria jogou na agenda o que seria o vazamento, a partir de um grampo, de uma reunião fechada do STF. Beleza, sorteia-se um novo relator e o crime estaria num provável grampo, que revelou com fidelidade o desfecho do problema.

Ministros do Supremo querem identificar e punir os responsáveis pelo vazamento. Tudo bem, desde que prossigam as investigações da PF.

REDE DE TRAMÓIAS – O estouro do Master começou com um banco fraudando operações e lesando fundos de pensão de servidores. Essa rede de tramoias vinha das conexões de Vorcaro azeitadas por negócios, eventos e festas.

Uma parte dessas conexões está guardada nos 52 aparelhos celulares do banqueiro e de seus diretores. Esse material está com a PF, que até agora não o mostrou, nem ao STF.

É por aí que a maior fraude bancária de Pindorama poderá vir à luz. Nessa trama, Vorcaro é um detalhe, como detalhes foram os Magalhães Pinto do banco Nacional e Calmon de Sá do Econômico.

A MESMA TRAMA – Os banqueiros arruinados são a parte móvel de um elenco. Ora é um, ora é outro, até que chega o próximo.

A trama é sempre a mesma e passa pelas conexões desses bancos com o andar de cima da política de Pindorama. (Na receita do Econômico e do Nacional, havia ex-ministros no pódio.)

Se as combinações de Brasília resultarem numa CPI para o Master, tudo bem, desde que não atrapalhe nem tente obstruir o trabalho da Polícia Federal. Tentou-se e não deu certo.


Gilmar reabre ação antiga e impede investigação que incriminaria seu amigo Toffoli


Maridt recorreu a atalho jurídico para ‘ressuscitar’ ação

Rafael Moraes Moura
Johanns Eller
O Globo

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes de anular a decisão da CPI do Crime Organizado que determinou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático da empresa Maridt, ligada à família do ministro Dias Toffoli, foi tomada no âmbito de uma ação que o próprio Gilmar mandou arquivar há três anos. O processo, porém, não chegou a ser efetivamente arquivado pelo STF. Ficou dormitando nas gavetas do tribunal até ser “ressuscitado” nesta sexta-feira.

Na prática, a Maridt “se intrometeu” uma ação movida pela Brasil Paralelo em 2021, buscando um atalho jurídico para ser atendida pelo ministro. Usou para isso argumentações parecidas com as da Brasil Paralelo para anular requerimentos da CPI da Covid que haviam determinado quebras de sigilo bancário, telefônico e telemático da empresa.

VIOLAÇÃO DE DIREITOS – A empresa alegou que a medida violava os direitos à liberdade de expressão, de imprensa, ao sigilo de fonte, à privacidade e à intimidade, além do princípio da legalidade. Em setembro de 2021, Gilmar atendeu o pedido da empresa, suspendendo o afastamento do sigilo telefônico e telemático da empresa. Mas determinou que as demais informações obtidas pela CPI fossem mantidas sob a guarda do presidente, Omar Aziz, e compartilhadas com o colegiado “apenas em reunião secreta e quando pertinentes ao objeto da apuração”.

Em 8 de março de 2023, Gilmar Mendes mandou arquivar a ação por concluir que a medida já havia sido cumprida pelo Senado Federal. O que a Maridt fez nesta semana foi apresentar uma petição dentro da ação do Brasil Paralelo, como se fosse ela mesmo parte do processo, pedindo que Gilmar suspendesse a sua própria quebra de sigilo. Gilmar acatou, considerando que os dois casos são relacionados.

A quebra de sigilo da Maridt foi aprovada pela CPI do Crime Organizado a partir de um requerimento apresentado pelo relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE). A comissão aprovou também a convocação de dois irmãos de Toffoli que constam como sócios da companhia, José, Carlos e José Eugênio. Em outra decisão, o ministro André Mendonça, relator do caso do Banco Master no STF, decidiu que eles não serão obrigados a prestar depoimento.

