sexta-feira, maio 22, 2015

Enquanto isso a câmara de vereadores de Jeremoabo faz politicagem por uma vaga de emprego.


Política

Autoridades se reúnem para discutir Segurança Pública





NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG - Enquanto isso, em Jeremoabo quando matam um já deixam outro condenado para a próxima execução, e a Câmara de Vereadores não está nem ai, só preocupa em dar títulos de cidadães,  ou então,  brigar por emprego para alguns protegidos.
O mínimo que os vereadores poderiam fazer pela a população que "representam", era exigirem dos governantes ônibus com segurança para os alunos, nomeação de um delegado de polícia, educação de qualidade, saúde, segurança e tapar as crateras generalizadas existentes na cidade.
Não estou relacionando as inúmeras outras deficiências.
Falar da prefeita em rádios, ponta de ruas ou mesmo na câmara sem tomar as medidas necessárias, é apenas jogar para a plateia, e enganar ou menos esclarecidos.
Se a prefeita está errada,represente aos Tribunais de Contas, a Justiça, ao Ministério Público ou a Polícia Federal.
Jogar somente para a plateia já está muito manjado, não cola mais...





Forró Caju que vai acontecer de 19 a 29 de junho

Luan Santana, Elba Ramalho, Aviões do Forró e Safadão estão na lista.
Por: JornaldaCidade.Net

A Prefeitura de Aracaju divulgou na manhã desta sexta-feira (22) a programação do Forró Caju, festa tradicional que vai acontecer de 19 a 29 de junho na praça de eventos entre os mercados municipais localizados no Centro da capital sergipana.
“É uma festa que já faz parte da vida povo sergipano e que proporciona mais de 30 mil empregos diretos e indiretos e movimenta toda a cidade. O evento tem impacto direto com a rede hoteleira, setor de alimentação, táxis, entre outros ”, afirma o secretário municipal de comunicação, Carlos Batalha.
Dezenas de artistas sergipanos e nacionais compõe a programação. Uma das atrações mais comentadas é o cantor sertanejo Luan Santana que vai participar pela primeira vez do Forró Caju. A assessoria de comunicação da prefeitura informou que a lista completa das festas juninas na capital será divulgana na tarde desta sexta (22).

Confira abaixo a programação do palco Luiz Gonzaga (principal):

19 de junho (sexta-feira)
21h – Antônio Carlos du Aracaju
22 – Forró dos Plays
23h30 – Frank Aguiar
1h – Cavaleiros do Forró
2h30 – Zueirões do Forró
20 de junho (sábado)
20h – Naurêa
21h – Lourinho do Acordeon
22h – Ivaldo Maceió
23h30 – Thiago Farra
1h – Forró Maior
2h30 – Danielzinho e Forrozão Quarto de Milha 
Banda NaurÊa vai representar Sergipe nas Olimpíadas de Londres (Foto: Divulgação)
Banda NaurÊa é representante de Sergipe
(Foto: Divulgação)
21 de junho (domingo)
21h – Cintura fina
22h – Genival Lacerda
23h30 – Raio da Silibrina
1h – Mano Walter
2h30 – Alma Gêmea
22 de junho (segunda-feira)
21h – Thaís Nogueira
22h – Fogo na Saia
23h30 – Forró da Pegação
1h30 – Márcia Felipe e Forró da Curtição
2h30 – Forró Brasil

23 de junho (terça-feira)
21h – Orquestra Sanfônica
22h – Xote Baião
23h30h – Samyra e Forró 100%
1h – Calypso
2h30 – Beto Salles

24 de junho (quarta-feira)
21h – Sergival
22h – Luan Santana
23h30 – Amazan
1h – Forró Trem Baum
2h30 – Rojão Diferente

25 de junho (quinta-feira)
21h – Valter Nogueira
22h -  Trio Nordestino
23h30 – Forró Pegado
1h – Simone e Simaria
2h30 – Matruz com Leite
26 de junho (sexta-feira)
21h – Erivaldo de Carira
22h – Mulheres Perdidas
23h30 – Dorgival Dantas
1h – Farra de Barão
2h30 – Saia Rodada

27 de junho (sábado)
21h – Zé Rosendo e Marluce
22h – Zelito Miranda
23h30 – João Neto e Cesinha
1h – Gabriel Diniz
2h30 – Aviões do Forró

28 de junho (domingo)
21h – Joesia Ramos e Forró da Rabeca
22h – Zé Tramela
23h30 – Elba Ramalho
1h – Forró dos Vips (Gravação do DVD)
2h30 – Garota Safada

29 de junho (segunda-feira)
20h30 – João da Passarada
22h – Del Feliz
23h – Marcelo Balla
0h30 – Luan Estilizado
2h – Calcinha Preta


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22 de maio de 2015: canal transborda e motoristas ficam ilhados

Até mesmo o canal das Airton Teles transbordou.
Lojas alagadas no Centro da cidade (Foto: Portal Infonet)Lojas alagadas no Centro da cidade (Foto: Portal Infonet)
A chuva que cai desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira, 22, causam transtornos a passageiros e motoristas. No terminal do Mercado, o trabalhador Cesar Belém contou o drama ao tentar pegar um ônibus para se deslocar para o trabalho. “Eu pego no trabalho às 8h, mas não vou conseguir chegar a tempo. Se o ônibus tiver cheio, terei que pegar o próximo porque não tenho o que fazer”, lamenta.
Região do Centro
Motoristas tentando passar pela Simeão Sobral alagada (Foto: Portal Infonet)Motoristas tentando passar pela Simeão Sobral alagada (Foto: Portal Infonet)
Os motoristas que precisaram passar pela região do Centro da cidade, precisaram ter muito cuidado. As avenidas João Ribeiro com Coelho e Campos e a avenida Simeão Sobral ficaram alagadas por conta das chuvas. Até mesmo o canal da Airton Teles transbordou e foi difícil passar pelo local. Para piorar a situação, a água chegou a quase alagar os estabelecimentos situados nas imediações do Centro. Transtorno também para quem tenta passar pela avenida Visconde Maracaju, zona norte da capital, onde o canal transbordou e motoristas ficaram ilhados no local.
O motorista Roberto Santos que passava pela avenida Simeão Sobral, informou que não tinha para onde ir. “Só tenho que passar por aqui, mas os transtornos são grandes, afirma.

Em destaque

E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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