terça-feira, agosto 22, 2017

Carta aos cidadãos de bem de Jeremoabo.


Resultado de imagem para foto contra as improbidades



Inicio dizendo que sempre acreditei e continuo acreditando que ninguém está acima da Lei, sempre acreditei na Justiça do meu país.

Se existe improbidades na administração Municipal de Jeremoabo, a culpa não é da Justiça, mas do próprio povo que por medo, omissão e até por ignorância, não exerce o seu direito de cidadania.

Nós da ONG-Transparência Jeremoabo, resolvemos levar ao conhecimento da população de Jeremoabo as supostas improbidades existentes na Prefeitura Municipal de Jeremoabo, onde para isso contamos com a coragem e com a competência dos vereadores da oposição, já que os que apoiam o prefeito continuam cegos surdos e mudos.

Através do Blog dedemontalvao,  do site do Bob Charles e do Programa Conexão Verdade, reforçamos a divulgação das supostas irregularidades, onde o "interino" não teve a humildade de procurar reparar, consertar o erro, no entanto, tentou foi  denegrir o programa, tentando fazer com que o provo acreditasse que contra fatos existem argumentos.
Os donos do poder de Jeremoabo não querem enxergar que o Brasil está mudando, que o povo está saturado de tanta corrupção.
Diante de todos esses desmandos que vem acontecendo em Jeremoabo, como VICE PRESIDENTE DA ONG-TRANSPARÊNCIA JEREMOABO, resolvi encaminhar o caso ao Ministério Público Estadual, que já deu andamento ao caso.

Eis a íntegra da denúncia:

Excelentíssimo Senhor
Carlos Augusto Machado de Britto
DD Promotor de Justiça
Titular na 2ª PJ de Jeremoabo​



IDEA nº: 3.9.176121/2017


Senhor Promotor,


De ordem de Dr. Luciano Taques Ghignone, Coordenador do CAOPAM, cumprimentando-o cordialmente, e com base no art. 46, VII, da LCE nº 11/96, redirecionamos a V. Exª, para conhecimento e providências que entender reclamadas, a Notícia de Fato enviada pelo Sr. Jose Dantas (cf. e-mail abaixo)dando conta de supostas irregularidades ocorrendo no Município de Jeremoabo. 

No ensejo, o CAOPAM coloca-se à disposição, fitando eventual auxílio.

Respeitosamente,

Renata Barreto
Analista Técnico Jurídico
CAOPAM


De: portal@mpba.mp.br <portal@mpba.mp.br>
Enviado: quarta-feira, 16 de agosto de 2017 17:41
Para: Caopam
Assunto: Fale Conosco
 