QUESTIONAMENTOS – A Maridt é uma empresa de sociedade anônima controlada pelos irmãos de Toffoli e que foi sócia do resort de luxo Tayayá em Ribeirão Claro (PR). O ministro do Supremo passou a ser alvo de questionamentos depois da revelação de que a companhia vendeu uma parcela de sua participação para um fundo controlado pelo empresário e pastor Fabiano Zettel, cunhado do CEO do Master, Daniel Vorcaro, em 2021. O magistrado posteriormente admitiu ter sido sócio do empreendimento ao lado dos irmãos, pouco antes de deixar a relatoria do caso Master.

Os pagamentos de Vorcaro para a família Toffoli vieram a tona quando o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, entregou ao presidente do Supremo, Edson Fachin, um relatório com as evidências desconbertas no celular de Voraco indicando as conexões entre o banqueiro e Dias Toffoli que poderiam caracterizar a suspeição do ministro para continuar relatando o caso do banco Master.

Oficialmente, Toffoli negou ter recebido qualquer pagamento de Vorcaro ou de Zettel. Em nota divulgada no último dia 12, após a repercussão do relatório da PF, o gabinete do ministro no STF admitiu pela primeira vez que o magistrado é sócio da Maridt e que recebeu dividendos pela venda da cota para o Arleen, fundo que tem o cunhado do executivo como único cotista, em 2021.

PAGAMENTOS – A versão vai contra o que indicam as conversas entre Vorcaro e Zettel detalhadas pela PF no dossiê. Os diálogos ocorreram em dezembro de 2024, três anos após a venda das cotas para o Arleen. Nas conversas, Zettel pergunta ao banqueiro como deveria proceder em relação aos pagamentos para o ministro. O controlador do Master respondeu que preferia que os repasses se dessem por meio do fundo.

No pedido apresentado à CPI do Crime Organizado, Alessandro Vieira argumentou que a quebra de sigilo era uma medida de “extrema urgência” e tinha como objetivo “desmantelar a complexa rede de influência e lavagem de capitais que orbita em torno do Banco Master e de suas conexões com agentes públicos de cúpula”.

O senador sergipano apontou ainda “suspeitas fundadas de que a Maridt tenha funcionado como um canal de recebimento de vantagens indevidas sob o manto de contratos de consultoria e prestação de serviços mensais pagos por grandes escritórios de advocacia que possuem interesses diretos em causas relatadas pelo próprio ministro Toffoli no STF”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A iniciativa de Gilmar Mendes é uma ação entre amigos, que não soluciona o problema de Toffoli, apenas atrasa a investigação sobre ele e mostra que a sujeirada que envolve o Supremo não tem limites, pois o escândalo já está fedendo a centenas de milhas daqui, como diria Djavan. (C.N.)

Morre em Salvador o advogado Fernando Montalvão; sepultamento será em Jeremoabo

Dr. Fernando foi preso polítio na ditadura

26/02/2026 às 10h54Atualizada em 26/02/2026 às 10h59
Por: Pedro Son

Fonte: redação (Pedro Son


 Faleceu em Salvador, onde estava em tratamento de saúde, o advogado Antônio Fernando Dantas Montalvão, figura histórica do Direito na região de Jeremoabo e Paulo Afonso. O corpo será velado em Paulo Afonso (BA) e sepultado amanhã,27.02, pela manhã, em Jeremoabo, ao lado dos pais, conforme seu desejo expresso em vida.

Origem e trajetória

Natural de Jeremoabo, Fernando Montalvão era membro de uma tradicional família ligada ao Direito. Filho de João Isaías Montalvão, que não possuía formação em direito mas tinha autorização para advogar e realizou grande trabalho na região, já falecido, herdou do pai a vocação jurídica e os valores éticos que marcaram sua atuação profissional.

Desde jovem, dedicou-se ao estudo do Direito e construiu uma carreira sólida que ultrapassa cinco décadas de exercício ininterrupto da advocacia.

