quinta-feira, novembro 27, 2014

Crédito consignado

SiqueiraemSERVIDOR PÚBLICO FEDERAL - Há 13 horas
BSPF - 26/11/2014 A concessão de crédito consignado para pessoas físicas cresceu 45,6% entre setembro e outubro, apontam dados divulgados, hoje (26), pelo Banco Central (BC). Entre os servidores públicos, houve alta de 46,8% nos empréstimos. Entre os beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a elevação chegou a 57,7%. O crédito consignado entre trabalhadores do setor privado foi o único a recuar, caindo 4,4%. O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, atribuiu a expansão do uso da modalidade entre servidores e beneficiários do INSS ao recen... mais »


Blog do Josias: Aliados chantageiam Dilma escancaradamente
O que assusta na marcha resoluta de Dilma Rousseff rumo ao arcaico é sua crueza explícita. Se a sessão mais recente do Congresso serviu para alguma coisa foi para informar à presidente reeleita que ela não deve esperar nenhuma colaboração altruísta dos seus aliados. Ficou entendido que, no segundo mandato, os sócios...

Aleluia diz que petrolão é máfia comandada por Lula e autorizada por Dilma

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Investigação vê rede de operadores do PMDB na Petrobras

por Andreza Matais e Fábio Fabrini | Estadão Conteúdo
Investigação vê rede de operadores do PMDB na Petrobras

Brasil profundo: congressistas votam para manter os vetos presidenciais com cédulas já preenchidas (reportagem de Ranier Bragon e de Márcio Falcão)http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/11/1553907-congressistas-votam-com-cedulas-ja-preenchidas.shtml
Funcionário do PC do B preenche pilha de cédulas de votação; em seguida, distribuiu aos deputados


 Governo ainda avalia melhor momento para anunciar corte de gasto

Análise: Dilma se rende ao pragmatismo na economia



Senado aprova prioridade para guarda compartilhada


Câmara volta atrás e determina corte de supersalários


Reunião da Mesa Diretora também tratou do aumento do salário dos deputados

Nove dias depois de determinar o pagamento dos vencimentos acima do teto constitucional, Mesa Diretora se reuniu e decidiu revogar o pagamento dos valores. Folha de novembro foi paga de forma irregular, mas não haverá devolução do excesso












Lava Jato: Suíça vai repatriar US$ 26 milhões para o Brasil

Deputado apresenta queixa-crime contra presidente da Petrobras


Com fim de delação de Youssef, Janot deve pedir investigação de políticos















ATÉ AGORA EDUARDO CUNHA GANHA POR PONTOS



De cabelos implantados, Cunha quer ser um novo Renan
Carlos Chagas






EMPREITEIRAS TAMBÉM SUPERFATURAM OUTRAS OBRAS DO GOVERNO

Fábio FabriniO Estado de S. Paulo







AUMENTO SALARIAL DAS AUTORIDADES VAI CUSTAR R$ 1 BILHÃO/ANO







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Ranier Bragon
Folha







APÓS NOVE MESES PAGANDO A MAIS, CÂMARA CORTARÁ SUPERSALÁRIOS







Ranier BragonFolha












O PETISMO E O CÓDIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS


Em clima de velório, Graça anunciou a Diretoria anticorrupção
Percival Puggina








OBRA DO GASODUTO ATÉ MANAUS TEVE FRAUDES GROTESCAS


Ambulância foi pela Petrobras alugada por R$ 800 mil
Dimmi AmoraFolha







CORRUPÇÃO COM NOTA FISCAL LEVA CULPADOS A UM BECO SEM SAÍDA

Pedro do Coutto








AUMENTO NO COMBUSTÍVEL
CONTRA CORRUPÇÃO





Colunista

Democracias corruptas

LUIZ FLÁVIO GOMES,

Nunca Antes Neste País se tornou tão evidente o poder corruptivo do dinheiro como elemento destrutivo e esmagador da democracia





Colunista

A anistia que a presidente Dilma quer

ANTONIO IMBASSAHY,

Se a meta fiscal for revista, o Brasil ficará com o nome sujo no mercado internacional, o que poderá afastar investidores, e o governo não terá recursos para os investimentos necessários em infraestrutura e ampliar os programas sociais





Nilo vai se firmando como 'dono' da AL-BA

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Colunista

A turma do contra

0 ONYX LORENZONI,

Os 51 milhões que rejeitaram o projeto petista têm o direito, e nós, parlamentares de oposição, temos o dever de defender um outro caminho para o nosso amado Brasil





Cardozo diz sofrer "fogo amigo e inimigo"

IsaacAmorim/AG.MJ               :






Depois do PSDB, oposição vai ao STF contra superávit

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Piketty: Brasil tem péssima distribuição de renda

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"Petrolão é maior caso de corrupção do mundo"

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Delator de Duque e Baiano vende suas joias: cavalos

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Definição (A frase que define um tempo), por Luis Fernando Veríssimo

(...) Houve um tempo no Brasil em que a falta de escrúpulos era tanta que membros da guarda cerimonial da Presidência da República estavam assaltando postos de gasolina

Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/VWcAH5

Dragões da Independência - Foto: Divulgação


Coluna A Tarde: PMDB comandaria corrupção

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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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