logo Enviado em quarta-feira, Agosto 16, 2017 - 17:41 Enviado pelo usuário: Anônimo Valores enviados são:
Nome
JOSE DANTAS MARTINS MONTALVAO
CPF
xxxxxxxxxxxxxxxx
Área
7
Mensagem
Presados Senhores: Toda quarta-feira a rádio Jeremoabo FM apresenta um Programa à partir das 07:00 horas intitulado CONEXÃO VERDADE. Informo a V. Excias., que desde o primeiro programa o assunto principal são denúncias por supostas improbidades que estão acontecendo na Prefeitura Municipal de Jeremoabo, onde como exemplo cito: Nepotismo onde o prefeito interino nomeou seu filho como tesoureiro, farra com diárias do próprio prefeito e secretários, escândalo esse divulgado nas redes sociais, nos sites e rádios de Jeremoabo, Paulo Afonso e cidades circunvizinhas. Supostas fraudes em licitações também denunciada no Programa Conexão pelo vereadores Jairo do Sertão e vereador professor Ivande, inclusive denunciaram que o Chefe da Licitação o Sr. Tarciso de tal , julgou uma proposta dele mesmo, no caso a firma da sua esposa, onde ele próprio dispensou a Licitação Contratando a empresa da própria esposa por preço exorbitante, isso aconteceu no ano de 2016, sendo repetido agora em 2017. Outra irregularidade denunciada também são as contratações sem o devido concurso público, onde já no ano 2010 houve um TAC não cumprido. Para não alongar-me ainda mais, já que os supostos desmandos são generalizado, segundo denúncias dos vereadores, estou encaminhando a V. Excias., o Link do programa de Hoje, onde o Vereador Professor Ivande além de outras irregularidades, denunciou a Farra do Combustível, praticada pelo Secretário de Administração Municipal, conhecido pela alcunha de Marcos de Kodó. http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2017/08/farra-da-gasolina-na-prefeitura.html http://dedemontalvao.blogspot.com.br/2017/08/vereador-professor-ivande-denuncia.htmlObservação: O primeiro link consta todo o programa com as denúncias da Farra da Gasolina, onde a população de Jeremoabo encontra-se indignada no aguardo de JUSTIÇA
Os resultados deste envio podem ser visto em: https://www.mpba.mp.br/node/16342/submission/46289
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E a fama do Tabaris era comprovada: chegou inclusive a ser citada em uma música dos Novos Baianos. “Deus dá o frio e o freio conforme a lona, meus para-choques pra você, caia na estrada e perigas ver, ser como o poeta do Tabaris, que é mais alegre que feliz”, dos compositores Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Pepeu Gomes. Para o professor e escritor Adson Brito, falar do Tabaris é falar de “memória histórica, cultural, musical e falar também de memória etílica”. “É muito importante para a memória da cidade porque ele vai mexer ali com o imiginário coletivo de milhares de anos, milhares de soteropolitanos que estiveram presente nesse momento”, confessa. E a felicidade era resultado de um conjunto de fatores proporcionados pela casa. Afinal, não era só um cabaré. Por lá, encontravam amigos, intelectuais, famosos, balés internacionais e as famosas damas “acompanhantes”, como eram chamadas as profissionais do sexo que ali trabalhavam. Na internet há registros daqueles que um dia frequentaram esse espaço boêmio. Resgatado de um blog pessoal, Luiz Carlos Facó reconta sua primeira vez na propriedade de Sandoval, descrita por ele como “casa feérica”. Imortal da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa chegou a eternizar o local em seu romance, “As Meninas do Coronel”, publicado pela Editora Via Litterarum. No entanto, apesar de ter recriado o espaço, o autor só frequentou a casa uma única vez, justamente na última noite do Tabaris. OS ANOS DE OURO O Tabaris não era a única casa noturna presente na região entre a Praça Castro Alves e a Rua Chile, mas foi capaz de construir sua história por cerca de 35 anos, abrigando apresentações de companhias de teatro de São Paulo, Rio de Janeiro, balés internacionais e sendo também espaço perfeito para intelectuais, jornalistas, políticos, escritores e toda uma gama de pessoas. O professor Adson considera ainda que o Tabaris foi “o mais famosos cabaré, a mais famosa, a mais importante casa de shows da Velha Bahia”. E essa Bahia, a do início da década de 30, quando o empreendimento de Nagib Jospe Salomão surgiu em frente a praça do poeta, era bastante diferente da que se conhece atualmente. “Uma cidade pacata, uma cidade provinciana, onde os hábitos da população de modo geral era muito simples”, explicou Adson. Nessa Salvador em que Tabaris surge, ainda não existia muitas coisas, como por exemplo, a Universidade Federal da Bahia, o Estádio Fonte Nova e nem o famoso bar e restaurante Anjo Azul, que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir visitaram. “Quando entravam ali naquele local, as pessoas já se deparavam com um palco. Então, tinha um palco, no fundo, tinha orquestra, tinha banda, tinha o maestro e todas as pessoas que iam tocar ali na banda estavam vestidos de smoking, de paletó e gravata”, descreve Brito. O professor conta ainda que Nagib foi um homem “revolucionário”. “Esse