Carreira jurídica

Mais de 50 anos de atuação como advogado, com forte presença em Paulo Afonso, Jeremoabo e diversas cidades da Bahia e de outros estados e fundador do escritório Montalvão Advogados Associados, onde atuava ao lado dos filhos, mantendo viva a tradição familiar no campo jurídico.

Honrarias e reconhecimento

Fernando Montalvão recebeu a Comenda Barachísio Lisboa, uma das mais altas honrarias concedidas pela OAB-BA, destinada a profissionais que completam meio século de atuação exemplar.

Perseguição política e reparação histórica

Em 2025, o Ministério dos Direitos Humanos, Justiça e Cidadania reconheceu oficialmente que o advogado foi perseguido político durante a ditadura militar na década de 1970, recebendo pedido formal de desculpas emitido pelo Governo Brasileiro e indenização como forma de reparação histórica. Tal honraria é atestada pela Portaria 07/2025, de março de 2025.

A morte de Fernando Montalvão representa a perda de um dos nomes mais respeitados do Direito na região. Sua trajetória deixa um legado de coragem, ética e compromisso com a justiça — valores que marcaram sua vida e continuarão inspirando as gerações futuras.

 Nota da Redação deste Blog Gratidão que Honra a Memória e Reconhece a Verdade

Em um momento de dor profunda, quando as palavras ainda custam a sair e o coração insiste em se recolher, gestos de grandeza humana se transformam em conforto e reconhecimento. É nesse espírito que venho, publicamente, agradecer ao Jeremoabo.com, site pioneiro da nossa querida Jeremoabo, pela sensibilidade e responsabilidade ao publicar a matéria sobre o currículo e a trajetória do meu irmão, o inesquecível advogado Antônio Fernando Dantas Montalvão.

Registro também meu sincero agradecimento ao cidadão Pedro Son, proprietário do site e autor da matéria, que demonstrou grandeza, respeito e compromisso com a história ao tornar público um resumo fiel da vida profissional e da importância jurídica de Fernando Montalvão.

A matéria não apenas noticiou um falecimento. Ela resgatou uma história. Trouxe à luz a caminhada de um homem que dedicou mais de cinquenta anos ininterruptos à advocacia, com atuação marcante em Paulo Afonso, Jeremoabo e diversas cidades da Bahia e de outros estados. Um profissional que honrou o Direito, que construiu um legado e que formou, ao lado dos filhos, uma continuidade ética na profissão.

Destacar que Dr. Fernando foi reconhecido oficialmente como perseguido político durante a ditadura militar, recebendo pedido formal de desculpas do Governo Brasileiro por meio do Ministério dos Direitos Humanos, Justiça e Cidadania, é mais do que um dado histórico — é um ato de justiça. É o reconhecimento de que sua coragem teve preço, mas também teve dignidade.

A lembrança da Comenda Barachísio Lisboa, concedida pela OAB-BA pelos seus mais de cinquenta anos de exercício exemplar da advocacia, reforça que sua trajetória não foi comum. Foi construída com ética, firmeza e compromisso com a justiça.

O papel da imprensa local é fundamental para preservar a memória coletiva. Quando um veículo como o Jeremoabo.com cumpre essa missão com responsabilidade, ele não apenas informa — ele contribui para que a história não seja esquecida.

Recebam, portanto, meu profundo agradecimento. Em meio à dor da despedida, gestos como esse nos lembram que a vida de Fernando Montalvão não passou em silêncio. Ela deixou marcas. Deixou ensinamentos. E continuará inspirando gerações.

Muito obrigado pela homenagem, pelo respeito e pela verdade.]]

José Montalvão -  Funcionário Federal Aposentado, Graduado e Pós-Graduado em Gestão Pública,  pós-graduação em Jornalismo proprietário do Blog DedeMontalvão, matrícula ABI C-002025

Fernando Montalvão: A Gratidão pela Presença e pela Solidariedade na Hora da Despedida



Por José Montalvão


A despedida de Fernando Montalvão foi marcada por um gesto que transcende palavras: a presença. Presença que conforta, que abraça em silêncio, que sustenta quando a dor parece maior que as forças.