homem visionário, ele coloca no coração da cidade, uma casa de espetáculos que vai envolver companhias de teatro de revista de São Paulo, do Rio de Janeiro, vai envolver cassino, vai envolver uma decoração glamourosa, uma ambientação, bandas ao vivo”, conta. A chegada do Tabaris foi, para o Adson, um “ganho muito grande pra cidade” e motivo de curiosidade para todos - incluindo as mulheres -, pois “o Tabaris também era um local para dançar, também era um local para se divertir, para ouvir uma boa música”. “Esses frequentadores ali no cabaré, eram os frequentadores dos mais diversos. Eram geralmente pessoas que tinham poder aquisitivo grande. Pessoas que tinham que fazer dinheiro para gastar ali naquelas noitadas, com bebidas, comidas, danças e com mulheres também. Agora, também existia pessoas mais humilde, que tinha um sonho de frequentar o Tabaris”, compartilha Adson. Dentre um dos frequentadores estava um jovem Mário Kertérz, que viria a se tornar prefeito de Salvador - nomeado pelo governador ACM - em 1979. Ao Bahia Notícias, Kertérz conta sobre sua experiência no local. “Antes de eu conhecer o Tabaris Night Club, como era chamado, era um cassino ali que tinha jogo de roleta e tudo, que era autorizado pelo Governo. Depois, quando acabou o jogo, o Tabaris passou a ser uma casa de espetáculos, mas também uma casa de prostituição”, explica o radialista. Kertérz frequentou a casa noturna aos 18 anos, como parte do que ele explica ser um hábito da sociedade da época. “A virgindade era fundamental, então a gente namorava, mas não transava. Então, os jovens namoravam, ficavam excitados e iam para os prostíbulos se aliviar, digamos assim… e se divertir, dançar…”, conta. “Se tinha um show, as pessoas dançavam, inclusive com garotas de programa, e foi assim que funcionou os últimos anos. E ela tinha uma característica fundamental, ela só fechava tipo 7 horas da manhã. Então, todo mundo que tava na boemia naquela época, eu inclusive, visitando outros bordéis, íamos terminar a noite lá. Todo mundo ia, inclusive as prostitutas que trabalhavam em outro lugar, os boêmios e aí nós ficavamos lá, curitindo, bebendo, dançando, até o dia clarear e a gente ir embora”, recorda Mario Kertérz. AS DAMAS DO TABARIS Sobre as profissionais do Tabaris, Adson dá mais detalhes: eram chamadas de “acompanhantes” e Nagib possuia uma rígida seleção. “Geralmente eram mulheres bonitas, mulheres que ficavam ali perfumadas, bem vestidas, para poder atender a essa clientela que ali estavam”, esclarece. “Havia prostitutas de nomes americanas, e, por ordem da casa, essas mulheres tinham que se passar como paulistas ou cariocas porque eram mais valorizadas, porquem vinham de fora e também ali eram frequentados por prostitutas francesas, argentinas, paraguaias, peruanas. Tinha toda uma classe que frequentava ali o Tabaris”, acrescenta Adson. SANDOVAL, O ‘REI DA NOITE’ A partir da década de 1960, nos últimos anos de existência do espaço, o Tabaris Night Club mudou de administrador. Nagib sai de cena e abre espaço para um já conhecido profissional da noite: Sandoval Leão de Caldas. O ex-motorista de táxi já possuia outro empreendimento, o Bar Varandá, quando passou a cuidar do Tabaris. Foto: Reprodução Segundo o professor Adson, foi a partir da administração de Sandoval - que faleceu aos 61 anos ao ser atropelado por um pneu - que o Tabaris deixou o título de “elitizado” de lado e passou a ser popular. “Sandoval Caldas foi um ícone da noite baiana. Ele era chamado de Rei da Noite e era uma espécie de símbolo da boemia do Salvador. [...] Esse homem era uma figura folclórica, era um homem sorridente, usava roupas coloridas, roupas de palhaços, escolares. Ele era um homem que ele agregava”, descreveu Brito. Para o professor, Sandoval transformou o Tabaris, abrindo espaço inclusive ao permitir apresentações de atores transformistas que na época eram “perseguidos” e “desvalorizados”. “O que era oferecido aos atores transformistas da época eram espaços alternativos, eram bares de fundo de quintal, eram espaços sem nenhuma visibilidade”, revela. O declínio do Tabaris, no entanto, coincidiu com sua popularização. Em 1968, a casa fechou suas portas após um reinado na noite de Salvador. Entre os fatores que podem ter influenciado neste fechamento estão, para além da popularização, a diminuição de frequentadores, o baixo investimento de Sandoval em novas apresentações, bandas e repertórios e o surgimento da Ditadura Militar, em 1964. “Ali era um centro de resistência, eu digo resistência porque abrigava transformistas e também porque o Tabaris era frequentado pela intelectualidade da época. Vários jornalistas frequentavam aquele espaço e jornalistas geralmente, na sua maioria, eram pessoas de esquerda. Eram pessoas que questionavam o sistema, questionavam o modo que o país estava sendo conduzido pelos militares”, opina o professor.

  Uma volta no tempo: Relembre o Tabaris Night Club, símbolo da vida noturna de Salvador há 60 anos sexta-feira, 03/04/2026 - 00h00 Por Laia...

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