Aos verdadeiros amigos, aos parentes, aos colegas de profissão e a todos que compareceram — independentemente de grupo político ou crença religiosa — fica o mais sincero agradecimento da família. Cada aperto de mão, cada lágrima compartilhada e cada palavra de consolo foram manifestações concretas de solidariedade em um momento de extrema dor.

O velório realizado na cidade de Paulo Afonso, onde Fernando construiu laços profundos de amizade, história profissional e recebeu o reconhecimento como cidadão, demonstrou o quanto ele era querido e respeitado. Posteriormente, em sua terra natal, Jeremoabo, na Câmara Municipal de Jeremoabo, a comoção se repetiu, reafirmando que suas raízes jamais foram esquecidas.

O sepultamento, junto à cova de seus pais e irmãos, simbolizou não apenas o descanso eterno, mas o reencontro com suas origens, com sua história e com o amor que sempre cultivou pela família.

O comparecimento de tantos amigos e parentes representa a essência da solidariedade no momento de dor extrema. Estender a mão nessa hora é mais do que um gesto: é demonstração de cuidado, de respeito e de verdadeira presença. A solidariedade, quando se traduz em união, garante que a despedida seja feita com o amor e a dignidade que a pessoa falecida merece.

Fernando parte deixando um legado de amizade, profissionalismo e dedicação. E a presença de cada um que esteve ao lado da família mostrou que a vida dele valeu a pena — porque foi vivida com intensidade, caráter e afeto.

A todos que estiveram presentes, nossa eterna gratidão.]



quinta-feira, fevereiro 26, 2026

Homenagem a Antônio Fernando Dantas Montalvão

É com profundo pesar que comunicamos aos parentes, amigos e colegas o falecimento de Fernando Montalvão, ocorrido ontem às 23h30.

                          Foto Divulgação


Por José Montalvão e familiares


Informamos que o corpo será transportado hoje de Salvador diretamente para a cidade de Paulo Afonso, onde o querido Fernando construiu laços sólidos de amizade e recebeu o merecido reconhecimento da comunidade.

O velório acontecerá no SAF, em Paulo Afonso, a partir das 16h30.

Amanhã, dia 27, o cortejo sairá de Paulo Afonso com destino à Câmara de Vereadores de Jeremoabo, onde permanecerá por aproximadamente duas horas para as últimas homenagens. Em seguida, seguirá para o sepultamento no Cemitério São João Batista, na cidade de Jeremoabo.

Desde já, agradecemos todas as mensagens de conforto e solidariedade que temos recebido neste momento de dor. Que Deus conforte o coração de todos.

“Não recebemos uma vida breve, mas a tornamos assim.” — Sêneca

Fiquem com Deus.

Nota de Falecimento: Fernando Montalvão

"Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé."


É com profundo pesar que a família Montalvão comunica o falecimento de seu amado Fernando Montalvão, ocorrido na última quarta-feira, 25 de fevereiro, às 23:30h.

Neste momento de imensa dor, a família agradece as inúmeras manifestações de carinho, orações e apoio recebidas. A saudade é eterna, mas o legado de vida e os momentos compartilhados permanecerão para sempre em nossos corações.

Informações sobre o velório e o sepultamento serão comunicadas em breve.

Fernando Montalvão: Meu Irmão, Meu Amigo, Parte de Mim


Fernando Montalvão: Meu Irmão, Meu Amigo, Parte de Mim


Por José Montalvão


Nesta data, partiu para a eternidade meu irmão, meu amigo, parte essencial da minha vida: Fernando Montalvão.

A dor que sinto é profunda, quase impossível de traduzir em palavras. Perder um irmão é como perder um pedaço da própria história, da infância, das memórias construídas ao longo de uma vida inteira. É uma ausência que ecoa no silêncio e machuca no peito.

Fernando foi um homem íntegro, amigo dos amigos, pai dedicado e exemplo de família. Amava profundamente Jeremoabo, sua terra de origem, que sempre carregou no coração, mesmo residindo em Paulo Afonso, onde construiu sua trajetória profissional e recebeu com honra o título de cidadão paulafonsino. Ali estabeleceu seu escritório de advocacia, exercendo a profissão com dignidade, respeito e compromisso com a justiça.

Mas, acima de tudo, Fernando era humano. Era presença. Era conselho. Era apoio nos momentos difíceis e alegria nas horas boas. Deixa um legado de amizade verdadeira, de caráter firme e de amor à família.

A dor é imensa. É quase insuportável. Contudo, mesmo em meio às lágrimas, me curvo diante da vontade de Deus. Há desígnios que a nossa compreensão humana não alcança, e só a fé nos sustenta quando o chão parece desaparecer sob nossos pés.

Você parte fisicamente, meu irmão, mas permanecerá eternamente em meu coração, na minha memória e em tudo aquilo que vivemos juntos. Seu nome continuará sendo pronunciado com orgulho, respeito e amor.

Que Deus me conceda forças para suportar essa dor. E que o receba em Seus braços, concedendo-lhe descanso eterno e luz infinita.

Descanse em paz, Fernando.

Meu  irmão, para sempre.

quarta-feira, fevereiro 25, 2026

Corregedoria do TJ-BA designa inspeção ordinária em comarcas do interior baiano

 

Corregedoria do TJ-BA designa inspeção ordinária em comarcas do interior baiano

Por Redação

25/02/2026 às 10:49

Foto: Divulgação

Imagem de Corregedoria do TJ-BA designa inspeção ordinária em comarcas do interior baiano

O corregedor-geral da Justiça do Estado da Bahia, desembargador Emílio Salomão Pinto Resedá, publicou edital designando a realização de inspeção ordinária presencial em unidades judiciais de primeiro grau localizadas no interior do estado.

A ação ocorrerá entre os dias 2 e 6 de março de 2026 e abrangerá as comarcas de Riacho de SantanaCarinhanhaPalmas de Monte AltoTanque NovoIgaporã e Macaúbas.

De acordo com o edital, serão inspecionadas as seguintes unidades: Vara de Jurisdição Plena das comarcas de Riacho de Santana, Carinhanha, Palmas de Monte Alto, Tanque Novo e Igaporã; Vara dos Feitos Relativos às Relações de Consumo, Cíveis e Comerciais da Comarca de Macaúbas; 2ª Vara Cível da Comarca de Macaúbas; Vara Crime, Júri, Execuções Penais, Infância e Juventude da Comarca de Macaúbas; Unidades de Acolhimento e Famílias Acolhedoras vinculadas às comarcas mencionadas;  Administração dos fóruns das respectivas comarcas.

A inspeção será coordenada pelo juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Marcos Adriano Silva Ledo. A equipe de apoio será composta pelos servidores Amanda Leite Souza Alves, André Luiz Marinho Sampaio, Renata Marques Lima Dantas e Ivan Jardim Farani Vieira.

Segundo o edital, magistrados, servidores, advogados, membros do Ministério Público, da Defensoria Pública, procuradores do Estado e dos municípios, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil e demais interessados estão cientes da realização dos trabalhos fiscalizatórios.

Durante o período da inspeção, as unidades deverão garantir acesso integral da equipe da Corregedoria a ambientes, processos, sistemas e documentos, inclusive aqueles sob sigilo legal, quando regularmente requisitados. Também deverá ser disponibilizado espaço físico e equipamentos adequados para a execução das atividades.

A Corregedoria informou ainda que receberá sugestões, reclamações e manifestações sobre os serviços prestados pelas unidades inspecionadas, tanto de forma presencial quanto por meio do endereço eletrônico institucional.

Politica Livre

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